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Os 80 anos do voto feminino

Rosangela Gomes celebra a conquista, mas reclama que participação das mulheres ainda é pequena

Motivada pela comemoração dos 80 anos da conquista do voto feminino, a deputada estadual Rosangela Gomes (PRB-RJ) se reuniu com mais 13 parlamentares, na Assembleia Legislativa fluminense, para celebrar e reafirmar a importância da participação da mulher no cenário político brasileiro. A republicana ressaltou que, embora a figura feminina tenha crescido na política, o número de brasileiras envolvidas no segmento ainda não é o suficiente. “Embora tenhamos Dilma Rousseff como presidente, o Brasil ocupa o 106º lugar no ranking mundial de participação feminina na política”, afirmou.

Durante o encontro, a deputada do estado do RJ Inês Pandeló reclamou que a maioria feminina ainda não ocupa cargos de destaque. “Ainda é difícil vermos a parcela feminina da população com funções de maior importância”, lamenta.

A republicana Rosangela Gomes, que também é presidente nacional do PRB Mulher, comentou que as atividades partidárias exercem um papel fundamental para atrair e reunir pessoas interessadas em debater. “Em apenas um ano de existência, por exemplo, a nossa militância tem tido um crescimento notável em todo Brasil. Cada vez mais, mulheres se interessam em lutar por um direito que as pertence”, disse.

Para Rosangela Gomes, as mulheres precisam somar forças, fazer a diferença e ter poder de decisão. "Quando uma mulher entra na política, muda a mulher. Quando muitas mulheres entram na política, muda a política", finalizou, citando essa frase da diretora executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet.

Por Jamile Reis - PRB

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Passeata Rompendo o Silêncio


A Secretaria Especial do Idoso esteve presente na passeata “Rompendo o Silêncio”, que aconteceu dia (26/11) no centro de Brasília. O evento reuniu milhares de manifestantes em diversos estados do país, para alertar sobre os riscos da violência doméstica.

O secretário do idoso Ricardo Quirino que participou da passeata disse que não podemos aceitar a violência contra mulher na capital do país. “No lugar onde as leis federais são sancionadas não podem ser referência da violação das mesmas, como é o caso da Lei Maria da Penha”.

Para Sylvia Jane Crivella, escritora e palestrante, a violência atinge todas as idades e todas as classes sociais. As pessoas que maltratam mulheres, crianças e idosos são pessoas sem escrúpulos, covardes que maltratam com crueldade pessoas tão fragilizadas.

Para ela, a melhor forma de solucionar esse problema é denunciar, ou seja, quebrar o silêncio. “Espero que esse grande movimento aqui em Brasília seja para despertamento de toda a sociedade. Muitas mulheres, senhoras idosas sofrem agressões e sentem medo de serem menosprezadas, mas a solução está no fato de enfrentarmos de frente esse problema”,. destacou Sylvia Jane.

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