Coordenadora de Projetos da ONU Mulheres, Júnia Puglia.

Engajada nos 5º Jogos Mundiais Militares, que acontecem até dia 24 de julho no Rio de Janeiro, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) participou na última segunda-feira (18/07) do Seminário Esporte, Desenvolvimento e Paz, realizado na Escola de Comando e Estado Maior do Exército.
De acordo com a Coordenadora de Projetos da ONU Mulheres, Júnia Puglia, o esporte é um meio de pacificação e de transmissão de valores como o companheirismo e o trabalho em equipe e é importante usar as atividades esportivas para promover a equidade de gênero. “Vai além de colocar mulheres num ambiente, mas como ver e incorporar a percepção e a presença das mulheres.”
“Nós estamos falando da igualdade nas diferenças, igualdade no direito, na cidadania, na plenitude da vida e de todas as coisas, mas cada grupo de homens e mulheres na sua especificidade física e biológica, que também é muito importante, muito bom que seja assim”, explica Puglia.
Para a Coordenadora, é possível perceber que a mensagem da entidade tem grande receptividade do público, dos esportistas e de educadores que trabalham o esporte como meio de mudança social. Mas, afirma Puglia, “falta um entendimento maior sobre toda essa questão que não é tão fácil, não é tão simples como parece”.
“Não existe possibilidade de alcançar um desenvolvimento pleno se não levar em conta a participação das mulheres”, declarou a representante da ONU Mulheres no evento promovido pelo Conselho Internacional do Esporte Militar, Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil e Academia Brasileira de Filosofia.
Segundo Puglia, o caminho é promover um outro entendimento sobre a convivência entre mulheres e homens, superar problemas milenares “para construir uma convivência harmônica, pacífica e satisfatória”.
A participação da entidade na competição também se dá por meio da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”, lançada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, quando da sua visita ao Brasil, em junho. Um estande foi montado no Centro Cultural Sérgio Vieira de Mello – inaugurado dia 18 na Vila Militar, zona oeste -, e diversas ações de conscientização acontecem, ao longo da semana, em instalações esportivas.

fonte: Site ONU

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Homens e mulheres da delegação brasileira para os 5º Jogos Mundiais Militares se unem pelo fim da violência contra as mulheres e meninas. Antes de se lançarem à competição, Jadel Gregório (salto triplo), Denise Campos (maratona), Luiz Ramos (boxe), Kátia Cilene (futebol feminino), Rafael Lima (boxe), Simone Lima (pentatlo) e Soraya Cabral (corrida de orientação) dedicaram parte do seu tempo para participar da Campanha do Secretário-Geral das Nações Unidas “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”.
O grupo respondeu ao desafio global de acabar com a violência contra as mulheres e meninas. E segue agora convocando atletas e o público dos 5º Jogos Mundiais Militares por meio de mensagens em vídeo, folhetos e materiais de sensibilização que serão distribuídos nas Vilas Militares, espaços de convivência e competições finais de vôlei feminino de praia e de quadra, atletismo e de futebol feminino e masculino.
Por meio da parceria entre as Nações Unidas, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil – CCOPAB e o Ministério da Defesa, a campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”, liderada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, chega ao maior evento esportivo militar já realizado no Brasil, que vai reunir 112 países e mais de 4.000 atletas, no período de 16 a 24 de julho, no Rio de Janeiro.
UNA-SE nos Jogos Rio 2011
A mensagem da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” vai circular nos principais espaços e instalações dos 5º Jogos Mundiais Militares. Placas fixadas nos estádios Engenhão, Maracanãzinho, São Januário e Parque Aquático Maria Lenk e abordagens com atletas e públicos das competições de atletismo, vôlei de praia feminino e masculino, vôlei de quadra feminino e masculino, futebol feminino e masculino fazem parte da estratégia de sensibilização da campanha.
No corpo-a-corpo, as Nações Unidas e a equipe voluntária, mobilizada com o apoio do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, vão distribuir mochilas, fitas de pulso e folhetos da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”. O objetivo é sensibilizar e engajar o público dos 5º Jogos Mundiais Militares para a prevenção e a eliminação da violência de gênero, fenômeno global que atinge mulheres e meninas de todas as classes sociais, raças e culturas. As ações promocionais focadas no grande público vão acontecer nos dias 23 e 24 de julho durante as competições finais (ver programação abaixo) dos 5º Jogos Mundiais Militares.
Gênero, Esporte e Paz
Durante os Jogos, a ONU Mulheres participará, nos dia 17 e 18 de julho, do Seminário Esporte, Desenvolvimento e Paz promovido pelo Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil e pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. Na segunda-feira (18/7), Júnia Puglia, coordenadora de Programas da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, será uma das expositoras do seminário. Ela vai falar sobre a importância da perspectiva de gênero no esporte e como isso pode influir positivamente nas Operações de Paz. O seminário acontecerá na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
Além das ações promocionais, as Nações Unidas vão expor vídeos, publicações e portais de internet da Campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” no Espaço Cultural Sergio Vieira de Mello, que vai funcionar do dia 18 a 22 de julho, na Vila Militar. O ponto alto da programação da campanha está programado para a sexta-feira (22/7), a partir das 9h, quando haverá a apresentação do Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco & Cultural Saias na Folia.
Todas as atividades da Campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” nos Jogos Rio 2011 são desenvolvidas pela ONU Mulheres, UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos), UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas) e Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, com apoio do Ministério da Defesa.
Fonte: ONU Brasil

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Entrevista Luiza Possi

A cantora e compositora Luiza Possi,  de 27 anos, assumiu esse ano mais um grande desafio na carreira: ser jurada da terceira temporada do reality show “Ídolos”,  da “Rede Record”. Filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor-artístico Líber Gadelha, ela iniciou a carreira em 1999 e lançou o primeiro disco 2 anos depois, pela gravadora “Indie Records”, onde o pai dela era presidente. Desde então, ela lançou seis álbuns, dois ao vivo, e dois DVDs. Agora prepara-se para lançar, em agosto, o DVD “Seguir Cantando”.
Luiza Possi
A cantora e compositora Luiza Possi,  de 27 anos, assumiu esse ano mais um grande desafio na carreira: ser jurada da terceira temporada do reality show “Ídolos”,  da “Rede Record”. Filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor-artístico Líber Gadelha, ela iniciou a carreira em 1999 e lançou o primeiro disco 2 anos depois, pela gravadora “Indie Records”, onde o pai dela era presidente. Desde então, ela lançou seis álbuns, dois ao vivo, e dois DVDs. Agora prepara-se para lançar, em agosto, o DVD “Seguir Cantando”.
1 – Como é ser jurada de “Ídolos”?
No ano passado, eu havia participado como jurada convidada, mas agora a responsabilidade é outra, pois você se envolve muito mais emocionalmente com os candidatos e com a estrutura do programa. Estou adorando a experiência. É um programa muito legal. Eu e Rick (Bonadio) nos conhecemos há uns 10 anos, ele produziu meus dois primeiros discos e é um grande amigo. O Marco (Camargo) é essa figura superengraçada e divertida que vocês conhecem.
2 – Quais são os seus critérios para julgar um candidato?
São critérios mais emocionais do que racionais. Se a pessoa não tiver qualidade técnica mas cantar com emoção e arrepiar, com certeza, ela passa de fase. Foi o caso do Danilo Queixada, que não tinha técnica vocal, mas chegou até os 15 melhores. Mas claro que avaliamos a parte técnica como um conselho para a carreira deles.
3 – Você se considera severa nos julgamentos?
Não acho que estou sendo severa, mas não estou ali para passar a mão na cabeça de ninguém. Tenho muito respeito por todos os candidatos, que podem ser meus colegas de profissão. Estou ali vendo o que essa nova geração de cantores faz e o que a influencia, e para passar meu conhecimento com muito amor.
4 – Como você concilia o programa com shows e gravações?
Desde o final do ano, quando assinei o contrato, já tinha em mãos o cronograma e, a partir disso, organizei minha vida. Por isso, encerramos a turnê “Bons Ventos” em março, gravamos o DVD “Seguir Cantando”, que tem 12 faixas inéditas, em abril, e o lançaremos em agosto. Foi tudo de acordo com a agenda do “Ídolos”.
5 – O que você recomenda a quem quer se cantor?
Para ser um ídolo, você tem que se tornar uma referência e não só colocar no palco os seus ídolos. Isso faz toda a diferença, até porque sabemos como esse mundo é bem competitivo. Se não tiver um diferencial, algo que marque a personalidade musical, as pessoas preferirão quem tem essas qualidades.
6 – Como você resolveu ser cantora?
Não sei como descobri. Eu compunha e cantava minhas músicas em alguns churrascos. Aí me convidaram para o teste para ser vocalista de uma banda e comecei a fazer shows. Quando as gravadoras começaram a me chamar, eu liguei para meu pai, que tinha gravadora, e falei: “Vou gravar.” Aí ele disse: “Então vamos gravar juntos.
7 – Você teve dificuldades por ser filha do presidente da gravadora?
Bastante. Eu tinha que gravar música minha falando que era do Nando Reis. Aí as pessoas achavam a música bonita e me deixavam gravar. Só depois eu falava que era minha. Até conquistar respeito, mesmo dentro de casa, você tem que provar muito. Meu pai não queria me gravar, antes das outras gravadoras quererem porque tinha medo do nepotismo.
8 – E a incomodava o fato de ser filha da Zizi Possi?
Fui muito ingênua, até por ter sido lançada muito nova e por ter uma relação com a música muito própria. A primeira vez que um jornalista me perguntou isso, levei um susto. É o que preciso viver nessa vida para evoluir e não sei como seria minha vida sem isso. Sempre tenho que ter um crivo de uma profissional megarespeitada antes de receber as avaliações do meu trabalho.
9 – Você toma cuidados com sua privacidade?
O maior cuidado que poderia ter tomado foi me mudar do Rio de Janeiro para São Paulo. No Rio, você tem muito menos lugares para frequentar. Então ou vai neles, onde estão os paparazzi e os fofoqueiros, ou não vai a lugar algum. Eu me vi várias vezes na porta de casa desistindo de sair, porque não queria que as pessoas soubessem que fui comprar uma cenoura ou uma berinjela (risos).
10 – O que pensa sobre direitos autorais na internet?
As coisas estão passando por uma transição, assim como passaram da vitrola para a fita cassete e da fita cassete para o CD. Agora as pessoas compram mp3 ou mp4. Não podemos ignorar, mas temos que estruturar, culturalmente, para que seja pago como seriam os direitos de um disco. Nos Estados Unidos, várias bandas, como Radiohead, deram a oportunidade para os fãs pagarem ou não para baixar o disco, e eles resolveram pagar o preço médio de US$16 (R$ 25).
1 – Como é ser jurada de “Ídolos”?
No ano passado, eu havia participado como jurada convidada, mas agora a responsabilidade é outra, pois você se envolve muito mais emocionalmente com os candidatos e com a estrutura do programa. Estou adorando a experiência. É um programa muito legal. Eu e Rick (Bonadio) nos conhecemos há uns 10 anos, ele produziu meus dois primeiros discos e é um grande amigo. O Marco (Camargo) é essa figura superengraçada e divertida que vocês conhecem.
2 – Quais são os seus critérios para julgar um candidato?
São critérios mais emocionais do que racionais. Se a pessoa não tiver qualidade técnica mas cantar com emoção e arrepiar, com certeza, ela passa de fase. Foi o caso do Danilo Queixada, que não tinha técnica vocal, mas chegou até os 15 melhores. Mas claro que avaliamos a parte técnica como um conselho para a carreira deles.
3 – Você se considera severa nos julgamentos?
Não acho que estou sendo severa, mas não estou ali para passar a mão na cabeça de ninguém. Tenho muito respeito por todos os candidatos, que podem ser meus colegas de profissão. Estou ali vendo o que essa nova geração de cantores faz e o que a influencia, e para passar meu conhecimento com muito amor.
4 – Como você concilia o programa com shows e gravações?
Desde o final do ano, quando assinei o contrato, já tinha em mãos o cronograma e, a partir disso, organizei minha vida. Por isso, encerramos a turnê “Bons Ventos” em março, gravamos o DVD “Seguir Cantando”, que tem 12 faixas inéditas, em abril, e o lançaremos em agosto. Foi tudo de acordo com a agenda do “Ídolos”.
5 – O que você recomenda a quem quer se cantor?
Para ser um ídolo, você tem que se tornar uma referência e não só colocar no palco os seus ídolos. Isso faz toda a diferença, até porque sabemos como esse mundo é bem competitivo. Se não tiver um diferencial, algo que marque a personalidade musical, as pessoas preferirão quem tem essas qualidades.
6 – Como você resolveu ser cantora?
Não sei como descobri. Eu compunha e cantava minhas músicas em alguns churrascos. Aí me convidaram para o teste para ser vocalista de uma banda e comecei a fazer shows. Quando as gravadoras começaram a me chamar, eu liguei para meu pai, que tinha gravadora, e falei: “Vou gravar.” Aí ele disse: “Então vamos gravar juntos.
7 – Você teve dificuldades por ser filha do presidente da gravadora?
Bastante. Eu tinha que gravar música minha falando que era do Nando Reis. Aí as pessoas achavam a música bonita e me deixavam gravar. Só depois eu falava que era minha. Até conquistar respeito, mesmo dentro de casa, você tem que provar muito. Meu pai não queria me gravar, antes das outras gravadoras quererem porque tinha medo do nepotismo.
8 – E a incomodava o fato de ser filha da Zizi Possi?
Fui muito ingênua, até por ter sido lançada muito nova e por ter uma relação com a música muito própria. A primeira vez que um jornalista me perguntou isso, levei um susto. É o que preciso viver nessa vida para evoluir e não sei como seria minha vida sem isso. Sempre tenho que ter um crivo de uma profissional megarespeitada antes de receber as avaliações do meu trabalho.
9 – Você toma cuidados com sua privacidade?
O maior cuidado que poderia ter tomado foi me mudar do Rio de Janeiro para São Paulo. No Rio, você tem muito menos lugares para frequentar. Então ou vai neles, onde estão os paparazzi e os fofoqueiros, ou não vai a lugar algum. Eu me vi várias vezes na porta de casa desistindo de sair, porque não queria que as pessoas soubessem que fui comprar uma cenoura ou uma berinjela (risos).
10 – O que pensa sobre direitos autorais na internet?
As coisas estão passando por uma transição, assim como passaram da vitrola para a fita cassete e da fita cassete para o CD. Agora as pessoas compram mp3 ou mp4. Não podemos ignorar, mas temos que estruturar, culturalmente, para que seja pago como seriam os direitos de um disco. Nos Estados Unidos, várias bandas, como Radiohead, deram a oportunidade para os fãs pagarem ou não para baixar o disco, e eles resolveram pagar o preço médio de US$16 (R$ 25).

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Atleta de Ceilândia representa o DF no Sul Americano de Jiu-Jitsu 2011

Nos dias 18 e 19 de Junho, próximo final de semana, a atleta Yanca de Fátima, moradora de Ceilândia Norte, compete na modalidade Infanto-Juvenil o campeonato Sul Americano de Jiu-Jitsu 2011 pela CBJJE, que acontece na ABB de Salvador – BA.


A jovem de apenas 13 anos já conquistou mais de 12 medalhas em campeonatos importantes pelo Brasil e exterior. Em 2010 foi campeã Brasileira e Vice-Campeã Mundial.
A Ceilandense, que treina na academia Cei Jiu-Jitsu com o mestre Claudio Careca, procurou a Administração da cidade em busca de apoio para participar desta competição, já que teria que arcar com passagens e hospedagem. A regional encaminhou a atleta para o programa Compete Brasília da Secretaria de Esporte, onde conseguiu as passagens de ida e volta com acompanhante.

Yanca acabou de embarcar com o seu pai, marcos, e promete trazer mais uma medalha para a cidade onde nasceu. Antes de seguir até o aeroporto, a jovem passou pela Administração de Ceilândia, onde recebeu os cumprimentos do Administrador, Ari de Almeida, que desejou boa sorte e se colocou á disposição para demais apoios.

Fonte: Ascom Ceilância

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Ria Uki, uma diplomata da Indonésia no Brasil

Diplomata, bacharel em Sociologia e pós-graduada em Relações Internacionais, Ria Uki é a 2ª Secretária para Assuntos Políticos na Embaixada da República da Indonésia no Brasil. Com este perfil, e apenas 39 anos, Ria Uki Suharsm, com certeza é uma mulher que tem o olhar diferenciado.

Em entrevista ao nosso blog “O olhar da Mulher Diferenciado”, Ria conta que mais mulheres ingressam na profissão de diplomata nos últimos dez anos, mas deixou claro que não existe um processo de recrutamento diferenciado entre homens e mulheres. O que prova que as mulheres estão altamente competitivas assim como os homens e, que se preparando cada vez mais para ocupar posições de alto nível.

Ria Uki, uma diplomata da Indonésia No Brasil
“Não existe tratamento específico ou proporção especial para as mulheres no sistema de recrutamento de diplomata na Indonésia, isso prova que a mulher é altamente competitiva assim como o homem”.

Declarou que ama trabalhar com assuntos políticos e que gosta do que faz. Suas principais ações na Embaixada da Indonésia são: estreitar relações entre a Indonésia e o Brasil, diagnosticar problemas entre os dois países e avaliá-los, a fim de encontrar a melhor solução Já na área política, ela conta, que sua missão é promover uma cooperação mais estreita entre os parlamentos dos dois países, sendo a única maneira do povo das duas nações reconhecer as potencialidades econômicas e oportunidades que poderiam ser exploradas entre a Indonésia e o Brasil.


Citou ainda que Embaixador Sudaryomo vem promovendo e facilitando os esforços untiredly, desde que ele chegou ao Brasil, em outubro de 2010. A interação entre os funcionários do governo, parlamentos, bem como pessoas de negócios para o Brasil está crescendo.

Eu acredito que há mais oportunidades a serem exploradas entre a Indonésia e o Brasil, para os benefícios e prosperidade do nosso povo. E é essa a nossa missão no Brasil, afirma Ria.


Por Socorro Araújo

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Deputados se reúnem com Ministra Maria do Rosário

Em reunião com a Ministra Maria do Rosário da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), nessa quarta-feira (06/06) o Deputado Ricardo Quirino (PRB/DF) juntamente com Deputado Vitor Paulo (PRB/RJ) estiveram debatendo sobre as políticas publicas do Governo Federal em relação à população Idosa.  

Deputado Quirino e Ministra

A Ministra manifestou apoio aos parlamentares e mostrou o desejo de inteirar-se da Frente em Defesa do Idoso, disse ainda que as pessoas não estejam preparadas culturalmente para respeitar as pessoas com idade avançada, declarou que é necessária uma mudança cultural. O que não está acontecendo, pois muitos ainda vêem os idosos como pessoas incapazes ou até mesmo como crianças.
Temos que colocar na cabeça das pessoas que o ser humano vai ficando mais velho, porém com saúde, com autonomia e qualidade de vida com respeito e como cidadão”, afirmou a Ministra.

Reunidos com a Ministra
A ministra salientou que o envolvimento de parlamentares com questão da pessoas idosa é fundamental para que o trabalho do governo federal  em defesa dos direitos dos mesmos tenha sucesso.

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Dra Elizabeth, diretora administrativa da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme no Distrito Federal

Dra. Elizabeth Correia Santos, fisioterapeuta e diretora administrativa da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme no DF, recentemente foi convidada para compor a mesa de uma Audiência Pública  sobre Doença Falciforme, um das doenças de maior incidência no Brasil sendo predominante nos descendentes Africanos.
Ela que tem uma filha portadora da doença falciforme, descreve a dificuldade, por conta da desinformação e a falta de prática em relação ao problema e enfatizou a importância de divulgar a doença para a população.
Dra Elizabeth
Conta que em uma das crises da filha proveniente da doença, em que estava em viagem, o médico que a atendeu apesar ter lido em livros, nunca tinha atendido uma paciente com a doença falciforme e com a falta de informação do médico, a filha foi submetida a vários tipos de medicações que não eram necessárias.
As pessoas não sabem que a doença falciforme existe, os próprios professores não tem conhecimento, somente as pessoas que tem a doença ou alguém que tem um portador de falciforme na família”, disse Elizabeth.
A associação na qual Dra. Elizabeth é diretora funciona no Distrito Federal E vários associados buscam saber informações da doença falciforme.
Ela chamou a atenção para a falta de espaço que tem para a realização de reuniões e faz um apelo ao governo local para a implantação do programa de atenção integral.

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Rosângela Gomes, a presidenta Nacional do PRB Mulher

                        Rosângela Gomes, a presidenta Nacional do PRB Mulher

 
O espaço da mulher está cada vez mais firmado, principalmente em locais que antes nem eram imaginados.No cenário político, ela mostra ser peça fundamental para as decisões. Há exemplos de força, garra, determinação e luta para que os direitos e espaço da mulher sejam garantidos na sociedade.
A Deputada Estadual do Rio de Janeiro, presidenta nacional do PRB Mulher, Rosângela Gomes, trabalha em prol de ações que dignificam o sexo feminino e que proporcionam mais igualdade.Declarou que a participação da mulher na política é muito importante, é termo constitucional.
Deputada Rosângela Gomes falando da importancia da Mulher na Politica
“Quero trabalhar as políticas públicas voltadas para mulheres. A demanda apresentada pelo setor feminino ainda está muito além daquilo que deveria ser.” Afirmou a deputada.

Rosângela é uma mulher desbravadora que conquistou muitas vitórias no decorrer da sua vida, mas veio de uma família simples. Sua mãe era doméstica e seu pai faleceu quando tinha apenas doze anos, o que trouxe muitas conseqüências para sua família. Sua mãe se tornou alcoólatra e ela passou a freqüentar as ruas. 
Sem perspectiva de vida e sem parentes por perto, sentiu-se triste e excluída da sociedade. Sem encontrar alternativa, se drogava com remédios, chegando ao ponto de aparentar uma pessoa morta. Em uma dessas crises, resolveu confiar em Deus e nela mesma.
Foi então que saiu das ruas e começou a procurar emprego. Aos 21 anos foi trabalhar em uma clínica de odontologia em Nova Iguaçu como auxiliar de serviços gerais. Rosângela sempre dizia para ela mesma: “Sou nova, tenho dois braços e tenho saúde, vou estudar, vou à luta”.

Com muito esforço conseguiu fazer o curso de auxiliar de enfermagem e trabalhou no Hospital da Posse durante sete anos.As dificuldades não a desanimaram, pois nutria dentro de si o sonho de cursar uma faculdade. Ela trabalhava a noite inteira e estudava à tarde. “Consegui me formar em biologia e, em seguida, fiz o curso de direito.” Lembra Rosângela.

Sua trajetória na política começou ao se envolver com programas sociais em sua cidade. Sendo este o ponto de partida logo foi indicada para concorrer como vereadora e conseguiu a vitória. Elegeu-se e foi a terceira mais votada na cidade de Nova Iguaçu.Hoje ela é Deputada Estadual pelo PRB - Partido Republicano Brasileiro, em Nova Iguaçu (RJ), e Presidenta Nacional do PRB MULHER.

Rosângela Gomes superou todas as dificuldades, venceu todos os limites e conseguiu ser uma mulher realizada. A deputada com certeza é uma mulher que tem o olhar diferenciado.





Por Socorro Araújo





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ALIENAÇÃO PARENTAL

          A alienação parental foi o termo proposto por Richard Gardner, em 1985, para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge, criando sentimentos de ansiedade e temor em relação a ele. Isso acontece normalmente, quando o casamento acaba e os filhos ficam no meio do bate-boca que, na maioria das vezes, não cessa tão cedo.
        Para que se evite este tipo de trauma aos menores, que por muitas vezes chega a ser irreversível, foi sancionado no dia 26 de agosto de 2010 a Lei nº 12.318 que versa sobre a alienação parental, alterando o artigo 236 da Lei nº 8.069 de 13 de junho de 1990 – Estatuto da Criança e Adolescente.  
        No artigo 2º da referida Lei diz que: Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com estes.
         No Brasil há carência de estatísticas sobre o tema. O que se sabe, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é que em 90% dos casos as mães detêm a guarda dos filhos e, por isso, é delas o maior índice de alienação parental: ato de afastar o filho do genitor que não tem a guarda.
          Em países em que há maior equilíbrio na atribuição da guarda, há igualmente maior equilíbrio na incidência de homens e mulheres alienadores, segundo pesquisas nesta área.
Juliana Sant' Ana Machado, Advogada e pós-Graduada em  Direito Publico
           Apesar de os números apontarem uma propensão maior de as mães darem o pontapé inicial na alienação, o pai dá sua negativa contribuição quando manipula afetivamente a criança nos momentos das visitas, influenciando-a a pedir para ir morar com ele. Juntando pais e mães, estima-se que 80% dos filhos de pais divorciados já tenham sofrido algum tipo de alienação parental e que cerca de 20 milhões de crianças passem por esse tipo de violência.
           Ainda de acordo com o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com seus pais, sendo privados do afeto e convívio com o genitor ausente, o que tem consequências trágicas no seu desenvolvimento psicossocial. É uma notícia lamentável.

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II ENCONTRO NACIONAL MULHER NO PODER

II ENCONTRO NACIONAL MULHER NO PODER

O II encontro nacional “Mulher no poder” celebrado no último dia (25), na Câmara dos Deputados reuniu várias mulheres de peso e com o olhar diferenciado como, a presidenta nacional  do PRB Mulher, e deputada estadual Rosângela Gomes(RJ), deputada Federal Janete Petá(PT-SP), deputada federal Luiza Erundina (PSB/SP), a responsavél pela secretaria  da Mulher no Distrito Federal,Olgamir Amância; a presidenta da Federação de Atletismo no Distrito Federal, a recordista Carmem de Oliveira e a presidenta do PRB Mulher de São Paulo, Maria Helena Lancerotti com a finalidade de discutir a influência da Mulher na Comunidade e no parlamento.


II Encontro Naciona Mulher no Poder

A deputada Rosangela Gomes presidiu o encontro e  disse que sua missão é trabalhar promovendo políticas públicas voltadas para mulheres. Quero trabalhar as políticas publicas voltada para mulheres, pois a meu ver a demanda apresentada pelo setor feminino ainda está muito além daquilo que deveria ser hoje, a prestação de serviço de qualidade para todas as mulheres da sociedade”.Disse.

Convidadas atentas na reunião

Políticas públicas voltadas para o público feminino, disse a deputada Janete Pietá que é uma forma de estimular  as mulheres à estudarem assuntos modernos,  apoiando suas filhas e netas a pensarem em profissões que estão em alta, quebrando o paradigma  que prega  que o lugar da mulher não é somente tomar conta de casa, disse Pietá.

Já a deputada Elcione Barbalho(PMDB/PA),  enfatizou que a Mulher tem um caminho a ser seguido e com determinação e vontade ela pode ocupar seu espaço.
O evento  contou também com a presença do presidente Nacional do PRB,  Dr. Marcos Pereira que  manifestou apoio no trabalho da Mulher  na militância do PRB, e  em toda  sociedade Brasileira.

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Frente Parlamentar em Defesa dos Estudantes Universitários

Alunos da Universidade Federal da Paraíba participam do lançamento da Frente Parlamentar em defesa dos Estudantes Universitários

 


Cerca de quarenta e nove alunos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), compareceram á Câmara dos deputados em Brasília, na tarde, da última quarta-feira (24), para prestigiar o lançamento da Frente Parlamentar em defesa dos Estudantes Universitários idealizado pelo deputado Federal Ricardo Quirino (PRB-DF).
Parlamentares e os Universitários da UFPB
Com objetivo de desenvolver a qualidade da educação no País, a frente irá funcionar como uma intermediadora entre as instituições de ensino superior e alunos, quando os mesmos forem de alguma  forma prejudicados em seus direitos. “A Frente será uma porta na mediação de conflitos, disse Quirino.
O Aluno Najh Ahmad, cursa direito na Universidade Alvorada e sente que hoje o estudante Universitário precisa de uma melhor qualidade no ensino e isso  pode ser trabalhado por meio da iniciativa dessa frente. “Ao falar de estudante Universitário estamos nos referindo ao desenvolvimento e o futuro do nosso país”, disse Najh.
Renata Teixeira recém-formada em jornalismo, fez questão de participar da frente e disse estar muito feliz com a iniciativa do deputado, pois existem muitas faculdades e nem todas correspondem as expectativas do aluno de forma positiva.


Universitários da Universidade Federal de Paraíba, atentos a reunião


 O que o aluno  gasta  investindo em sua formação nas Universidades privadas  muitas das vezes não tem retorno a altura do que espera. As Universidades deixa muito a desejar tanto no ensino,no ambiente educacional quanto na estrutura da instituição.Isso é um desrespeito com o aluno”, desabafou Teixeira.
Outros parlamentares também contribuíram e apoiaram o evento, como o deputado Evandro Garla (PRB-DF),Efraim Filho(DEM-PB), Pedro Uczai (PT-SC),Romero Rodrigues (PSDB-PB)  e o procurador Regional da República Luciano Maia.

Recém-Formada Renata Teixeira, com deputado Ricardo Quirino

Universitárias também prestigiaram o deputado Ricardo Quirino

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Carla, a primeira brasileira a pilotar um caça a jato







Tenente Carla A. Borges



De todos os pilotos de combate de primeira linha da Força Aérea Brasileira (FAB), a tenente-aviadora Carla Alexandre Borges é a única que ajeita os brincos e prende o cabelo ao tirar o capacete depois de um voo. No início do mês, aos 28 anos, a paulista de Jundiaí se tornou a primeira mulher brasileira a assumir o comando de um caça a jato, realizando um sonho que tinha desde a infância, quando pedia que a família a levasse para ver os aviões no aeroclube da cidade.


"Minha tia me levava para feiras de aviação desde que eu tinha cinco anos e eu pedia para ver os aviões no aeroporto nos fins de semana", conta ao retornar de um voo de instrução de combate na Base Aérea de Santa Cruz, na zona oeste do Rio. "Meu quarto era cheio de pôsteres e miniaturas de aviões. Quando eu pilotei sozinha um caça a jato pela primeira vez, realizei um sonho."


Até o início de outubro, Carla deve concluir o curso de aviação de caça de primeira linha, como são classificadas as aeronaves A-1 - especializadas em ataques a alvos em solo, com velocidades de até 900 km/h e capazes de carregar mísseis e munição 30 mm. Com uma preparação de oito anos em quatro cidades, conquistou a função de líder de esquadrão de caça.


"Os únicos tratamentos diferentes que ela recebe são um vestiário e um banheiro próprios", declara o Major Martire, subcomandante do esquadrão de que Carla faz parte. A piloto confirma que recebe a mesma cobrança que seus colegas homens, apesar dos brincos de brilhantes que usa debaixo do capacete.


"Mesmo sendo um ambiente masculino, eu não perco a feminilidade", diz, rindo. "Eu recebo um tratamento profissional tanto no voo como no solo e me sinto como qualquer outro piloto em formação." Carla fez parte da primeira turma da Academia da Força Aérea que passou a aceitar mulheres entre seus integrantes. Em 2002, desistiu de tentar ingressar no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), passou no concurso da Academia da Força Aérea (AFA) e mudou-se para Pirassununga, a 160 km de Jundiaí.


 

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Frente Parlamentar em defesa dos Países Africanos



Foi instalada nesta tarde de terça-feira (17), no auditório Freitas Nobre localizado no Anexo IV da Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar em Defesa dos Países Africanos, que tem como presidente o Deputado Federal Márcio Marinho (PRB/BA) e por objetivo atuar na integração entre o Brasil e África.
Embaixadores e representantes dos países Africanos compareceram ao evento e manifestaram seu apoio a iniciativa da Frente.
O deputado Ricardo Quirino se colocou a disposição das embaixadas Africanas no intuito de representá-los no Distrito Federal e declarou lamentar o período de silêncio do governo Brasileiro e do mundo, em relação ao continente Africano, nos anos cinqüenta e noventa, cenário esse que mudou com o governo Lula.
 Temos que agradecer o presidente Luis Inácio Lula da Silva que realmente soube olhar pela África com o valor que ela merece a partir de 2002, com a abertura e a multiplicação de representações diplomáticas, não só no Brasil como no Exterior”, disse Quirino.
 O deputado Márcio Marinho falou de sua alegria e satisfação ao estar presidindo um trabalho em defesa aos países Africanos na Câmara e que todos os deputados que compõe a mesa manifestaram ser sensíveis a importância da Frente, compreendendo a influência e o grande valor  de estarem  representando a relação do Brasil com os países  Africanos.
Além de Márcio Marinho (PRB/BA) – Presidente e Ricardo Quirino (PRB-DF) – Vice-presidente, também integraram a mesa:  Edson Santos (PT/RJ) – 1º secretário; Janete Rocha Pietá (PT/SP) – 2ª secretária; Vilalba (PRB/PE) – 3º secretário; e Acelino Popó (PRB/BA) – 4º secretário.















Por Socorro Araujo

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Deputado Prestigia Frente Parlamentar da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano



Na manhã desta quarta-feira (18), o deputado Ricardo Quirino esteve prestigiando a Frente Parlamentar da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano, presidida pelo Deputado Federal André Figueiredo (PDT-CE)O evento aconteceu na Cafeteria do Anexo IV, da Câmara dos Deputados.


A frente viabiliza garantir o direito constitucional de amplo acesso a pratica de atividades físicas e esportivas orientadas por profissional habilitado e qualificado, fermentando ações e elaborando proposições legislativas que visem o desenvolvimento humano e a formação cidadã.
O deputado Quirino falou que a Frente traz para todas as autoridades responsabilidade e compromisso no investimento e na promoção de atividades Físicas.Comecei a praticar esportes exatamente através de um trabalho de inclusão social, para menores carentes no Estado do Rio de Janeiro.E até hoje guardo os valores que nos foram passados por nosso professores de educação Física que também eram jogadores de basquetebol do Clube Municipal-Professores Ricardo e Maguila.
 Lembro dos valores que foram trazidos pelos nossos professores de educação Física, que eram técnicos de basquetebol e jamais irei esquecer do que  me ensinaram  além das quadras”.
Estiveram presentes vários ex-atletas- o inesquecivél Bernard Rajzman medalhista de prata nas Olimpíadas de 1984, Ricarda do Vôlei, e os deputados Acelino Popó (PRB-BA) e  Romário (PSB-RJ).
Quirino, ressaltou que a presença do deputado Romário pela  expressividade que tem no cenário nacional e mundial é de fundamental importância  no sucesso da frente Parlamentar.

Socorro Araújo


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Deputado Ricardo Quirino homenageia a Polícia Militar em Sessão Solene na Câmara dos Deputados.



Deputado Ricardo Quirino participou nessa tarde de sexta-feira (13) da Sessão Solene em homenagem à Polícia Militar do Distrito Federal no Plenário Wlisses Guimarães na Câmara dos Deputados.
Em discurso o deputado Ricardo Quirino falou da importância da PM na sociedade,
“ Sempre quando precisamos de um socorro em favor  da sociedade prontamente a Policia Militar  nos atende, estão por todos   os  lugares  que andamos nos  prestando  serviços, nos dando a devida segurança”,declarou Quirino.




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