Uma mulher nas artes marciais


Não é novidade que a mulher está dominando o mundo. Ela se destaca nas empresas, nas diretorias, gerencias e chefias. No esporte não é diferente. Daniele Pinheiro, 33 anos é campeã em artes marciais. Ela mostra que é uma mulher que tem o olhar diferenciado.
Em entrevista ao nosso blog, Daniele fala de sua paixão pelo Katatê. O esporte que pratica há oito anos com várias vitórias conquistadas dentre elas: o Campeonato Brasileiro de Karatê Interestilos.

Daniele, uma mulher com olhar diferenciado

A esportista moradora de Brasília, casada e campeã declara que o incentivo pelo esporte veio do irmão que hoje é seu professor e que seus pais no inicio não aceitavam a idéia: “Aos sete anos de idade, sempre acompanhava meu irmão junto com meu pai nos eventos e campeonatos os quais ele participava. Eu sempre quis treinar. Na época também minha mãe era contra, mas com passar do tempo insisti nesse sonho e hoje estou contando os dias para ser faixa preta”, contou Daniele entusiasmada.

“O Karatê provém das técnicas de defesa sem armas, ele não podem ser confundido com um mero esporte”. Daniele diz ainda que o esporte traz grandes benefícios dentre eles: autocontrole, equilíbrio interior, disciplina e respeito. “Além dos benefícios físicos, trata-se de um caminho para a saúde perfeita, correção de postura, respiração, coordena o bem-estar físico, emocional e mental do praticante. É uma filosofia de vida, quem começa e não pára nunca”, explicou.
A mulher sempre sofreu discriminação em tudo que fazia. Hoje estamos conquistando a cada dia o nosso espaço. Como mulher é muito gratificante ser praticante deste esporte, diz a Karateca.

Daniele treina jovens do projeto Força Jovem Brasil e fala que já ver resultados a cada treino. “Percebo como estão progredindo, isso é muito gratificante!”, falou com alegria Daniele, que já tem planos para o próximo ano. “O ano de 2012 promete novidades, pois iremos participar de competições e eventos importantes como: a 1ª troca de faixas no mês de março, o Campeonato Zonal Centro-Oeste de Karatê Interestilos em Abril, na cidade de Goiânia, dentre outros ao longo do ano”.


Quem quiser participar dos treinos partir de 13 anos de idade, adolescentes, adultos e idosos. Os treinos acontecem aos sábados no espaço do Força Jovem localizado no SDS CONIC - a partir das 9h30
Mais informações: 2103-4038


 

 

Por Socorro Araújo



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Espaço conquistado com suavidade



 A luta das mulheres por igualdade profissional vem de longa  data. Melhores   salários, oportunidades parelhas às dos homens, mas, acima de tudo, respeito no  ambiente profissional.   Porém, apesar da participação da mulher no mercado de trabalho ter crescido nos últimos anos, ela continua a receber salário menor que o do homem.
                                                                                                      foto: Josemar Gonçalves
De acordo com a Pesquisa sobre Emprego e Desemprego  (PED) no Distrito Federal, divulgada pela Codeplan, em setembro, 59% dos desempregados eram do sexo  feminino. Esse percentual vem apresentando queda, porém, de forma pouco significativa, sendo  que em janeiro de 2011 estava na faixa de 61%.

Segundo a coordenadora do estudo, Adalgisa Amaral, é  preciso analisar os números com intervalos de tempo maiores. ”Ao olharmos as estatísticas mês a mês, realmente a queda será baixa. Mas se compararmos com os últimos 12 meses, por exemplo, veremos que a queda já é bastante expressiva”, explica.

Segundo a presidente  da  Codeplan, velise Longhi,  mesmo a mulher sendo maioria  entre a população brasileira  (51,3%),  respondendo  atualmente  por 48,8% dos postos de trabalho, ainda existe uma grande desigualdade salarial entre os sexos: as mulheres ganham 83%, em média, do que recebem os homens.

RENDIMENTO MÉDIO
O rendimento médio por hora trabalhada das mulheres passou de R$ 6,56 para R$ 6,72, enquanto o dos homens saltou de R$ 8,22 para R$ 8,94. As mulheres com ensino  superior recebem, em média, R$ 15,70 pela hora de trabalho, enquanto as que não têm curso superior recebem R$ 4,60 por hora. “Essas informações evidenciam que completar o Ensino Superior significa, de fato, alcançar postos mais qualificados e mais bem remunerados”, avalia Adalgiza.

Além do crescimento  quantitativo de mulheres no  mercado de trabalho,  a  pesquisa  também observou que outras oportunidades de inserção produtiva estão se abrindo para as mulheres mais escolarizadas.”Apesar da área da educação ainda ser o principal segmento a abrigar as trabalhadoras, cresceu a participação feminina no setor  de serviços especializados, como advogadas, contadoras e engenheiras, superando o setor de saúde”, reitera Adalgiza.

A coordenadora afirma ainda que falta compromisso do Estado em auxiliar as trabalhadoras. “Precisa mos conquistar políticas públicas. O Estado deve combater a discriminação e criar leis que protejam a mulher no trabalho. Além disso, é preciso que haja auxílios para elas, como creche e escolas integrais”.



Fonte: Jornal de Brasília
Edição: Socorro Araújo

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Primeira-dama Ilza Queiroz é uma mulher com o Olhar Diferenciado

Ilza Queiroz fala sobre os desafios que enfrentará ao lado do marido e governador eleito do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, para melhorar a vida dos brasilienses nas áreas de saúde, segurança, educação e os principais serviços aos cidadãos.

Fotos: Arquivo pessoal e Dinah FeitozaNo Natal de 2009.
   
A baiana Ilza Queiroz que em 1° de janeiro  assumiu  o posto de primeira-dama do Distrito que  também é médica como o marido, o governador , Agnelo Queiroz. Ginecologista, obstetra e acupunturista, ela conta que desde criança já brincava de ser médica com uma malinha de instrumentos. “No próximo ano, já vou completar 30 anos de profissão”, lembra, com orgulho. Destes, mais de 25 anos foram dedicados à Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. “Gosto de trabalhar e adoro exercer a minha atividade”, declara.
Casada há 29 anos com o também baiano Agnelo Queiroz, ela revela que eles se conheceram durante o estágio de medicina. “Foi em abril de 1979, durante os plantões de obstetrícia que fazíamos em uma maternidade de Salvador”, relembra. Sobre as principais qualidades do marido, Ilza destaca a sua determinação. “O Agnelo é uma pessoa muito responsável e perseverante. Ele sempre acredita no que faz e nunca desiste”, elogia.

O casal veio para Brasília há quase 30 anos e, na capital federal, tiveram dois filhos: Fernanda, de 24 anos, e Guilherme, de 21. Atualmente, a filha estuda relações exteriores e o filho, jornalismo. “A Fernanda já exerceu a profissão de modelo e até morou fora do Brasil por conta do trabalho. Ela já esteve em quase todos os países asiáticos e Tóquio foi um dos lugares que mais trabalhou, além de cidades europeias, entre outros locais que a profissão de modelo a levou a conhecer”, detalha a mãe corujá.
Primeira-dama
 Ilza Queiroz é uma mulher dinâmica e muito companheira do marido, entretanto, ela faz questão de salientar que prefere ficar nos bastidores. Sobre os trabalhos como primeira-dama,  afirma a intenção de dar uma atenção especial aos idosos, que serão destaque em suas ações sociais. 
No que diz respeito ao  mandato do  governador, Ilza está confiante que, com a determinação de Agnelo Queiroz, ele irá melhorar ainda mais a vida dos brasilienses. “Com certeza, ele vai buscar o que há de melhor em todas as áreas para atender à população”, ressalta. Ela comenta que a saúde é  uma das prioridades do governo, mas ressalta que a segurança e a educação também tem cuidado primordial, pois todos esses serviços têm que funcionar juntos, já que são interligados e fundamentais em qualquer boa gestão.

Momentos de lazer
Nas horas livres, primeira-dama gosta de dedicar-se à pratica do tênis, um dos seus hobbies preferidos. “Costumo jogar duas vezes por semana. É uma ótima distração, além de ser um excelente exercício físico”. Para contribuir com a saúde e bem-estar, ela ainda frequenta regularmente as aulas de pilates. Ilza também diz que adora cozinhar para a família. “Desde pequena, sempre gostei de cozinhar. Costumo preparar a comida sem ter uma receita específica, sigo o meu bom senso e gosto”, ensina. “O Agnelo aprecia muito peixe e tenho satisfação em fazer diferentes pratos com a iguaria para ele”, finaliza.

 Por Ilza Queiroz
Música: música popular brasileira
Cor: azul
Flor: rosas
Paisagem: vista do mar
Referência: sua mãe, Maria da Glória
Esporte: gosto de assistir basquete e praticar tênis
Hábito: pontualidade
Primeira-dama: dona Marisa Letícia
Sonho: que todas as pessoas tenham pelo menos o básico na vida
Slogan pessoal: fazer para os outros o que eu gostaria que fizessem para mim

Fonte: Jornal da Comunidade
Edição: Socorro Araújo

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Angola leva 1º Miss Universo no Brasil

Leila Lopes recebe a coroa das mãos de Ximena Navarrete Leila Lopes, a Miss Angola, conquistou público e júri e foi eleita Miss Universo 2011 no concurso realizado em São Paulo neste segunda, 12. Emocionada, ela recebeu a coroa e a faixa da mexicana Ximena Navarrete, eleita a mais bonita do mundo em 2010, e foi aplaudida e saudada pelas torcidas de todo mundo.

A angolana, preferida do público que lotava a casa de show paulistana, superou a ucraniana Olesia Stefano, que ficou em segundo lugar. A brasileira Priscila Machado ficou em terceiro lugar e agradeceu ao público pelo carinho. Completam o Top 5 a Miss Filipinas Shamcey Supsup e a chinesa Luo Zilin.

A venezuelana Vanessa Gonçalves ficou apenas entre as 16 melhores e quando seu nome não foi anunciado entre as dez melhores vaias se ouviram da plateia. A torcida venezuelana era uma das maiores no local.

Na hora da sabatina, as cinco finalistas, em geral, se saíram bem. Contudo, Leila Lopes, a Miss Angola, foi a mais aplaudida. "Estou muito satisfeita do jeito que Deus me fez. Gosto de mim assim. Me considero uma menina bonita por dentro, tenho meus princípios, meus valores, que adquiri da minha família. Fui muito bem educada e quero ser assim a vida toda", disse ao ser indagada se mudaria algo em si mesma.
Já à brasileira coube responder a tradicional questão sobre guerra. Priscila teve que dizer o que faria se tivesse que lutar por algo que não acreditasse. "Primeiro de tudo, ia explicar as pessoas que a principal qualidade do ser humano é o respeito. Qualquer guerra é baseada na falta de respeito, de educação e de humanidade. Como ser humano deve respeitar o outro ser humano", disse Priscila.

A ucraniana disse que trocaria de lugar com Cleópatra, a rainha do Egito, por considerá-la uma mulher forte, uma líder. A chinesa falou sobre as praias de nudismo: "Cada país tem suas leis. Devemos respeitar e entender."

A filipina também foi bastante aplaudida ao responder se mudaria de religião por amor. "A pessoa que amo é Deus, que me criou. Se a pessoa me amar terá que amar meu Deus também."

Atrações musicais
Claudia Leitte lançou em primeira mão no Miss Universo 2011 sua primeira música em inglês, "Locomotion Batucada". A cantora se apresentou no palco do concurso - transmitido para 2 milhões de pessoas no mundo todo - enquanto as 16 misses finalistas desfilaram em trajes de banho.

"São dois milhões de pessoas me assistindo, é uma oportunidade para eu mostrar meu samba, minha batucada, minha brasilidade. É a primeira vez que canto minha música em inglês na TV", disse ela.

Bebel Gilberto foi a outra atração musical da noite. Ela cantou "Close your eyes" enquanto as dez melhores misses desfilaram em trajes de gala.

Tapete vermelho
Um tapete vermelho foi estendido no Credicard Hall, onde estrelas nacionais e internacionais como a atriz Vivica Fox e os apresentadores Natalie Morales e Andy Cohen desfilaram seus modelitos pré-show. Natalie, que é filha de uma mineira e apresentadora do canal NBC, escolheu um vestido da marca brasileira Vivaz e conversou com a imprensa em português. "Morei no Rio dos 7 aos 10 anos", explicou ela.

Entre os brasileiros, Claudia Leitte foi uma das que mais chamaram atenção. Usando um Reinaldo Lourenço, a cantora falou sobre o nervosismo de cantar em inglês ao vivo para o mundo todo. "São dois milhões de pessoas me assistindo, é uma oportunidade para eu mostrar meu samba, minha batucada, minha brasilidade. É a primeira vez que canto minha música em inglês na TV", contou ela, fazendo referência à música "Locomotion Batucada".

Bem-humorada, Claudinha confessou que não leva a menor jeito para Miss. "Já fui miss de quermesse, miss do meu ônibus na Disney, mas não nasci para ser miss, não. Vou dar minha pinta de miss no palco", falou dando o tradicional tchauzinho de miss.

Isabeli Fontana, jurada do concurso, também apareceu linda em um Dolce & Gabbana e disse que nunca pensou em concursos de beleza. "Nunca tive esse sonho,nem sabia que miss existia", disse ela. Apesar disso, ela sabe da responsabilidade julgar o concurso e diz que é difícil por estar acostumada com outro padrão de beleza. "Vou me basear na elegância e na personalidade, porque beleza não é muito fundamental", falou. "O corpo não é muito importante, o importante é o conteúdo", completou.

Fonte://www.gp1.com.br

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Raquel, uma jovem empresária com o olhar diferenciado


A cada dia as mulheres vêm se superando e mostrando o seu potencial para atuar no ramo empresarial. Apesar de o Distrito Federal ser um local com foco no servidorismo público o setor comercial também acolhe a população com o fornecimento de bons produtos e, consequentemente  ajudando na economia da cidade.

De olho no que o mercado pode proporcionar para as jovens empresárias,  Sara Raquel, 24 anos prova ser uma mulher otimista, forte e que tem um olhar diferenciado. Por isso, ela buscou seguir seu instinto e investiu no mercado feminino hoje ela  é proprietária da loja  Vasti, uma loja de roupas feminina  localizada na  316 Norte.

Raquel  revela que o interesse por uma loja feminina ocorreu devido a sua identificação com o mundo da moda e na potência do universo feminino. Ela explica ter satisfação ao ver suas clientes felizes por encontrarem seu estilo na loja.

 “Temos a preocupação em alcançar á todas. O mais importante é que a nossa cliente saia da loja satisfeita”.

Sara deixa claro que as mulheres que procuram sua loja são diferenciadas, pois além de se preocupar com sua aparência, são mulheres que desejam todos dias estarem bem vestidas e apaixonada por moda.  

Segundo Sara os looks mais procurados são os clássicos pelo o fato de serem temporais e estar sempre em alta.

Raquel enfatiza que os resultados com as vendas nesse ramo  é muito positivo. A expectativa para os próximos  dez anos  é alcançar muito sucesso devido o segmento feminino ser um mercado em expansão. , “Sempre estamos  investindo em novidades  para que os resultados sejam cada vez mais satisfatórios” .

Dica para que mulheres não errarem na hora de se vestir para trabalhar

A empresária pontua que a maneira de se vestir é ampla e ela pode sempre  se  identificar  com o ambiente de trabalho sem perder a identidade de seu estilo.

Para conferir os looks oferecidos pela loja Vasti basta ir na SCN 316 Bloco “b” loja 03 Asa Norte Brasília DF.




Por Socorro Araújo

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Coordenadora de Projetos da ONU Mulheres, Júnia Puglia.

Engajada nos 5º Jogos Mundiais Militares, que acontecem até dia 24 de julho no Rio de Janeiro, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) participou na última segunda-feira (18/07) do Seminário Esporte, Desenvolvimento e Paz, realizado na Escola de Comando e Estado Maior do Exército.
De acordo com a Coordenadora de Projetos da ONU Mulheres, Júnia Puglia, o esporte é um meio de pacificação e de transmissão de valores como o companheirismo e o trabalho em equipe e é importante usar as atividades esportivas para promover a equidade de gênero. “Vai além de colocar mulheres num ambiente, mas como ver e incorporar a percepção e a presença das mulheres.”
“Nós estamos falando da igualdade nas diferenças, igualdade no direito, na cidadania, na plenitude da vida e de todas as coisas, mas cada grupo de homens e mulheres na sua especificidade física e biológica, que também é muito importante, muito bom que seja assim”, explica Puglia.
Para a Coordenadora, é possível perceber que a mensagem da entidade tem grande receptividade do público, dos esportistas e de educadores que trabalham o esporte como meio de mudança social. Mas, afirma Puglia, “falta um entendimento maior sobre toda essa questão que não é tão fácil, não é tão simples como parece”.
“Não existe possibilidade de alcançar um desenvolvimento pleno se não levar em conta a participação das mulheres”, declarou a representante da ONU Mulheres no evento promovido pelo Conselho Internacional do Esporte Militar, Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil e Academia Brasileira de Filosofia.
Segundo Puglia, o caminho é promover um outro entendimento sobre a convivência entre mulheres e homens, superar problemas milenares “para construir uma convivência harmônica, pacífica e satisfatória”.
A participação da entidade na competição também se dá por meio da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”, lançada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, quando da sua visita ao Brasil, em junho. Um estande foi montado no Centro Cultural Sérgio Vieira de Mello – inaugurado dia 18 na Vila Militar, zona oeste -, e diversas ações de conscientização acontecem, ao longo da semana, em instalações esportivas.

fonte: Site ONU

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Homens e mulheres da delegação brasileira para os 5º Jogos Mundiais Militares se unem pelo fim da violência contra as mulheres e meninas. Antes de se lançarem à competição, Jadel Gregório (salto triplo), Denise Campos (maratona), Luiz Ramos (boxe), Kátia Cilene (futebol feminino), Rafael Lima (boxe), Simone Lima (pentatlo) e Soraya Cabral (corrida de orientação) dedicaram parte do seu tempo para participar da Campanha do Secretário-Geral das Nações Unidas “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”.
O grupo respondeu ao desafio global de acabar com a violência contra as mulheres e meninas. E segue agora convocando atletas e o público dos 5º Jogos Mundiais Militares por meio de mensagens em vídeo, folhetos e materiais de sensibilização que serão distribuídos nas Vilas Militares, espaços de convivência e competições finais de vôlei feminino de praia e de quadra, atletismo e de futebol feminino e masculino.
Por meio da parceria entre as Nações Unidas, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil – CCOPAB e o Ministério da Defesa, a campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”, liderada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, chega ao maior evento esportivo militar já realizado no Brasil, que vai reunir 112 países e mais de 4.000 atletas, no período de 16 a 24 de julho, no Rio de Janeiro.
UNA-SE nos Jogos Rio 2011
A mensagem da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” vai circular nos principais espaços e instalações dos 5º Jogos Mundiais Militares. Placas fixadas nos estádios Engenhão, Maracanãzinho, São Januário e Parque Aquático Maria Lenk e abordagens com atletas e públicos das competições de atletismo, vôlei de praia feminino e masculino, vôlei de quadra feminino e masculino, futebol feminino e masculino fazem parte da estratégia de sensibilização da campanha.
No corpo-a-corpo, as Nações Unidas e a equipe voluntária, mobilizada com o apoio do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, vão distribuir mochilas, fitas de pulso e folhetos da campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”. O objetivo é sensibilizar e engajar o público dos 5º Jogos Mundiais Militares para a prevenção e a eliminação da violência de gênero, fenômeno global que atinge mulheres e meninas de todas as classes sociais, raças e culturas. As ações promocionais focadas no grande público vão acontecer nos dias 23 e 24 de julho durante as competições finais (ver programação abaixo) dos 5º Jogos Mundiais Militares.
Gênero, Esporte e Paz
Durante os Jogos, a ONU Mulheres participará, nos dia 17 e 18 de julho, do Seminário Esporte, Desenvolvimento e Paz promovido pelo Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil e pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. Na segunda-feira (18/7), Júnia Puglia, coordenadora de Programas da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, será uma das expositoras do seminário. Ela vai falar sobre a importância da perspectiva de gênero no esporte e como isso pode influir positivamente nas Operações de Paz. O seminário acontecerá na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
Além das ações promocionais, as Nações Unidas vão expor vídeos, publicações e portais de internet da Campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” no Espaço Cultural Sergio Vieira de Mello, que vai funcionar do dia 18 a 22 de julho, na Vila Militar. O ponto alto da programação da campanha está programado para a sexta-feira (22/7), a partir das 9h, quando haverá a apresentação do Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco & Cultural Saias na Folia.
Todas as atividades da Campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” nos Jogos Rio 2011 são desenvolvidas pela ONU Mulheres, UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos), UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas) e Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, com apoio do Ministério da Defesa.
Fonte: ONU Brasil

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Entrevista Luiza Possi

A cantora e compositora Luiza Possi,  de 27 anos, assumiu esse ano mais um grande desafio na carreira: ser jurada da terceira temporada do reality show “Ídolos”,  da “Rede Record”. Filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor-artístico Líber Gadelha, ela iniciou a carreira em 1999 e lançou o primeiro disco 2 anos depois, pela gravadora “Indie Records”, onde o pai dela era presidente. Desde então, ela lançou seis álbuns, dois ao vivo, e dois DVDs. Agora prepara-se para lançar, em agosto, o DVD “Seguir Cantando”.
Luiza Possi
A cantora e compositora Luiza Possi,  de 27 anos, assumiu esse ano mais um grande desafio na carreira: ser jurada da terceira temporada do reality show “Ídolos”,  da “Rede Record”. Filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor-artístico Líber Gadelha, ela iniciou a carreira em 1999 e lançou o primeiro disco 2 anos depois, pela gravadora “Indie Records”, onde o pai dela era presidente. Desde então, ela lançou seis álbuns, dois ao vivo, e dois DVDs. Agora prepara-se para lançar, em agosto, o DVD “Seguir Cantando”.
1 – Como é ser jurada de “Ídolos”?
No ano passado, eu havia participado como jurada convidada, mas agora a responsabilidade é outra, pois você se envolve muito mais emocionalmente com os candidatos e com a estrutura do programa. Estou adorando a experiência. É um programa muito legal. Eu e Rick (Bonadio) nos conhecemos há uns 10 anos, ele produziu meus dois primeiros discos e é um grande amigo. O Marco (Camargo) é essa figura superengraçada e divertida que vocês conhecem.
2 – Quais são os seus critérios para julgar um candidato?
São critérios mais emocionais do que racionais. Se a pessoa não tiver qualidade técnica mas cantar com emoção e arrepiar, com certeza, ela passa de fase. Foi o caso do Danilo Queixada, que não tinha técnica vocal, mas chegou até os 15 melhores. Mas claro que avaliamos a parte técnica como um conselho para a carreira deles.
3 – Você se considera severa nos julgamentos?
Não acho que estou sendo severa, mas não estou ali para passar a mão na cabeça de ninguém. Tenho muito respeito por todos os candidatos, que podem ser meus colegas de profissão. Estou ali vendo o que essa nova geração de cantores faz e o que a influencia, e para passar meu conhecimento com muito amor.
4 – Como você concilia o programa com shows e gravações?
Desde o final do ano, quando assinei o contrato, já tinha em mãos o cronograma e, a partir disso, organizei minha vida. Por isso, encerramos a turnê “Bons Ventos” em março, gravamos o DVD “Seguir Cantando”, que tem 12 faixas inéditas, em abril, e o lançaremos em agosto. Foi tudo de acordo com a agenda do “Ídolos”.
5 – O que você recomenda a quem quer se cantor?
Para ser um ídolo, você tem que se tornar uma referência e não só colocar no palco os seus ídolos. Isso faz toda a diferença, até porque sabemos como esse mundo é bem competitivo. Se não tiver um diferencial, algo que marque a personalidade musical, as pessoas preferirão quem tem essas qualidades.
6 – Como você resolveu ser cantora?
Não sei como descobri. Eu compunha e cantava minhas músicas em alguns churrascos. Aí me convidaram para o teste para ser vocalista de uma banda e comecei a fazer shows. Quando as gravadoras começaram a me chamar, eu liguei para meu pai, que tinha gravadora, e falei: “Vou gravar.” Aí ele disse: “Então vamos gravar juntos.
7 – Você teve dificuldades por ser filha do presidente da gravadora?
Bastante. Eu tinha que gravar música minha falando que era do Nando Reis. Aí as pessoas achavam a música bonita e me deixavam gravar. Só depois eu falava que era minha. Até conquistar respeito, mesmo dentro de casa, você tem que provar muito. Meu pai não queria me gravar, antes das outras gravadoras quererem porque tinha medo do nepotismo.
8 – E a incomodava o fato de ser filha da Zizi Possi?
Fui muito ingênua, até por ter sido lançada muito nova e por ter uma relação com a música muito própria. A primeira vez que um jornalista me perguntou isso, levei um susto. É o que preciso viver nessa vida para evoluir e não sei como seria minha vida sem isso. Sempre tenho que ter um crivo de uma profissional megarespeitada antes de receber as avaliações do meu trabalho.
9 – Você toma cuidados com sua privacidade?
O maior cuidado que poderia ter tomado foi me mudar do Rio de Janeiro para São Paulo. No Rio, você tem muito menos lugares para frequentar. Então ou vai neles, onde estão os paparazzi e os fofoqueiros, ou não vai a lugar algum. Eu me vi várias vezes na porta de casa desistindo de sair, porque não queria que as pessoas soubessem que fui comprar uma cenoura ou uma berinjela (risos).
10 – O que pensa sobre direitos autorais na internet?
As coisas estão passando por uma transição, assim como passaram da vitrola para a fita cassete e da fita cassete para o CD. Agora as pessoas compram mp3 ou mp4. Não podemos ignorar, mas temos que estruturar, culturalmente, para que seja pago como seriam os direitos de um disco. Nos Estados Unidos, várias bandas, como Radiohead, deram a oportunidade para os fãs pagarem ou não para baixar o disco, e eles resolveram pagar o preço médio de US$16 (R$ 25).
1 – Como é ser jurada de “Ídolos”?
No ano passado, eu havia participado como jurada convidada, mas agora a responsabilidade é outra, pois você se envolve muito mais emocionalmente com os candidatos e com a estrutura do programa. Estou adorando a experiência. É um programa muito legal. Eu e Rick (Bonadio) nos conhecemos há uns 10 anos, ele produziu meus dois primeiros discos e é um grande amigo. O Marco (Camargo) é essa figura superengraçada e divertida que vocês conhecem.
2 – Quais são os seus critérios para julgar um candidato?
São critérios mais emocionais do que racionais. Se a pessoa não tiver qualidade técnica mas cantar com emoção e arrepiar, com certeza, ela passa de fase. Foi o caso do Danilo Queixada, que não tinha técnica vocal, mas chegou até os 15 melhores. Mas claro que avaliamos a parte técnica como um conselho para a carreira deles.
3 – Você se considera severa nos julgamentos?
Não acho que estou sendo severa, mas não estou ali para passar a mão na cabeça de ninguém. Tenho muito respeito por todos os candidatos, que podem ser meus colegas de profissão. Estou ali vendo o que essa nova geração de cantores faz e o que a influencia, e para passar meu conhecimento com muito amor.
4 – Como você concilia o programa com shows e gravações?
Desde o final do ano, quando assinei o contrato, já tinha em mãos o cronograma e, a partir disso, organizei minha vida. Por isso, encerramos a turnê “Bons Ventos” em março, gravamos o DVD “Seguir Cantando”, que tem 12 faixas inéditas, em abril, e o lançaremos em agosto. Foi tudo de acordo com a agenda do “Ídolos”.
5 – O que você recomenda a quem quer se cantor?
Para ser um ídolo, você tem que se tornar uma referência e não só colocar no palco os seus ídolos. Isso faz toda a diferença, até porque sabemos como esse mundo é bem competitivo. Se não tiver um diferencial, algo que marque a personalidade musical, as pessoas preferirão quem tem essas qualidades.
6 – Como você resolveu ser cantora?
Não sei como descobri. Eu compunha e cantava minhas músicas em alguns churrascos. Aí me convidaram para o teste para ser vocalista de uma banda e comecei a fazer shows. Quando as gravadoras começaram a me chamar, eu liguei para meu pai, que tinha gravadora, e falei: “Vou gravar.” Aí ele disse: “Então vamos gravar juntos.
7 – Você teve dificuldades por ser filha do presidente da gravadora?
Bastante. Eu tinha que gravar música minha falando que era do Nando Reis. Aí as pessoas achavam a música bonita e me deixavam gravar. Só depois eu falava que era minha. Até conquistar respeito, mesmo dentro de casa, você tem que provar muito. Meu pai não queria me gravar, antes das outras gravadoras quererem porque tinha medo do nepotismo.
8 – E a incomodava o fato de ser filha da Zizi Possi?
Fui muito ingênua, até por ter sido lançada muito nova e por ter uma relação com a música muito própria. A primeira vez que um jornalista me perguntou isso, levei um susto. É o que preciso viver nessa vida para evoluir e não sei como seria minha vida sem isso. Sempre tenho que ter um crivo de uma profissional megarespeitada antes de receber as avaliações do meu trabalho.
9 – Você toma cuidados com sua privacidade?
O maior cuidado que poderia ter tomado foi me mudar do Rio de Janeiro para São Paulo. No Rio, você tem muito menos lugares para frequentar. Então ou vai neles, onde estão os paparazzi e os fofoqueiros, ou não vai a lugar algum. Eu me vi várias vezes na porta de casa desistindo de sair, porque não queria que as pessoas soubessem que fui comprar uma cenoura ou uma berinjela (risos).
10 – O que pensa sobre direitos autorais na internet?
As coisas estão passando por uma transição, assim como passaram da vitrola para a fita cassete e da fita cassete para o CD. Agora as pessoas compram mp3 ou mp4. Não podemos ignorar, mas temos que estruturar, culturalmente, para que seja pago como seriam os direitos de um disco. Nos Estados Unidos, várias bandas, como Radiohead, deram a oportunidade para os fãs pagarem ou não para baixar o disco, e eles resolveram pagar o preço médio de US$16 (R$ 25).

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Atleta de Ceilândia representa o DF no Sul Americano de Jiu-Jitsu 2011

Nos dias 18 e 19 de Junho, próximo final de semana, a atleta Yanca de Fátima, moradora de Ceilândia Norte, compete na modalidade Infanto-Juvenil o campeonato Sul Americano de Jiu-Jitsu 2011 pela CBJJE, que acontece na ABB de Salvador – BA.


A jovem de apenas 13 anos já conquistou mais de 12 medalhas em campeonatos importantes pelo Brasil e exterior. Em 2010 foi campeã Brasileira e Vice-Campeã Mundial.
A Ceilandense, que treina na academia Cei Jiu-Jitsu com o mestre Claudio Careca, procurou a Administração da cidade em busca de apoio para participar desta competição, já que teria que arcar com passagens e hospedagem. A regional encaminhou a atleta para o programa Compete Brasília da Secretaria de Esporte, onde conseguiu as passagens de ida e volta com acompanhante.

Yanca acabou de embarcar com o seu pai, marcos, e promete trazer mais uma medalha para a cidade onde nasceu. Antes de seguir até o aeroporto, a jovem passou pela Administração de Ceilândia, onde recebeu os cumprimentos do Administrador, Ari de Almeida, que desejou boa sorte e se colocou á disposição para demais apoios.

Fonte: Ascom Ceilância

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Ria Uki, uma diplomata da Indonésia no Brasil

Diplomata, bacharel em Sociologia e pós-graduada em Relações Internacionais, Ria Uki é a 2ª Secretária para Assuntos Políticos na Embaixada da República da Indonésia no Brasil. Com este perfil, e apenas 39 anos, Ria Uki Suharsm, com certeza é uma mulher que tem o olhar diferenciado.

Em entrevista ao nosso blog “O olhar da Mulher Diferenciado”, Ria conta que mais mulheres ingressam na profissão de diplomata nos últimos dez anos, mas deixou claro que não existe um processo de recrutamento diferenciado entre homens e mulheres. O que prova que as mulheres estão altamente competitivas assim como os homens e, que se preparando cada vez mais para ocupar posições de alto nível.

Ria Uki, uma diplomata da Indonésia No Brasil
“Não existe tratamento específico ou proporção especial para as mulheres no sistema de recrutamento de diplomata na Indonésia, isso prova que a mulher é altamente competitiva assim como o homem”.

Declarou que ama trabalhar com assuntos políticos e que gosta do que faz. Suas principais ações na Embaixada da Indonésia são: estreitar relações entre a Indonésia e o Brasil, diagnosticar problemas entre os dois países e avaliá-los, a fim de encontrar a melhor solução Já na área política, ela conta, que sua missão é promover uma cooperação mais estreita entre os parlamentos dos dois países, sendo a única maneira do povo das duas nações reconhecer as potencialidades econômicas e oportunidades que poderiam ser exploradas entre a Indonésia e o Brasil.


Citou ainda que Embaixador Sudaryomo vem promovendo e facilitando os esforços untiredly, desde que ele chegou ao Brasil, em outubro de 2010. A interação entre os funcionários do governo, parlamentos, bem como pessoas de negócios para o Brasil está crescendo.

Eu acredito que há mais oportunidades a serem exploradas entre a Indonésia e o Brasil, para os benefícios e prosperidade do nosso povo. E é essa a nossa missão no Brasil, afirma Ria.


Por Socorro Araújo

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Deputados se reúnem com Ministra Maria do Rosário

Em reunião com a Ministra Maria do Rosário da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), nessa quarta-feira (06/06) o Deputado Ricardo Quirino (PRB/DF) juntamente com Deputado Vitor Paulo (PRB/RJ) estiveram debatendo sobre as políticas publicas do Governo Federal em relação à população Idosa.  

Deputado Quirino e Ministra

A Ministra manifestou apoio aos parlamentares e mostrou o desejo de inteirar-se da Frente em Defesa do Idoso, disse ainda que as pessoas não estejam preparadas culturalmente para respeitar as pessoas com idade avançada, declarou que é necessária uma mudança cultural. O que não está acontecendo, pois muitos ainda vêem os idosos como pessoas incapazes ou até mesmo como crianças.
Temos que colocar na cabeça das pessoas que o ser humano vai ficando mais velho, porém com saúde, com autonomia e qualidade de vida com respeito e como cidadão”, afirmou a Ministra.

Reunidos com a Ministra
A ministra salientou que o envolvimento de parlamentares com questão da pessoas idosa é fundamental para que o trabalho do governo federal  em defesa dos direitos dos mesmos tenha sucesso.

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Dra Elizabeth, diretora administrativa da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme no Distrito Federal

Dra. Elizabeth Correia Santos, fisioterapeuta e diretora administrativa da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme no DF, recentemente foi convidada para compor a mesa de uma Audiência Pública  sobre Doença Falciforme, um das doenças de maior incidência no Brasil sendo predominante nos descendentes Africanos.
Ela que tem uma filha portadora da doença falciforme, descreve a dificuldade, por conta da desinformação e a falta de prática em relação ao problema e enfatizou a importância de divulgar a doença para a população.
Dra Elizabeth
Conta que em uma das crises da filha proveniente da doença, em que estava em viagem, o médico que a atendeu apesar ter lido em livros, nunca tinha atendido uma paciente com a doença falciforme e com a falta de informação do médico, a filha foi submetida a vários tipos de medicações que não eram necessárias.
As pessoas não sabem que a doença falciforme existe, os próprios professores não tem conhecimento, somente as pessoas que tem a doença ou alguém que tem um portador de falciforme na família”, disse Elizabeth.
A associação na qual Dra. Elizabeth é diretora funciona no Distrito Federal E vários associados buscam saber informações da doença falciforme.
Ela chamou a atenção para a falta de espaço que tem para a realização de reuniões e faz um apelo ao governo local para a implantação do programa de atenção integral.

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Rosângela Gomes, a presidenta Nacional do PRB Mulher

                        Rosângela Gomes, a presidenta Nacional do PRB Mulher

 
O espaço da mulher está cada vez mais firmado, principalmente em locais que antes nem eram imaginados.No cenário político, ela mostra ser peça fundamental para as decisões. Há exemplos de força, garra, determinação e luta para que os direitos e espaço da mulher sejam garantidos na sociedade.
A Deputada Estadual do Rio de Janeiro, presidenta nacional do PRB Mulher, Rosângela Gomes, trabalha em prol de ações que dignificam o sexo feminino e que proporcionam mais igualdade.Declarou que a participação da mulher na política é muito importante, é termo constitucional.
Deputada Rosângela Gomes falando da importancia da Mulher na Politica
“Quero trabalhar as políticas públicas voltadas para mulheres. A demanda apresentada pelo setor feminino ainda está muito além daquilo que deveria ser.” Afirmou a deputada.

Rosângela é uma mulher desbravadora que conquistou muitas vitórias no decorrer da sua vida, mas veio de uma família simples. Sua mãe era doméstica e seu pai faleceu quando tinha apenas doze anos, o que trouxe muitas conseqüências para sua família. Sua mãe se tornou alcoólatra e ela passou a freqüentar as ruas. 
Sem perspectiva de vida e sem parentes por perto, sentiu-se triste e excluída da sociedade. Sem encontrar alternativa, se drogava com remédios, chegando ao ponto de aparentar uma pessoa morta. Em uma dessas crises, resolveu confiar em Deus e nela mesma.
Foi então que saiu das ruas e começou a procurar emprego. Aos 21 anos foi trabalhar em uma clínica de odontologia em Nova Iguaçu como auxiliar de serviços gerais. Rosângela sempre dizia para ela mesma: “Sou nova, tenho dois braços e tenho saúde, vou estudar, vou à luta”.

Com muito esforço conseguiu fazer o curso de auxiliar de enfermagem e trabalhou no Hospital da Posse durante sete anos.As dificuldades não a desanimaram, pois nutria dentro de si o sonho de cursar uma faculdade. Ela trabalhava a noite inteira e estudava à tarde. “Consegui me formar em biologia e, em seguida, fiz o curso de direito.” Lembra Rosângela.

Sua trajetória na política começou ao se envolver com programas sociais em sua cidade. Sendo este o ponto de partida logo foi indicada para concorrer como vereadora e conseguiu a vitória. Elegeu-se e foi a terceira mais votada na cidade de Nova Iguaçu.Hoje ela é Deputada Estadual pelo PRB - Partido Republicano Brasileiro, em Nova Iguaçu (RJ), e Presidenta Nacional do PRB MULHER.

Rosângela Gomes superou todas as dificuldades, venceu todos os limites e conseguiu ser uma mulher realizada. A deputada com certeza é uma mulher que tem o olhar diferenciado.





Por Socorro Araújo





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