ONU MULHERES

Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres

A ONU Mulheres é a nova liderança global em prol das mulheres e meninas. A sua criação, em 2010, foi aplaudida no mundo todo e proporciona a oportunidade histórica de um rápido progresso para as mulheres e as sociedades. A ONU Mulheres trabalha com as premissas fundamentais de que as mulheres e meninas ao redor do mundo têm o direito a uma vida livre de discriminação, violência e pobreza, e de que a igualdade de gênero é um requisito central para se alcançar o desenvolvimento.

Os Estados-Membros da ONU e os ativistas dos direitos das mulheres se uniram para criar a ONU Mulheres. Eles reconheceram que tornar as questões de gênero e igualdade reais nas vidas de mulheres e meninas demandava uma organização com alcance mundial, além de uma experiência consolidada e de consideráveis recursos. Por um tempo longo demais, as mulheres foram forçadas a permanecer à margem nas questões de liderança política, segurança em zonas de conflitos, proteção contra a violência e acesso aos serviços públicos. Hoje, as mulheres precisam estar no centro das decisões como líderes, defensoras e agentes de mudanças.

A ONU Mulheres está surgindo a partir de um forte embasamento, pela fusão de quatro organizações da ONU com um sólido histórico de experiência em pesquisa, programas e ativismo em quase todos os países. Essas organizações incluem a Divisão da ONU pelo Avanço das Mulheres, o Instituto Internacional de Pesquisa e Treinamento pelo Avanço das Mulheres, o Escritório da Assessora Especial para Questões de Gênero e o Avanço das Mulheres, e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres.

A ONU Mulheres defende a participação equitativa das mulheres em todos os aspectos da vida e enfoca cinco áreas prioritárias:

o    Aumentar a liderança e a participação das mulheres;

o    Eliminar a violência contra as mulheres e meninas;

o    Engajar as mulheres em todos os aspectos dos processos de paz e segurança;

o    Aprimorar o empoderamento econômico das mulheres;

o    Colocar a igualdade de gênero no centro do planejamento e dos orçamentos de desenvolvimento nacional.

A ONU Mulheres apoia os Estados-Membros da ONU no estabelecimento de padrões globais para alcançar a igualdade de gênero e trabalha junto aos governos e à sociedade civil para formular leis, políticas, programas e serviços necessários à implementação desses padrões. A ONU Mulheres coordena e promove o trabalho do Sistema ONU no avanço da igualdade de gênero.

A ex-presidenta chilena Michelle Bachelet é a Subsecretária Geral e Diretora Executiva da ONU Mulheres. Ela traz ao seu cargo um histórico exemplar como líder visionária e defensora da justiça social e dos direitos das mulheres.

Mais informações sobre a ONU Mulheres no Brasil

EQSW 103/104 Bloco C – Lote 1 – Sudoeste
CEP 70670-350 – Brasília, DF, Brasil

(61) 3038-9280 | Fax: (61) 3038-9289


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Gislene Coimbra é uma mulher que tem o olhar diferenciado


Sargento Gislene Coimbras, idealizadora do projeto Educs – Educação para Cidadania- falou como surgiu o projeto. “Em 1991, o Educs iniciou na Ceilândia com o objetivo de levar cidadania para a população. O projeto evoluiu, nós trabalhamos com parcerias, inclusive a principal aliada nesse ano de 2012 será a Secretária do Idoso”, explicou a Sargento Coimbras.
Gislene diz que o projeto visa levar para a comunidade segurança pública através da prevenção e educação. “O trabalho é realizado junto às famílias por meio de levantamentos. O Educador consegue informações sobre os moradores e procura estimular a comunidade através da cultura.”, afirmou.

Na oportunidade falou sobre o sucesso do Educs. “Os alunos alfabetizados pelo projeto estão prontos para serem encaminhados a rede pública de ensino e até podem fazer cursos técnicos”.

Emocionada, a sargento Coimbras comentou sobre a realização de seu grande sonho. “Estou feliz por ver o Educs se expandindo a cada dia”, completou.

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Violência contra mulheres

Programa Regional Cidades Seguras: Violência contra as Mulheres e Políticas Públicas - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador e Guatemala. Coordenado pelo UNIFEM Brasil e Cone Sul.



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Hoje na América Latina, muitas cidades são cenários de diversas manifestações de temos, exclusão e iniquidade, que são obstáculos à prática de uma cidadania ativa, condição essencial de uma convivência democrática. Neste contexto, mulheres de diferentes condições sociais, raças, etnias, religiões demandam novas e mais enfáticas políticas públicas e ações para diminuir o impacto da violência em suas vidas.
A tais preocupações responde no Programa Regional Cidades Seguras, cuja meta é contribuir em: “Fortalecer o exercício dos direitos cidadãos das mulheres na América Latina, a fim de reduzir a violência pública e privada que se exerce contra elas nas cidades”. Este Programa dá continuidade e aprofunda um processo de articulação entre organizações da sociedade civil e dos governos, já iniciado na região. Redes de mulheres e redes feministas vêm contribuindo nos últimos anos com o debate público, com a geração de propostas e com o avanço no conhecimento sobre violência de gênero, na perspectiva de incidir em políticas públicas, que em muitos casos demonstraram fraquezas e vazios que devem ser superados.
Fonte: site da ONUFEM
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Dica: 5 peças que nunca saem de moda



Veja o que não pode faltar no seu guarda-roupa

A moda sugere a cada estação o que as pessoas devem ou não usar: cores, detalhes, como babados e flores, tecidos e muito mais. Porém, há peças que são chamadas de “curingas”, por nunca saírem das prateiras e vitrines. Mas, quais são elas?
Segundo a produtora de moda Daniela Avesani, tendo ao menos cinco peças-chave no guarda-roupa, a mulher corre menos risco de errar na combinação:
Vestido preto – Fácil de ser usado em diversas ocasiões, esse tipo de vestido pode deixar a pessoa mais elegante e atraente. “O estilo longo deve ser usado desde situações formais até as mais chiques. Já o na altura do joelho é ideal para datas e momentos que exigem menos dos convidados, como um jantar. O que pode mudar a beleza do vestido preto é o uso de brincos, colores e até cintos. De qualquer forma, neste caso, o que vale é se sentir bem”, comenta Daniela.
Scarpin – É um modelo clássico de sapato alto que tem a estrutura fechada, de diferentes cores, desde as mais clássicas – como o preto e cinza chumbo – até as modernas – como os coloridos. De acordo com a produtora de moda, ele passa a sensação de elegância. E apesar de serem utilizados em festas, os scarpins podem ser combinados facilmente com uma calça jeans clara ou escura.
Calça jeans – Há vários tipos de modelagens, como as tradicionais, com o corte reto, mais agarradas, entre outras. Independentemente disso, ela se tornou uma referência em moda. “Não há quem não goste dessa peça ou que não tenha pelo menos uma no armário”, comenta a especialista.
T-shirt branca – Tradicionalmente conhecida como camiseta, elas são itens essenciais em um vestuário. Por conta da modernidade, o mercado disponibiliza diversas modelagens e estilos, mas, nunca saindo de moda. “Há as com gola normal, role e por aí vai. Depende muito de como cada um se sente bem.”
Acessórios - Colar, brinco e anel são acessórios que apenas mudam de estilo e variam de tamanho, mas que dão um toque especial ao look. “Geralmente, mesmo não tendo opções novas, as pessoas acabam mudando de gosto. Há pessoas que preferem dourado, em outras fases, o prata, e por aí vai”, finaliza Daniela.


Fonte: Portal Arca Universal


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Reumatismo uma doença que atinge todas as idades

A médica Helenice Alves, sempre procurou divulgar a especialidade para que o diagnóstico ocorra o quanto antes.

Doenças reumáticas são enfermidades que acometem o aparelho locomotor – ossos, articulações, cartilagens, músculos, tendões e ligamentos. Embora sejam mais freqüentes entre a população idosa, podem acontecer em qualquer idade e comprometer diversos órgãos
do corpo humano. Uma das pioneiras na área de Reumatologia em Brasília, a médica Helenice Alves Teixeira Gonçalves assegura que reumatismo não é “doença de velho”. 
Dra Helenice Alves


“Acomete qualquer idade. Por isso, sempre procurei divulgar a especialidade, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância de diagnosticar precocemente esses problemas, que podem levar a deformidades e qualidade de vida péssima”, diz. Desde 1970 em Brasília, doutora Helenice foi a primeira residente a se especializar em Reumatologia no Hospital de Base, e é uma das homenageadas do ano pelo  Prêmio       Saúde Brasília, concedido pela Associação Médica de Brasília (AMBr) e pelo Jornal de Brasília.

Natural de São Luís do Maranhão, a médica hoje é responsável por gerenciar alguns projetos no âmbito da Secretaria de Saúde do DF (SES) – embora não tenha deixado de atuar na assistência  médica. “Como gestora, minha visão é mais ampla, no sentido de atingir objetivos maiores”, resume. Sua experiência a credenciou para essa posição. Ela trabalhou no Hospital Sarah Kubitschek, referência na medicina do aparelho locomotor. Posteriormente, foi aprovada em concurso da Secretaria de Saúde, onde trabalhou como médica reumatologista no Hospital de Base. Helenice chegou a assumir a chefia de unidades importantes do complexo, como a de Reumatologia e de Medicina Física.


As principais doenças reumáticas são a artrite reumatóide, a osteoporose, fibromialgia, artrose, além de outras patologias que acometem a coluna vertebral. Estatísticas do Ministério da Saúde indicam que 15 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de reumatismo.
Se a doença for descoberta no início e tratada corretamente, o paciente pode levar uma vida normal e sem dores.

Atenção ao idoso
Mais recentemente, a doutora Helenice Alves assumiu a chefia do Núcleo  de Atenção Integral à Saúde do Idoso da Secretaria de Saúde. O foco de atuação do Núcleo é na promoção de saúde, reabilitação, prevenção e tratamento de agravos à saúde da população com idade
maior ou igual a 60 anos.“A expectativa de vida aumentou muito em todo o Brasil, mas especialmente aqui em Brasília. Mas não adianta viver 70 ou 80 anos sem qualidade de vida. Nosso objetivo é contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos idosos”, explica a médica. Dentro do Núcleo, um programa   chama atenção: a Escola de Avós. “Com esse projeto, buscamos tirar o idoso, o avô, de casa, para atuar não apenas na assistência médica, mas também na socialização, na educação, na cidadania.


Buscamos estratégias  para que ele não fique em casa, isolado”, diz Helenice, acrescentando que o programa já faz parte da agenda de seis regionais de
Saúde do DF. Na prática, são realizadas oficinas, onde o idoso passa por um circuito de Saúde, mas tem oportunidade de conhecer artesanato, culinária, informática.
“A finalidade é integrar netos com os avós, integrar as gerações”, destaca Helenice.




                                           Secretario do idoso Ricardo Quirino e Dra Elenice em recente seminário ( Instituto Fio Cruz-RJ)




“A Dra Elenice tem sido uma grande colaboradora no trabalho que tem sido desenvolvido  em parceria com Secretaria Especial do Idoso e da Secretaria de Saúde”.


 Secretario do Idoso Ricardo Quirino







Fonte: Jornal de Brasília
Edição:  Ascom- Secretaria Especial do Idoso

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Uma mulher nas artes marciais


Não é novidade que a mulher está dominando o mundo. Ela se destaca nas empresas, nas diretorias, gerencias e chefias. No esporte não é diferente. Daniele Pinheiro, 33 anos é campeã em artes marciais. Ela mostra que é uma mulher que tem o olhar diferenciado.
Em entrevista ao nosso blog, Daniele fala de sua paixão pelo Katatê. O esporte que pratica há oito anos com várias vitórias conquistadas dentre elas: o Campeonato Brasileiro de Karatê Interestilos.

Daniele, uma mulher com olhar diferenciado

A esportista moradora de Brasília, casada e campeã declara que o incentivo pelo esporte veio do irmão que hoje é seu professor e que seus pais no inicio não aceitavam a idéia: “Aos sete anos de idade, sempre acompanhava meu irmão junto com meu pai nos eventos e campeonatos os quais ele participava. Eu sempre quis treinar. Na época também minha mãe era contra, mas com passar do tempo insisti nesse sonho e hoje estou contando os dias para ser faixa preta”, contou Daniele entusiasmada.

“O Karatê provém das técnicas de defesa sem armas, ele não podem ser confundido com um mero esporte”. Daniele diz ainda que o esporte traz grandes benefícios dentre eles: autocontrole, equilíbrio interior, disciplina e respeito. “Além dos benefícios físicos, trata-se de um caminho para a saúde perfeita, correção de postura, respiração, coordena o bem-estar físico, emocional e mental do praticante. É uma filosofia de vida, quem começa e não pára nunca”, explicou.
A mulher sempre sofreu discriminação em tudo que fazia. Hoje estamos conquistando a cada dia o nosso espaço. Como mulher é muito gratificante ser praticante deste esporte, diz a Karateca.

Daniele treina jovens do projeto Força Jovem Brasil e fala que já ver resultados a cada treino. “Percebo como estão progredindo, isso é muito gratificante!”, falou com alegria Daniele, que já tem planos para o próximo ano. “O ano de 2012 promete novidades, pois iremos participar de competições e eventos importantes como: a 1ª troca de faixas no mês de março, o Campeonato Zonal Centro-Oeste de Karatê Interestilos em Abril, na cidade de Goiânia, dentre outros ao longo do ano”.


Quem quiser participar dos treinos partir de 13 anos de idade, adolescentes, adultos e idosos. Os treinos acontecem aos sábados no espaço do Força Jovem localizado no SDS CONIC - a partir das 9h30
Mais informações: 2103-4038


 

 

Por Socorro Araújo



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Espaço conquistado com suavidade



 A luta das mulheres por igualdade profissional vem de longa  data. Melhores   salários, oportunidades parelhas às dos homens, mas, acima de tudo, respeito no  ambiente profissional.   Porém, apesar da participação da mulher no mercado de trabalho ter crescido nos últimos anos, ela continua a receber salário menor que o do homem.
                                                                                                      foto: Josemar Gonçalves
De acordo com a Pesquisa sobre Emprego e Desemprego  (PED) no Distrito Federal, divulgada pela Codeplan, em setembro, 59% dos desempregados eram do sexo  feminino. Esse percentual vem apresentando queda, porém, de forma pouco significativa, sendo  que em janeiro de 2011 estava na faixa de 61%.

Segundo a coordenadora do estudo, Adalgisa Amaral, é  preciso analisar os números com intervalos de tempo maiores. ”Ao olharmos as estatísticas mês a mês, realmente a queda será baixa. Mas se compararmos com os últimos 12 meses, por exemplo, veremos que a queda já é bastante expressiva”, explica.

Segundo a presidente  da  Codeplan, velise Longhi,  mesmo a mulher sendo maioria  entre a população brasileira  (51,3%),  respondendo  atualmente  por 48,8% dos postos de trabalho, ainda existe uma grande desigualdade salarial entre os sexos: as mulheres ganham 83%, em média, do que recebem os homens.

RENDIMENTO MÉDIO
O rendimento médio por hora trabalhada das mulheres passou de R$ 6,56 para R$ 6,72, enquanto o dos homens saltou de R$ 8,22 para R$ 8,94. As mulheres com ensino  superior recebem, em média, R$ 15,70 pela hora de trabalho, enquanto as que não têm curso superior recebem R$ 4,60 por hora. “Essas informações evidenciam que completar o Ensino Superior significa, de fato, alcançar postos mais qualificados e mais bem remunerados”, avalia Adalgiza.

Além do crescimento  quantitativo de mulheres no  mercado de trabalho,  a  pesquisa  também observou que outras oportunidades de inserção produtiva estão se abrindo para as mulheres mais escolarizadas.”Apesar da área da educação ainda ser o principal segmento a abrigar as trabalhadoras, cresceu a participação feminina no setor  de serviços especializados, como advogadas, contadoras e engenheiras, superando o setor de saúde”, reitera Adalgiza.

A coordenadora afirma ainda que falta compromisso do Estado em auxiliar as trabalhadoras. “Precisa mos conquistar políticas públicas. O Estado deve combater a discriminação e criar leis que protejam a mulher no trabalho. Além disso, é preciso que haja auxílios para elas, como creche e escolas integrais”.



Fonte: Jornal de Brasília
Edição: Socorro Araújo

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Primeira-dama Ilza Queiroz é uma mulher com o Olhar Diferenciado

Ilza Queiroz fala sobre os desafios que enfrentará ao lado do marido e governador eleito do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, para melhorar a vida dos brasilienses nas áreas de saúde, segurança, educação e os principais serviços aos cidadãos.

Fotos: Arquivo pessoal e Dinah FeitozaNo Natal de 2009.
   
A baiana Ilza Queiroz que em 1° de janeiro  assumiu  o posto de primeira-dama do Distrito que  também é médica como o marido, o governador , Agnelo Queiroz. Ginecologista, obstetra e acupunturista, ela conta que desde criança já brincava de ser médica com uma malinha de instrumentos. “No próximo ano, já vou completar 30 anos de profissão”, lembra, com orgulho. Destes, mais de 25 anos foram dedicados à Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. “Gosto de trabalhar e adoro exercer a minha atividade”, declara.
Casada há 29 anos com o também baiano Agnelo Queiroz, ela revela que eles se conheceram durante o estágio de medicina. “Foi em abril de 1979, durante os plantões de obstetrícia que fazíamos em uma maternidade de Salvador”, relembra. Sobre as principais qualidades do marido, Ilza destaca a sua determinação. “O Agnelo é uma pessoa muito responsável e perseverante. Ele sempre acredita no que faz e nunca desiste”, elogia.

O casal veio para Brasília há quase 30 anos e, na capital federal, tiveram dois filhos: Fernanda, de 24 anos, e Guilherme, de 21. Atualmente, a filha estuda relações exteriores e o filho, jornalismo. “A Fernanda já exerceu a profissão de modelo e até morou fora do Brasil por conta do trabalho. Ela já esteve em quase todos os países asiáticos e Tóquio foi um dos lugares que mais trabalhou, além de cidades europeias, entre outros locais que a profissão de modelo a levou a conhecer”, detalha a mãe corujá.
Primeira-dama
 Ilza Queiroz é uma mulher dinâmica e muito companheira do marido, entretanto, ela faz questão de salientar que prefere ficar nos bastidores. Sobre os trabalhos como primeira-dama,  afirma a intenção de dar uma atenção especial aos idosos, que serão destaque em suas ações sociais. 
No que diz respeito ao  mandato do  governador, Ilza está confiante que, com a determinação de Agnelo Queiroz, ele irá melhorar ainda mais a vida dos brasilienses. “Com certeza, ele vai buscar o que há de melhor em todas as áreas para atender à população”, ressalta. Ela comenta que a saúde é  uma das prioridades do governo, mas ressalta que a segurança e a educação também tem cuidado primordial, pois todos esses serviços têm que funcionar juntos, já que são interligados e fundamentais em qualquer boa gestão.

Momentos de lazer
Nas horas livres, primeira-dama gosta de dedicar-se à pratica do tênis, um dos seus hobbies preferidos. “Costumo jogar duas vezes por semana. É uma ótima distração, além de ser um excelente exercício físico”. Para contribuir com a saúde e bem-estar, ela ainda frequenta regularmente as aulas de pilates. Ilza também diz que adora cozinhar para a família. “Desde pequena, sempre gostei de cozinhar. Costumo preparar a comida sem ter uma receita específica, sigo o meu bom senso e gosto”, ensina. “O Agnelo aprecia muito peixe e tenho satisfação em fazer diferentes pratos com a iguaria para ele”, finaliza.

 Por Ilza Queiroz
Música: música popular brasileira
Cor: azul
Flor: rosas
Paisagem: vista do mar
Referência: sua mãe, Maria da Glória
Esporte: gosto de assistir basquete e praticar tênis
Hábito: pontualidade
Primeira-dama: dona Marisa Letícia
Sonho: que todas as pessoas tenham pelo menos o básico na vida
Slogan pessoal: fazer para os outros o que eu gostaria que fizessem para mim

Fonte: Jornal da Comunidade
Edição: Socorro Araújo

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Angola leva 1º Miss Universo no Brasil

Leila Lopes recebe a coroa das mãos de Ximena Navarrete Leila Lopes, a Miss Angola, conquistou público e júri e foi eleita Miss Universo 2011 no concurso realizado em São Paulo neste segunda, 12. Emocionada, ela recebeu a coroa e a faixa da mexicana Ximena Navarrete, eleita a mais bonita do mundo em 2010, e foi aplaudida e saudada pelas torcidas de todo mundo.

A angolana, preferida do público que lotava a casa de show paulistana, superou a ucraniana Olesia Stefano, que ficou em segundo lugar. A brasileira Priscila Machado ficou em terceiro lugar e agradeceu ao público pelo carinho. Completam o Top 5 a Miss Filipinas Shamcey Supsup e a chinesa Luo Zilin.

A venezuelana Vanessa Gonçalves ficou apenas entre as 16 melhores e quando seu nome não foi anunciado entre as dez melhores vaias se ouviram da plateia. A torcida venezuelana era uma das maiores no local.

Na hora da sabatina, as cinco finalistas, em geral, se saíram bem. Contudo, Leila Lopes, a Miss Angola, foi a mais aplaudida. "Estou muito satisfeita do jeito que Deus me fez. Gosto de mim assim. Me considero uma menina bonita por dentro, tenho meus princípios, meus valores, que adquiri da minha família. Fui muito bem educada e quero ser assim a vida toda", disse ao ser indagada se mudaria algo em si mesma.
Já à brasileira coube responder a tradicional questão sobre guerra. Priscila teve que dizer o que faria se tivesse que lutar por algo que não acreditasse. "Primeiro de tudo, ia explicar as pessoas que a principal qualidade do ser humano é o respeito. Qualquer guerra é baseada na falta de respeito, de educação e de humanidade. Como ser humano deve respeitar o outro ser humano", disse Priscila.

A ucraniana disse que trocaria de lugar com Cleópatra, a rainha do Egito, por considerá-la uma mulher forte, uma líder. A chinesa falou sobre as praias de nudismo: "Cada país tem suas leis. Devemos respeitar e entender."

A filipina também foi bastante aplaudida ao responder se mudaria de religião por amor. "A pessoa que amo é Deus, que me criou. Se a pessoa me amar terá que amar meu Deus também."

Atrações musicais
Claudia Leitte lançou em primeira mão no Miss Universo 2011 sua primeira música em inglês, "Locomotion Batucada". A cantora se apresentou no palco do concurso - transmitido para 2 milhões de pessoas no mundo todo - enquanto as 16 misses finalistas desfilaram em trajes de banho.

"São dois milhões de pessoas me assistindo, é uma oportunidade para eu mostrar meu samba, minha batucada, minha brasilidade. É a primeira vez que canto minha música em inglês na TV", disse ela.

Bebel Gilberto foi a outra atração musical da noite. Ela cantou "Close your eyes" enquanto as dez melhores misses desfilaram em trajes de gala.

Tapete vermelho
Um tapete vermelho foi estendido no Credicard Hall, onde estrelas nacionais e internacionais como a atriz Vivica Fox e os apresentadores Natalie Morales e Andy Cohen desfilaram seus modelitos pré-show. Natalie, que é filha de uma mineira e apresentadora do canal NBC, escolheu um vestido da marca brasileira Vivaz e conversou com a imprensa em português. "Morei no Rio dos 7 aos 10 anos", explicou ela.

Entre os brasileiros, Claudia Leitte foi uma das que mais chamaram atenção. Usando um Reinaldo Lourenço, a cantora falou sobre o nervosismo de cantar em inglês ao vivo para o mundo todo. "São dois milhões de pessoas me assistindo, é uma oportunidade para eu mostrar meu samba, minha batucada, minha brasilidade. É a primeira vez que canto minha música em inglês na TV", contou ela, fazendo referência à música "Locomotion Batucada".

Bem-humorada, Claudinha confessou que não leva a menor jeito para Miss. "Já fui miss de quermesse, miss do meu ônibus na Disney, mas não nasci para ser miss, não. Vou dar minha pinta de miss no palco", falou dando o tradicional tchauzinho de miss.

Isabeli Fontana, jurada do concurso, também apareceu linda em um Dolce & Gabbana e disse que nunca pensou em concursos de beleza. "Nunca tive esse sonho,nem sabia que miss existia", disse ela. Apesar disso, ela sabe da responsabilidade julgar o concurso e diz que é difícil por estar acostumada com outro padrão de beleza. "Vou me basear na elegância e na personalidade, porque beleza não é muito fundamental", falou. "O corpo não é muito importante, o importante é o conteúdo", completou.

Fonte://www.gp1.com.br

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Raquel, uma jovem empresária com o olhar diferenciado


A cada dia as mulheres vêm se superando e mostrando o seu potencial para atuar no ramo empresarial. Apesar de o Distrito Federal ser um local com foco no servidorismo público o setor comercial também acolhe a população com o fornecimento de bons produtos e, consequentemente  ajudando na economia da cidade.

De olho no que o mercado pode proporcionar para as jovens empresárias,  Sara Raquel, 24 anos prova ser uma mulher otimista, forte e que tem um olhar diferenciado. Por isso, ela buscou seguir seu instinto e investiu no mercado feminino hoje ela  é proprietária da loja  Vasti, uma loja de roupas feminina  localizada na  316 Norte.

Raquel  revela que o interesse por uma loja feminina ocorreu devido a sua identificação com o mundo da moda e na potência do universo feminino. Ela explica ter satisfação ao ver suas clientes felizes por encontrarem seu estilo na loja.

 “Temos a preocupação em alcançar á todas. O mais importante é que a nossa cliente saia da loja satisfeita”.

Sara deixa claro que as mulheres que procuram sua loja são diferenciadas, pois além de se preocupar com sua aparência, são mulheres que desejam todos dias estarem bem vestidas e apaixonada por moda.  

Segundo Sara os looks mais procurados são os clássicos pelo o fato de serem temporais e estar sempre em alta.

Raquel enfatiza que os resultados com as vendas nesse ramo  é muito positivo. A expectativa para os próximos  dez anos  é alcançar muito sucesso devido o segmento feminino ser um mercado em expansão. , “Sempre estamos  investindo em novidades  para que os resultados sejam cada vez mais satisfatórios” .

Dica para que mulheres não errarem na hora de se vestir para trabalhar

A empresária pontua que a maneira de se vestir é ampla e ela pode sempre  se  identificar  com o ambiente de trabalho sem perder a identidade de seu estilo.

Para conferir os looks oferecidos pela loja Vasti basta ir na SCN 316 Bloco “b” loja 03 Asa Norte Brasília DF.




Por Socorro Araújo

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Coordenadora de Projetos da ONU Mulheres, Júnia Puglia.

Engajada nos 5º Jogos Mundiais Militares, que acontecem até dia 24 de julho no Rio de Janeiro, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) participou na última segunda-feira (18/07) do Seminário Esporte, Desenvolvimento e Paz, realizado na Escola de Comando e Estado Maior do Exército.
De acordo com a Coordenadora de Projetos da ONU Mulheres, Júnia Puglia, o esporte é um meio de pacificação e de transmissão de valores como o companheirismo e o trabalho em equipe e é importante usar as atividades esportivas para promover a equidade de gênero. “Vai além de colocar mulheres num ambiente, mas como ver e incorporar a percepção e a presença das mulheres.”
“Nós estamos falando da igualdade nas diferenças, igualdade no direito, na cidadania, na plenitude da vida e de todas as coisas, mas cada grupo de homens e mulheres na sua especificidade física e biológica, que também é muito importante, muito bom que seja assim”, explica Puglia.
Para a Coordenadora, é possível perceber que a mensagem da entidade tem grande receptividade do público, dos esportistas e de educadores que trabalham o esporte como meio de mudança social. Mas, afirma Puglia, “falta um entendimento maior sobre toda essa questão que não é tão fácil, não é tão simples como parece”.
“Não existe possibilidade de alcançar um desenvolvimento pleno se não levar em conta a participação das mulheres”, declarou a representante da ONU Mulheres no evento promovido pelo Conselho Internacional do Esporte Militar, Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil e Academia Brasileira de Filosofia.
Segundo Puglia, o caminho é promover um outro entendimento sobre a convivência entre mulheres e homens, superar problemas milenares “para construir uma convivência harmônica, pacífica e satisfatória”.
A participação da entidade na competição também se dá por meio da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”, lançada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, quando da sua visita ao Brasil, em junho. Um estande foi montado no Centro Cultural Sérgio Vieira de Mello – inaugurado dia 18 na Vila Militar, zona oeste -, e diversas ações de conscientização acontecem, ao longo da semana, em instalações esportivas.

fonte: Site ONU

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Homens e mulheres da delegação brasileira para os 5º Jogos Mundiais Militares se unem pelo fim da violência contra as mulheres e meninas. Antes de se lançarem à competição, Jadel Gregório (salto triplo), Denise Campos (maratona), Luiz Ramos (boxe), Kátia Cilene (futebol feminino), Rafael Lima (boxe), Simone Lima (pentatlo) e Soraya Cabral (corrida de orientação) dedicaram parte do seu tempo para participar da Campanha do Secretário-Geral das Nações Unidas “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”.
O grupo respondeu ao desafio global de acabar com a violência contra as mulheres e meninas. E segue agora convocando atletas e o público dos 5º Jogos Mundiais Militares por meio de mensagens em vídeo, folhetos e materiais de sensibilização que serão distribuídos nas Vilas Militares, espaços de convivência e competições finais de vôlei feminino de praia e de quadra, atletismo e de futebol feminino e masculino.
Por meio da parceria entre as Nações Unidas, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil – CCOPAB e o Ministério da Defesa, a campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”, liderada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, chega ao maior evento esportivo militar já realizado no Brasil, que vai reunir 112 países e mais de 4.000 atletas, no período de 16 a 24 de julho, no Rio de Janeiro.
UNA-SE nos Jogos Rio 2011
A mensagem da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” vai circular nos principais espaços e instalações dos 5º Jogos Mundiais Militares. Placas fixadas nos estádios Engenhão, Maracanãzinho, São Januário e Parque Aquático Maria Lenk e abordagens com atletas e públicos das competições de atletismo, vôlei de praia feminino e masculino, vôlei de quadra feminino e masculino, futebol feminino e masculino fazem parte da estratégia de sensibilização da campanha.
No corpo-a-corpo, as Nações Unidas e a equipe voluntária, mobilizada com o apoio do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, vão distribuir mochilas, fitas de pulso e folhetos da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”. O objetivo é sensibilizar e engajar o público dos 5º Jogos Mundiais Militares para a prevenção e a eliminação da violência de gênero, fenômeno global que atinge mulheres e meninas de todas as classes sociais, raças e culturas. As ações promocionais focadas no grande público vão acontecer nos dias 23 e 24 de julho durante as competições finais (ver programação abaixo) dos 5º Jogos Mundiais Militares.
Gênero, Esporte e Paz
Durante os Jogos, a ONU Mulheres participará, nos dia 17 e 18 de julho, do Seminário Esporte, Desenvolvimento e Paz promovido pelo Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil e pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. Na segunda-feira (18/7), Júnia Puglia, coordenadora de Programas da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, será uma das expositoras do seminário. Ela vai falar sobre a importância da perspectiva de gênero no esporte e como isso pode influir positivamente nas Operações de Paz. O seminário acontecerá na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
Além das ações promocionais, as Nações Unidas vão expor vídeos, publicações e portais de internet da Campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” no Espaço Cultural Sergio Vieira de Mello, que vai funcionar do dia 18 a 22 de julho, na Vila Militar. O ponto alto da programação da campanha está programado para a sexta-feira (22/7), a partir das 9h, quando haverá a apresentação do Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco & Cultural Saias na Folia.
Todas as atividades da Campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” nos Jogos Rio 2011 são desenvolvidas pela ONU Mulheres, UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos), UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas) e Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, com apoio do Ministério da Defesa.
Fonte: ONU Brasil

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Entrevista Luiza Possi

A cantora e compositora Luiza Possi,  de 27 anos, assumiu esse ano mais um grande desafio na carreira: ser jurada da terceira temporada do reality show “Ídolos”,  da “Rede Record”. Filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor-artístico Líber Gadelha, ela iniciou a carreira em 1999 e lançou o primeiro disco 2 anos depois, pela gravadora “Indie Records”, onde o pai dela era presidente. Desde então, ela lançou seis álbuns, dois ao vivo, e dois DVDs. Agora prepara-se para lançar, em agosto, o DVD “Seguir Cantando”.
Luiza Possi
A cantora e compositora Luiza Possi,  de 27 anos, assumiu esse ano mais um grande desafio na carreira: ser jurada da terceira temporada do reality show “Ídolos”,  da “Rede Record”. Filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor-artístico Líber Gadelha, ela iniciou a carreira em 1999 e lançou o primeiro disco 2 anos depois, pela gravadora “Indie Records”, onde o pai dela era presidente. Desde então, ela lançou seis álbuns, dois ao vivo, e dois DVDs. Agora prepara-se para lançar, em agosto, o DVD “Seguir Cantando”.
1 – Como é ser jurada de “Ídolos”?
No ano passado, eu havia participado como jurada convidada, mas agora a responsabilidade é outra, pois você se envolve muito mais emocionalmente com os candidatos e com a estrutura do programa. Estou adorando a experiência. É um programa muito legal. Eu e Rick (Bonadio) nos conhecemos há uns 10 anos, ele produziu meus dois primeiros discos e é um grande amigo. O Marco (Camargo) é essa figura superengraçada e divertida que vocês conhecem.
2 – Quais são os seus critérios para julgar um candidato?
São critérios mais emocionais do que racionais. Se a pessoa não tiver qualidade técnica mas cantar com emoção e arrepiar, com certeza, ela passa de fase. Foi o caso do Danilo Queixada, que não tinha técnica vocal, mas chegou até os 15 melhores. Mas claro que avaliamos a parte técnica como um conselho para a carreira deles.
3 – Você se considera severa nos julgamentos?
Não acho que estou sendo severa, mas não estou ali para passar a mão na cabeça de ninguém. Tenho muito respeito por todos os candidatos, que podem ser meus colegas de profissão. Estou ali vendo o que essa nova geração de cantores faz e o que a influencia, e para passar meu conhecimento com muito amor.
4 – Como você concilia o programa com shows e gravações?
Desde o final do ano, quando assinei o contrato, já tinha em mãos o cronograma e, a partir disso, organizei minha vida. Por isso, encerramos a turnê “Bons Ventos” em março, gravamos o DVD “Seguir Cantando”, que tem 12 faixas inéditas, em abril, e o lançaremos em agosto. Foi tudo de acordo com a agenda do “Ídolos”.
5 – O que você recomenda a quem quer se cantor?
Para ser um ídolo, você tem que se tornar uma referência e não só colocar no palco os seus ídolos. Isso faz toda a diferença, até porque sabemos como esse mundo é bem competitivo. Se não tiver um diferencial, algo que marque a personalidade musical, as pessoas preferirão quem tem essas qualidades.
6 – Como você resolveu ser cantora?
Não sei como descobri. Eu compunha e cantava minhas músicas em alguns churrascos. Aí me convidaram para o teste para ser vocalista de uma banda e comecei a fazer shows. Quando as gravadoras começaram a me chamar, eu liguei para meu pai, que tinha gravadora, e falei: “Vou gravar.” Aí ele disse: “Então vamos gravar juntos.
7 – Você teve dificuldades por ser filha do presidente da gravadora?
Bastante. Eu tinha que gravar música minha falando que era do Nando Reis. Aí as pessoas achavam a música bonita e me deixavam gravar. Só depois eu falava que era minha. Até conquistar respeito, mesmo dentro de casa, você tem que provar muito. Meu pai não queria me gravar, antes das outras gravadoras quererem porque tinha medo do nepotismo.
8 – E a incomodava o fato de ser filha da Zizi Possi?
Fui muito ingênua, até por ter sido lançada muito nova e por ter uma relação com a música muito própria. A primeira vez que um jornalista me perguntou isso, levei um susto. É o que preciso viver nessa vida para evoluir e não sei como seria minha vida sem isso. Sempre tenho que ter um crivo de uma profissional megarespeitada antes de receber as avaliações do meu trabalho.
9 – Você toma cuidados com sua privacidade?
O maior cuidado que poderia ter tomado foi me mudar do Rio de Janeiro para São Paulo. No Rio, você tem muito menos lugares para frequentar. Então ou vai neles, onde estão os paparazzi e os fofoqueiros, ou não vai a lugar algum. Eu me vi várias vezes na porta de casa desistindo de sair, porque não queria que as pessoas soubessem que fui comprar uma cenoura ou uma berinjela (risos).
10 – O que pensa sobre direitos autorais na internet?
As coisas estão passando por uma transição, assim como passaram da vitrola para a fita cassete e da fita cassete para o CD. Agora as pessoas compram mp3 ou mp4. Não podemos ignorar, mas temos que estruturar, culturalmente, para que seja pago como seriam os direitos de um disco. Nos Estados Unidos, várias bandas, como Radiohead, deram a oportunidade para os fãs pagarem ou não para baixar o disco, e eles resolveram pagar o preço médio de US$16 (R$ 25).
1 – Como é ser jurada de “Ídolos”?
No ano passado, eu havia participado como jurada convidada, mas agora a responsabilidade é outra, pois você se envolve muito mais emocionalmente com os candidatos e com a estrutura do programa. Estou adorando a experiência. É um programa muito legal. Eu e Rick (Bonadio) nos conhecemos há uns 10 anos, ele produziu meus dois primeiros discos e é um grande amigo. O Marco (Camargo) é essa figura superengraçada e divertida que vocês conhecem.
2 – Quais são os seus critérios para julgar um candidato?
São critérios mais emocionais do que racionais. Se a pessoa não tiver qualidade técnica mas cantar com emoção e arrepiar, com certeza, ela passa de fase. Foi o caso do Danilo Queixada, que não tinha técnica vocal, mas chegou até os 15 melhores. Mas claro que avaliamos a parte técnica como um conselho para a carreira deles.
3 – Você se considera severa nos julgamentos?
Não acho que estou sendo severa, mas não estou ali para passar a mão na cabeça de ninguém. Tenho muito respeito por todos os candidatos, que podem ser meus colegas de profissão. Estou ali vendo o que essa nova geração de cantores faz e o que a influencia, e para passar meu conhecimento com muito amor.
4 – Como você concilia o programa com shows e gravações?
Desde o final do ano, quando assinei o contrato, já tinha em mãos o cronograma e, a partir disso, organizei minha vida. Por isso, encerramos a turnê “Bons Ventos” em março, gravamos o DVD “Seguir Cantando”, que tem 12 faixas inéditas, em abril, e o lançaremos em agosto. Foi tudo de acordo com a agenda do “Ídolos”.
5 – O que você recomenda a quem quer se cantor?
Para ser um ídolo, você tem que se tornar uma referência e não só colocar no palco os seus ídolos. Isso faz toda a diferença, até porque sabemos como esse mundo é bem competitivo. Se não tiver um diferencial, algo que marque a personalidade musical, as pessoas preferirão quem tem essas qualidades.
6 – Como você resolveu ser cantora?
Não sei como descobri. Eu compunha e cantava minhas músicas em alguns churrascos. Aí me convidaram para o teste para ser vocalista de uma banda e comecei a fazer shows. Quando as gravadoras começaram a me chamar, eu liguei para meu pai, que tinha gravadora, e falei: “Vou gravar.” Aí ele disse: “Então vamos gravar juntos.
7 – Você teve dificuldades por ser filha do presidente da gravadora?
Bastante. Eu tinha que gravar música minha falando que era do Nando Reis. Aí as pessoas achavam a música bonita e me deixavam gravar. Só depois eu falava que era minha. Até conquistar respeito, mesmo dentro de casa, você tem que provar muito. Meu pai não queria me gravar, antes das outras gravadoras quererem porque tinha medo do nepotismo.
8 – E a incomodava o fato de ser filha da Zizi Possi?
Fui muito ingênua, até por ter sido lançada muito nova e por ter uma relação com a música muito própria. A primeira vez que um jornalista me perguntou isso, levei um susto. É o que preciso viver nessa vida para evoluir e não sei como seria minha vida sem isso. Sempre tenho que ter um crivo de uma profissional megarespeitada antes de receber as avaliações do meu trabalho.
9 – Você toma cuidados com sua privacidade?
O maior cuidado que poderia ter tomado foi me mudar do Rio de Janeiro para São Paulo. No Rio, você tem muito menos lugares para frequentar. Então ou vai neles, onde estão os paparazzi e os fofoqueiros, ou não vai a lugar algum. Eu me vi várias vezes na porta de casa desistindo de sair, porque não queria que as pessoas soubessem que fui comprar uma cenoura ou uma berinjela (risos).
10 – O que pensa sobre direitos autorais na internet?
As coisas estão passando por uma transição, assim como passaram da vitrola para a fita cassete e da fita cassete para o CD. Agora as pessoas compram mp3 ou mp4. Não podemos ignorar, mas temos que estruturar, culturalmente, para que seja pago como seriam os direitos de um disco. Nos Estados Unidos, várias bandas, como Radiohead, deram a oportunidade para os fãs pagarem ou não para baixar o disco, e eles resolveram pagar o preço médio de US$16 (R$ 25).

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