Fadiga, Alteração De Peso, Queda De Cabelo X Tireoide: Conheça As Causas E Sintomas

Queridas Leitoras,
Incrível como cada parte do nosso corpo, por mais pequena que seja, tem uma função extraordinária! Como Deus fez tudo perfeito, não é mesmo?!  Já ouvi casos de mulheres que, de uma hora para outra, engordaram ou emagreceram muito. Por isso, pedi a Doutora Albertina Vieira que nos explicasse um pouco sobre o que é a Tiróide.  Vale a pena ler e se informar sobre esta pequena glândula de grande valor em nosso corpo.
O Que é a Tiróide ou Tireoide?
A tiróide é uma glândula localizada na parte anterior do pescoço, tem forma de borboleta e possui 2 lobos (direito e esquerdo), unidos por uma parte central, chamada istmo, como se pode ver na figura abaixo.
tiroide dentro

É necessário iodo para que a glândula tiróide produza duas hormonas:
a)Tiroxina (tetraiodotironina) ou T4 (80%)
b)Triiodotironina ou T3 (20%)
A actividade destas hormonas é feita sob regulação de uma outra hormona, a TSH (hormona estimuladora da tiróide), produzida por outra glândula existente no cérebro que se chama glândula hipófise, e esta por sua vez, é regulada pela TRH produzida noutra parte do cérebro, o hipotálamo.
As concentrações destas hormonas tiroideias no sangue influenciam a produção de TSH pela hipófise da seguinte forma: se houver aumento de produção das hormonas T3 e T4, a hipófise para compensar, diminui a produção de TSH; por outro lado, se houver uma diminuição de produção de T3 e T4, a hipófise aumenta a produção de TSH. Deste modo equilibrado e harmonioso, o organismo tenta manter os níveis das hormonas tiroideias no sangue, dentro dos parâmetros normais.
Quais as Funções da Tiróide?
As hormonas da tiróide são fundamentais para a regulação da temperatura corporal, da tensão arterial, da frequência cardíaca, da força muscular, do funcionamento do intestino, da memória, do estado de humor, do colesterol, etc. A sua falta provoca o aparecimento de sintomas relacionados com a falência dos mesmos pois, o desequilíbrio na produção de T3 e T4 pode manifestar-se como Hipotiroidismo (diminuição) ou Hipertiroidismo (aumento).
Tal é a importância destas hormonas que o seu défice na infância é responsável pela Cretinismo, doença que se caracteriza por um atraso no desenvolvimento físico e mental.
Quais as principais doenças e seus sintomas?
1-HIPOTIROIDISMO: resulta da diminuição ou ausência total de produção de hormonas tiroideias, e pode ser causado por:
- Falta de estímulo da TSH pela hipófise, como acontece em certas doenças cerebrais;
- Falta de iodo na alimentação
- Doenças auto-imunes, como acontecem na chamada Tiroidite de Hashimoto, provocada por anticorpos contra as células tiroideias;
- Após cirurgia com excisão parcial ou completa;
Os sintomas vão desde cansaço, sonolência, letargia, falta de concentração, pele seca e rugosa, queda de cabelo, aumento de peso, irregularidades menstruais, prisão de ventre, maior intolerância ao frio e nas situações mais graves insuficiência cardíaca.

2-HIPERTIROIDISMO: é o oposto do Hipotiroidismo. No hipertiroidismo verifica-se um aumento da produção das hormonas tiroideias. A sua causa é na maioria dos casos provocada por:
- Anticorpos (80% dos casos), isto é, presença de anticorpos que estimulam o aumento de produção de hormonas da tiróide, levando ao aparecimento de Bócio toxico difuso ou doença de Graves.
Os sintomas mais frequentes são: ansiedade, insónia, nervosismo, irritabilidade, perda de peso, palpitações (aumento da frequência cardíaca), diarreia, irregularidades menstruais, intolerância ao calor, fraqueza muscular, oftalmopatia (olhos proeminentes).
3-Nódulos: são devidos a um conjunto de células que se organizam no interior da glândula, constituindo nódulos de natureza sólida ou líquida (quistos)
A maioria dos nódulos são assintomáticos e não está relacionada com cancro. São geralmente detectados por acaso e podem não alterar a produção de T3 e T4. Por vezes é necessário efectuar uma biópsia para determinar o seu prognóstico.

Estudo e exames clínicos
1-    Observação por um médico que fará a palpação do pescoço para delinear o tamanho, configuração e mobilidade da glândula tiróide, e constatará ou não a presença de nódulos;
2-    Avaliação periódica através de estudo funcional para a determinação dos níveis sanguíneos das hormonas T4 e TSH e pesquisa de anticorpos anti-tiroideus;
3-    Ecografia tiroideia que permite ao médico não só saber o tamanho e contornos da glândula, existência de nódulos e a sua natureza (sólida ou quística), como também avaliar a resposta terapêutica com estudos sequenciais;
4-    Se necessário complementar com Cintigrafia tiroideia para detectar zonas de maior ou menor captação de iodo ou outra substancia radioactiva;
5-    Biópsia ou citologia aspirativa (análise das células para determinar se é benigno ou maligno).

Tratamento e follow-up: Sempre que possível deverá ser feito sob a orientação de um Endocrinologista, e irá depender dos resultados dos exames realizados.
Poderá ser necessário:
- Apenas vigilância e acompanhamento regular, sem necessidade de qualquer medicação, se os níveis hormonais estiverem normais.
- O uso de medicamentos para repor as hormonas no caso de hipotiroidismo, ou para diminuir o excesso, no caso de hipertiroidismo. Estes medicamentos poderão ser para o resto da vida, com os ajustes que se acharem necessários.
- Tratamento cirúrgico (excisão parcial ou completa da glândula tiróide).

Fonte: Blog da Cristiane Cardoso

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Godllywood contribui para o crescimento pessoal e espiritual de mulheres

No grupo, elas aprendem a transformar a si mesmas e o ambiente ao redor



Há 3 anos e meio o grupo Godllywood vem acompanhando o amadurecimento de mulheres, transformando-as em pessoas exemplares em casa, no trabalho, na vida espiritual e no cuidado com a própria aparência. Além disso, são mulheres direcionadas pelo Espírito Santo a tornarem-se instrumento de ajuda a outras mulheres.
Mensalmente, as participantes cumprem tarefas e realizam trabalhos sociais de apoio a mulheres, jovens, crianças e idosos que mais precisam de ajuda em nossa sociedade. Elas, periodicamente, realizam a Obra evangelizando em presídios, asilos, hospitais, orfanatos e casas de apoio. Também desenvolvem outros projetos, como o Raabe, que dá apoio a mulheres vítimas de violência doméstica e o T-Amar, que ajuda aquelas que sofrem com o abandono, como é o caso das adolescentes grávidas.
Godllywood é um "espaço" para mulheres. Um espaço onde as reuniões contribuem para o crescimento pessoal e espiritual de cada uma. Nele, elas aprendem a transformar a si mesmas e o ambiente ao seu redor.

Este é o caso de Andressa Pereira, de 35 anos. Antes de fazer parte do grupo, ela não sabia como lidar sozinha no trato familiar, cuidar do marido e dos filhos com disciplina, habilidade e confiança. “Eu era muito protetora dos meus filhos, a ponto de sufocá-los. Ao contrário disso, eu não dava a atenção necessária para o meu esposo. Não o correspondia do modo que ele esperava, mas sim conforme o tempo que sobrava”, conta.
Ao ingressar no Godllywood, Andressa aprendeu a ser uma pessoa melhor, transformando seu modo de agir e comportamento em relação ao seu marido e filhos, retomando laços importantes no relacionamento familiar. Ela foi corajosa e humilde para aceitar as mudanças necessárias para construir uma fé sólida.
“Entrar para o grupo fez toda a diferença na minha vida. Aprendi a amar da forma correta. Aprendi que meus filhos têm suas próprias escolhas a fazer e seguirão cada um o seu caminho. Dou carinho para os meus filhos e eu e meu esposo temos renovado nossos votos um com outro todos os dias. Hoje sei dar prioridade para o que é realmente importante, dando meu testemunho diário dentro de casa. Só tenho melhorado a cada dia”, relata.

Cada participante do Godllywood é parte de um todo, um conjunto, um grupo disciplinado, assim como é o Reino de Deus. A mulher vai aprender a ser serva, a renunciar às suas vontades e a dar o primeiro passo rumo à sua própria transformação interiorIsso é querer fazer o melhor para Deus e alcançar outras mulheres.

Fonte: ARCA UNIVERSAL

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O valor e a força da mulher

                 Palestra "A Mulher V" é realizada na Suíça e na Alemanha


A exemplo da palestra realizada no Brasil - em maio deste ano - pela escritora e apresentadora Cristiane Cardoso, no último dia 23 foi realizada, pela segunda vez, na Suíça, a palestra "A Mulher V".
A palestrante Claudineia (foto abaixo à direita) Bravo falou a 300 mulheres presentes sobre as três forças da mulher - tema central da palestra: confiança, submissão e influência.
Quando a mulher une essas três forças a seu favor, tudo a seu redor muda, e ela passa a ser  uma influência positiva dentro do lar, no trabalho, na família e em todas áreas.


Foi o que aconteceu com Patrícia Oliveira (Foto acima à esquerda). Ela deixou que os problemas familiares enfretados na infância influenciassem negativamente no seu casamento. Ela conta que a falta de submissão acarretou muitos problemas no lar, já que tudo tinha que ser do seu jeito. Foi por meio do trabalho realizado pelo grupo Godllywood que aprendeu a ser uma influência positiva dentro do lar.

A palestrante destacou a importância de a mulher buscar em Deus a força e a sabedoria necessárias para que, por meio de um caráter irrepreensível e uma conduta exemplar, influencie o marido incrédulo a viver a mesma fé que a dela.
Na ocasião, houve o lançamento em francês do livro "A Mulher V", de Cristiane Cardoso,  com o  título "Femme V", e todas puderam prestigiar.



Fonte: Arca Universal

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Jovens negras são maioria entre as mulheres que não trabalham nem estudam



Uma pesquisa inédita, realizada pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), revela que mulheres pretas, pardas e indígenas são maioria entre os 5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que não trabalham nem estudam no Brasil: a chamada “geração nem nem”.
As mulheres somam cerca de 2,2 milhões, ou seja, 41,5% desse grupo. Do total de jovens brasileiros nessa faixa etária (27,3 milhões), as negras e indígenas representam 8%, enquanto as brancas, na mesma situação, representam 5% (1,3 milhão).

De acordo com o coordenador do estudo, o pesquisador Adalberto Cardoso, que fez o levantamento com base nos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), várias razões explicam o abandono da educação formal e do mercado de trabalho por jovens, entre elas, o casamento e a necessidade de começar a trabalhar cedo para sustentar a família.

A gravidez precoce é o principal motivo do abandono, uma vez que mais da metade das jovens nessa situação tem filhos. Outro fator para o abandono da escola, segundo o pesquisador, é a falta de perspectiva de vida de jovens pretos, pardos e indígenas, maioria nas escolas públicas, em geral, de menor qualidade. Cerca de 70% dos jovens “nem nem” estão entre os 40% mais pobres do País.

Ele acredita que o estímulo à educação é fundamental para mudar essa realidade. “Uma coisa perversa no sistema educacional do Brasil é o fato de pessoas deixarem a escola porque não têm a perspectiva de chegar ao ensino superior. As ações afirmativas são importantes por isso. Têm o efeito de alimentar aspirações de pessoas que viam a universidade como uma barreira, mas que vão se sentir estimuladas a permanecer no ensino”, afirma.

De acordo com o levantamento, embora a taxa de jovens da “geração nem nem” no Brasil seja considerada alta (19,5% do total de pessoas de 18 a 25 anos), o índice não está distante do verificado em países com características demográficas semelhantes onde é comum que a mulher deixe de trabalhar e estudar para se casar. É o caso da Turquia e do México, segundo estudos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), citados pelo pesquisador da UERJ.

Fonte: Arca Universal

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Cabelo Saudável


Cabelo saudável
Quando eu era pequena, desejava ter o cabelo igual da Barbie! As vezes, quando assistia um desenho ou um filme de criança com a minha irmã e minha prima, era muito engraçado pois sempre falávamos quando aparecia uma menina bonita de cabelão: “Eu so ela”!!!
Desde pequena, sonhamos em ter um cabelão lindo e saudável. Se oferecermos o devido cuidado, com certeza poderemos ter um cabelo que sempre sonhamos! Por isso querida leitora, hoje, darei umas dicas de como recuperar o brilho do seu cabelo, mas lembre-se, o primeiro passo é ser paciente e fiel aos tratamentos e dicas!!! 


1- Dê um tempo da água quente:
Prefira a água sempre morna para lavar os cabelos. A água muito quente remove toda proteção natural que recobre os fios, deixando-os mais propensos aos danos. No final, se conseguir, enxágue com água fria, o choque térmico ajuda a fechar a cutícula dos fios.

2-  Escolhendo o Shampoo:
Dê preferência para um que tenha manteiga de karité em sua composição ou um que seja suave e indicado para couro cabeludo sensível. Este tipo de Shampoo agride menos e ainda ajuda a tratar e a repor os lipídeos retirados pela água quente e pelo próprio processo de lavagem.

Fonte: Blog Nanda Bezerra

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A Mulher do século 21 e o desafio de se tornar independente de si mesma


Faltavam dez minutos para as 14 horas, e o trânsito em volta do Cenáculo do Espírito Santo no bairro do Brás, em São Paulo, não estava normal para um dia calmo de domingo. Enquanto o engarrafamento se formava nas imediações da igreja por carros conduzidos, em sua maioria por mulheres, muitas delas, de semblantes ansiosos, desciam dos veículos às pressas em direção à igreja.


Não era uma reunião comum, mas uma palestra voltada para mulheres, com toda a renda destinada para a construção do Templo de Salomão, em São Paulo.
O tema do evento, realizado no último domingo (24), no Rio de Janeiro e transmitido por videoconferência para todo o País, para um público de cerca de 120 mil mulheres, não foi por acaso: A Mulher V – moderna à moda antiga.
Não é difícil entender esse paradoxo se olharmos para a origem de tudo, lá atrás, na Criação, com Eva.
Eva foi a primeira mulher do mundo. Foi o toque especial de Deus na Sua Criação. Mas foi também aquela por onde o pecado entrou. Por isso ela foi um presente que se tornou uma maldição, disse a primeira palestrante, a escritora Ester Bezerra.
A curiosidade, a ingenuidade, a desobediência... todos esses sentimentos e atos foram cruciais para a raça humana. Pela mulher entraram o erro, a culpa... E durante séculos, essa culpa tem estado tatuada nos lombos dela.
Mas não foi esse o propósito da Criação. Pelo contrário, enquanto o mundo subjugava a mulher, a desvalorizava, Jesus foi o primeiro que a valorizou, explicou a apresentadora do programa The Love SchoolCristiane Cardoso.
- Adúltera! - gritaram os homens que pegaram uma mulher em flagrante adultério.
E como se não bastasse o peso da culpa, a vergonha do erro, foi lançada aos pés de um Homem que questionava o julgamento humano.
- Vai e não peques mais. – disse Ele.
- Porque naquela época a mulher não tinha valor algum. Mas Jesus veio para resgatar a mulher, o seu valor - explicou Cristiane -, colocando-a no mesmo grau de importância que o homem.
E se é assim, por que em pleno século 21 ainda há mulheres que não acreditam no próprio valor?
Enquanto Cristiane fala, o auditório se atenta. Não se ouve um ruído. Por que tanto silêncio? Quais feridas estavam sendo tocadas naquele momento?
O problema é da falta de fé em si mesma, mas não apenas isso. Falta acreditar que o valor próprio vem de dentro e não das circunstâncias ao redor. E é isso o que acontece com muitas mulheres. Elas se julgam e formam a própria opinião com base no que dizem ou pensam delas. E se não estudou, não é bem-sucedida, ou não tem o padrão de beleza que a sociedade estabelece, sente-se inferior.
- O Espírito Santo vive dentro de nós. Se eu não tenho valor, por que Ele vive dentro de mim? - reflete Cristiane.
Não é por acaso que a autora do livro A Mulher V fala sobre inferioridade. Por muitos anos, mesmo após ter se encontrado espiritualmente, Cristiane ainda convivia com seus complexos. Sentia uma vergonha que só ela via. E via uma incapacidade que apenas ela sentia. Incoerente? Sim, como são os complexos criados por quem se sente um nada.
Cristiane, mesmo casada com um pastor e tendo a responsabilidade de cuidar de vidas e almas, não conseguia encontrar a própria graça. E se não tinha coragem de falar com as pessoas, como ajudá-las? - passou a questionar-se
.- Não se trata de ser humilde ou simples, mas de não ter conhecimento do próprio valor. - ela enfatiza.

É por isso que muitas não conseguem sequer fazer amizades. Porque subestimam-se diante de outras.
Era o que acontecia com Cristiane.
Até que chegou o dia em que decidiu mudar. Não foi fácil, bem como não é fácil expor-se.
Houve uma oportunidade, e ela falou. Avermelhou a bochecha. Falou novamente. Tremeu. Insistiu. Ignorou o riso alheio. Venceu.
Cristiane hoje combate essa mesma timidez presente em inúmeras mulheres que desconhecem o valor que possuem. Não um valor artificial, mas absoluto, verdadeiro. Aquele lá da Criação, quando Deus criou a mulher para ser Seu toque especial, um presente inestimável.
– Mas não basta acreditar em si mesma apenas. – avisa Fátima Matos, a terceira palestrante. Quando a autoconfiança está associada à fé em Deus, o seu valor excede o de finas joias. – afirma.
Fátima também tem um histórico de complexos. Mesmo sendo de uma família bem-sucedida, não podia se considerar feliz. E foi essa tristeza profunda que a levou a experimentar drogas. Também tinha TOC, uma doença chamada de transtorno obsessivo-compulsivo, causada por excesso de ansiedade e nervosismo.
Mas ela também mudou. Foi quando se encheu de um Espírito libertador, que se deu conta de sua liberdade e independência.
– Porque o valor da mulher independe da aprovação alheia, do que os outros falam, pensam ou estipulam. – ela destaca.
E se diante da sociedade autoritária, a mulher deve ter um padrão, uma beleza, uma capacidade; para Deus, a comunhão com Ele é o que a faz ser independente, capaz e livre.
Mas num mundo onde muitas mulheres até chegam a morrer porque preocupam-se demasiadamente com o padrão estético, como fazê-las compreender que não é o nariz de boneca, o corpo escultural ou o cabelo perfeito que a fará feliz?
– Quando reconhecem que devem acreditar em si mesmas e no valor que possuem. – explica Núbia Siqueira, a quarta palestrante.
– E quando percebem isso ficam inabaláveis – completa Cristiane. Sim, como rochas, pois sabem que são aquilo que pensam sobre si mesmas.
Núbia também teve inúmeros motivos para se sentir um patinho feio por algum tempo. Filha de pais que viviam em harmonia, precisou deixar a infância de lado para se dedicar aos afazeres domésticos e cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava, depois que o pai abandonou a família para viver com outra mulher.
– Após um tempo ele voltou, mas não foi a mesma coisa. – ela explica. O caos na família foi instalado com o vício do pai no álcool. E por aí dá para imaginar as brigas, destruição e abusos no lar. E os complexos, é claro, encontraram o abrigo perfeito para se instalar no interior de Núbia.
– É questão de resgate da autoestima, de cutucar a coragem adormecida. – enfatiza. Porém, como conseguir essa proeza se a preocupação da mulher parece estar no que os outros dizem a seu respeito? Como vencer a própria timidez e salvar-se de si mesma?
A ajuda para o auto resgate veio da oração. Muitas mulheres que se identificaram com a palestra foram até o altar de suas igrejas para buscar por essa “salvação”.
Porque se a mulher do século 21, livre e independente financeiramente, continua presa e algemada dentro de si, então não está livre de verdade. Se ela venceu o preconceito e a humilhação dos primórdios e a desvalorização profissional do período da Revolução Industrial, por que, ainda assim, parece continuar desvalorizada, subjugada e diminuída?
Por que essa mulher do século 21, chefe de família, líder de empresas e setores da sociedade e autossuficiente em alguns aspectos da vida permanece culpando-se dos próprios erros, lamentando uma suposta inferioridade, esquivando-se do direito de adquirir o melhor – inclusive sentimentalmente?
São perguntas difíceis de responder, é verdade. Mas a mulher que ainda se sente complexada hoje pode encontrar a resposta em outra pergunta feita por Cristiane Cardoso:
– Se não temos valor, por que o Espírito Santo vive dentro de nós?
É uma questão de pensar. Analisar. E decidir mudar. Os exemplos positivos de transformação interior você viu acima.

Fonte: Blog do Bispo Macedo









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Projeto Raabe



Muitas são as aflições de uma mulher, mas quando incluem qualquer tipo de abuso, elas se tornam uma ferida difícil de curar. Lembranças que não são esquecidas facilmente, como um quebra-cabeça vão se juntando e quanto mais completo fica, mais triste se torna.
É por isso que criamos o Projeto Raabe, em 2011, a fim de auxiliar mulheres que passaram por algum tipo de violência doméstica e agora vivem tentando se esconder do que passou.
Chamamos o projeto de Raabe devido a história marcante dessa mulher na Bíblia, que vivia como prostituta para sobreviver. Porém, ao ouvir falar do Deus de Israel, ela creu e decidiu começar uma nova vida, largando todo o seu passado para seguir uma nova fé. Ela não somente fez isso por si mesma, mas também influenciou toda sua família a fazer o mesmo. E como recompensa do voto de fé, Deus a abençoou com um marido e uma família que, mais tarde, viria a descender Jesus, o Filho de Deus.
Projeto Raabe é promovido pelo Godllywood com reuniões mensais, visitas a casas de apoio e acompanhamentos pessoais. Se você quiser saber mais sobre o projeto ou conhece alguém que se beneficiaria ao fazer parte dele, contate-nos por meio do site:www.projetoraabe.com
Na fé,
Fonte: Blog do Bispo Macedo

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Mulheres ocupando cada vez mais espaços!


Mulheres ocupando cada vez mais espaços! A Polícia Civil do DF formou a primeira mulher em Operações Especiais! A agente de polícia, Graziela Ramalho, lotada na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública, ingressou na PCDF em maio de 2010.

O Curso de Operações Policiais Especiais dura cinco semanas, e promove capacitação e aprimoramento técnico dos policiais, além de formar agentes para o quadro de servidores da Divisão de Operações Especiais (DOE).

Na fase de seleção, assim como os demais candidatos, a agente foi submetida a provas física e de tiro. "As exigências eram sempre na mesma medida e proporção dos homens, não havia nenhuma distinção por ser mulher. Apesar de ser desafiador, é importante ser tratada de forma igual", destaca Graziela.

Na programação do curso, o policial recebe instruções de sobrevivência, técnicas de imobilização policial, gerenciamento de crise, progressão em áreas de risco, entre outras atividades que exigem preparação física e equilíbrio emocional.

Foto: Divisão de Comunicação/DGPC

Texto: Facebook GDF

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Mulher alcança um dos postos mais altos da Marinha pela 1ª vez no país



Uma mulher conquistou um dos postos mais altos da hierarquia militar, pela primeira vez na história do Brasil.

Foi uma cerimônia simples e rápida, uma troca de patentes. A novidade foi a Marinha bater continência para a primeira oficial-general do Brasil. A Capitã-de-Mar-e-Guerra Dalva Maria Carvalho Mendes foi promovida a contra-almirante, na última sexta-feira (23), pela presidente Dilma Rousseff. Trata-se do primeiro posto na escala dos almirantes.

A Marinha é pioneira na admissão de mulheres, entre as Forças Armadas, e a almirante Dalva é da primeira turma do Corpo Feminino de Oficiais.

No grupo que se formou em 1981, Dalva tinha 25 anos na época e já era médica. Nesse mesmo ano, começou a trabalhar no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio. Em 2007, foi promovida a vice-diretora.

São 31 anos de carreira na Marinha, sempre como médica, em cargos técnicos e administrativos. Sua atividade mais recente foi a direção de uma unidade ambulatorial. O próximo passo será um posto na Escola Superior de Guerra.

Hoje Dalva entrou para a história e não disfarçou a satisfação.

“É como se eu tivesse renovando os votos de casamento com a Marinha. Aquela noiva ansiosa, feliz, emocionada”, define a almirante da Marinha.

Segundo Dalva, o que traz uma mulher para esse posto de comando é a cordialidade e o respeito. “Nós somos agregadores de um modo geral”, diz.

Na fila dos cumprimentos, farta distribuição de continências e apertos de mão. A filha de Dalva, tenente Luciana, também obedeceu ao protocolo, mas o irmão fugiu à regra. Partiu para um forte abraço e o coração da mãe-almirante não resistiu de emoção.

fonte:G1

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Caminhada contra Violência Doméstica chega na sua 2ª Edição



 A violência doméstica abrange todos os tipos de violência, física, psicológica, social, institucional e econômica , e se tornou um problema de saúde pública mundial.  No Brasil,  os casos tem aumentado assustadoramente.

Para dar um basta e encorajar as mulheres  a romper o silêncio,  nesse  último sábado (24), em todo Brasil, o Projeto Raabe  realizou  uma caminhada contra a violência  doméstica , em alusão ao Dia Internacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher Brasília  (Dia 25).  O Projeto Raabe – Rompendo o silêncio  oferece apoio às mulheres vítimas de violência,  e esta foi a 2ª edição do  evento que reuni milhares de pessoas que apóiam a causa.

Em Brasília  a caminhada foi em Ceilândia,  iniciou na CNM 02, S/N e deu a volta pela feira central da cidade. Em seguida, foi ministrada uma palestra sobre o Ciclo de Violência, pela Secretária da Mulher do DF – Olgamir Amancio.
Leny Garla, coordenadora  do Projeto Raabe  – Brasília/DF , conta que esse movimento  é uma forma de encorajar as vítimas  a denunciar qualquer tipo de violência .“Por falta de orientação mulheres vítimas de violência sofrem caladas, piorando assim a situação com o passar do tempo, e a ferida que antes era pequena , vai só aumentando. Estamos nesse movimento para apoiá-las e encorajá-las a romperem o silêncio”, conta ela.

Resultados  são alcançados por muitas mulheres, que aproveitaram o evento para compartilhar suas histórias. Como Josefa Alexandre, 59  anos, ela conta  por 19 anos sofreu violência psicológica do seu ex-marido. “ Tinha vontade de morrer, não denunciava, pois tinha medo de passar fome ou de não ter onde morar, mas com passar do tempo tomei coragem denunciei, hoje não vivo mais com ele, mas posso garantir que sou feliz,  através dessa caminhada quero aconselhar outras mulheres a fazer o mesmo, pois ninguém nasceu para sofrer”, declara feliz.

A psicóloga Elza atendeu várias mulheres que compareceram até o local em busca de orientação.  “Atendemos vítima, que quando criança sofreram violência sexual e muitas até hoje trazem consigo esse trauma. Orientamos que ela  que busque tratamento psicológico, para que de fato venha se livrar desse passado para viver livre,  marcas que  jamais irão esquecer se não tiverem esse tratamento”, orienta a psicóloga.



Socorro Araújo







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Larissa Sampaio uma mulher que tem o olhar diferenciado



Empresária, professora de ginástica, personal e atleta, Larissa Sampaio é o exemplo de mulheres modernas do século XXI. Com 39 anos, além de exercer múltiplas funções, ela é  fundadora da grife LARISSA SAMPAIO SPORTWEAR.  Em entrevista ao blog “O olhar da Mulher Diferenciado”, Larissa conta sua trajetória e os segredos de torna-se uma mulher determinada e realizada.
 Larissa Sampaio
Só é fraco aquele que desiste dos seus sonhos sem nunca ter lutado, eu lutei , fui em busca e conquistei.

A mulher que tem o olhar diferenciado é aquela  que nunca  desiste  dos sonhos e segue em frente sempre, sem olhar para qualquer  obstáculo”, declara a atleta se referindo ao caminho longo que percorreu e momentos difíceis quando  resolveu colocar o seu sonho em prática,  com o lançamento da  própria grife em 1997.

A idéia surgiu quando percebi que em Brasília, o mercado era muito carente na confecção de biquínis, e como eu, vi que outras pessoas desejavam o verdadeiro biquíni brasileiro. Iniciei a produção de malhas de ginástica, que resultou também em vestidos, macacões e sandálias”.

Larissa relata ainda, que dali em diante veio a busca intensa para a divulgação do seu produto. “Promovi vários desfiles, festas de divulgação e feiras. Com muita persistência, o público abraçou e a grife LARISSA SAMPAIO SPORTWEAR  que hoje se tornou um sucesso entre as mulheres de personalidade como eu”, conta ela.

A empresária, que também é skatista, conquistou mais uma vitória, o 1º lugar de no racking nacional 2012 de skate long board, esporte que pratica há 10 anos. “Ser Skatista é algo que sinto prazer em fazer, antes meu sonho era morar na praia, pegar onda todos os dias, ver o pôr do sol, ouvindo o barulho do mar, hoje o skate  supriu esse sonho. O asfalto é o mar que tenho mais próximo”,conta ela.
Larissa Skatista
Ter esse olhar diferenciado é fazer tudo com amor. Quando agimos assim, somos  recompensada por Deus. Se hoje  sou uma vencedora  é porque  Deus me tornou uma guerreira para lutar e chegar onde cheguei. Obrigada senhor pelo que sou”, declarou ela.

Para conhecer um pouco mais da grife Larissa Sampaio e sobre a empresária segue abaixo o contato:




email:lojalarissasampaio@gmail.com
Fone: (Tim)   061 81772624

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Lugar de mulher, sim


Elas ainda são minoria em áreas como indústria, construção civil e tecnologia. Governo federal lança campanha para incentivá-las a se capacitarem nesses setores
             

“Meu pai queria que eu estudasse design de interiores e só com muita conversa consegui convencê-lo de que eu deveria fazer o que gosto.”
Gabriela Soares, estudante do curso de mecânica automotiva

Qual não foi a surpresa do cliente que, ao levar o carro para a revisão na oficina, descobriu que o mecânico que cuidaria do automóvel seria, na verdade, uma mulher. Mesmo com o crescimento da participação delas no mercado de trabalho brasileiro, algumas áreas permanecem territórios francamente masculinos. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) feita em 2011 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mapeiam os setores da economia nos quais a presença feminina é raridade. Do total de trabalhadores na construção civil, 96,5% são homens. Na indústria, 64,6% da força de trabalho é masculina. No caso dos serviços industriais de unidade pública, eles representam 82,8% da mão de obra. Apenas as atividades do setor de serviços são ocupadas predominantemente por mulheres(52%).

Ante a baixa participação feminina nesses segmentos, a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) lançou a campanha Mulheres que inovam. A estratégia é promover a qualificação delas em áreas tradicionalmente associadas aos homens por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Segundo a ministra da SPM, Eleonora Menicucci, a campanha tem por objetivo promover a liderança das mulheres em todos os segmentos da economia. “Queremos mostrar para elas que é possível ampliar o horizonte de trabalho e atuar nos setores que estão em expansão, como a construção civil e a indústria”, destaca. Embora as mulheres já estejam atuando nesses setores, os números podem crescer. No entanto, o preconceito é uma das barreiras. “Muita gente acredita que as mulheres devam assumir um certo tipo de papel, e os homens, outro”, observa a ministra. Para ela, contudo, essa divisão não pode mais existir.

Questão social
A especialista Márcia Vasconcelos, coordenadora do programa de promoção da igualdade de gênero e raça no mundo do trabalho, e prevenção e enfrentamento do tráfico de pessoas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), acredita que a baixa presença de mulheres em setores considerados masculinos diz respeito a como a sociedade e, consequentemente, o mercado de trabalho brasileiro, se organizam. “As mulheres têm maior dificuldade de acessar o mercado de trabalho e nele permanecerem em razão das responsabilidades que, ainda num modelo tradicional, recaem quase que exclusivamente sobre elas, que é o trabalho de cuidado da casa, das crianças”, destaca.

De acordo com ela, ao assumirem de forma principal a responsabilidade de cuidar de tudo isso, embarcando em varias jornadas de trabalho por dia, as mulheres têm menos tempo para a capacitação profissional e também para investirem na própria formação. Isso afeta e pode prejudicar a própria trajetória profissional e a inserção delas no mercado de trabalho. “Ao considerarmos os dados atuais de participação no mercado de trabalho, as mulheres ainda apresentam percentuais 20 pontos mais baixos que os dos homens.” Na opinião da especialista, isso demonstra as dificuldades que elas enfrentam por não terem políticas públicas que apoiem toda a dimensão das atividades de cuidado com a família.

A necessidade de cuidar dos três filhos faz Maria Leonici Fernandes do Nascimento trabalhar em casa como costureira. Com a primeira gravidez, deixou os estudos para trás ainda na primeira série do ensino médio. Hoje, aos 40 anos, voltou à sala de aula para realizar um grande sonho: trabalhar na indústria. Ela é aluna do curso de torneiro mecânico do Pronatec oferecido pelo Instituto Federal Brasília (IFB). Única mulher da turma, Maria afirma que seu desempenho não deixa nada a desejar. “Muito pelo contrário, devo ser uma das melhores da turma”, afirma. Para ela, a profissão de torneiro mecânico ser considerada essencialmente masculina não passa de um mito. “Nós somos igualmente capazes de fazermos as mesmas tarefas, os mesmos trabalhos”, garante. Suas aulas preferidas são as práticas, momento em que, de fato, ela pode colocar a mão na massa. “Muita gente acha esquisito eu ter escolhido esse curso, mas meus filhos têm muito orgulho de mim”, conta a moradora de Brazlândia, que diz sentir falta apenas de uma colega para ter com quem conversar.
                 
Jocilene Gomes de Oliveira decidiu recomeçar a carreira em uma profissão considerada masculina, a de auxiliar de redes

Novos papéis
Rafael Lucchesi, diretor de educação e tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), afirma que o perfil do trabalhador na indústria tem sofrido grandes mudanças. As mulheres começam a ganhar espaço no chão de fábrica. “Como o trabalho que requeria força física perdeu espaço para o computador, as mulheres se sentem mais à vontade para desempenhar qualquer tipo de função.” Ele destaca o número de alunas matriculadas nos cursos oferecidos pelo Pronatec: “Das vagas ofertadas em 190 cursos, 70% são preenchidas pelas mulheres”.

Professora do programa de pós-graduação em sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Lorena Holzmann avalia que, nos últimos 30 anos, foi marcante a evolução das mulheres em ocupações masculinas. “Hoje, são inúmeros os empregadores da área de tecnologia, por exemplo, que preferem trabalhar com a mão de obra feminina, considerada mais minuciosa”, avalia.

A estudante Gabriela Soares, 17 anos, faz parte de uma das turmas de mecânica automotiva do Pronatec, oferecida pelo Senai de Taguatinga . No entanto, sua trajetória não tem sido nada fácil. Para começar, a jovem precisou enfrentar a resistência da família. “Meu pai queria que eu estudasse design de interiores e só com muita conversa consegui convencê-lo de que eu deveria fazer o que gosto.” Ser a única mulher de uma turma de 12 pessoas também é difícil. “As piadinhas e comentários feitos pelos colegas mostram como a minha presença ali causa estranheza”, desabafa.

Aluna do curso de auxiliar de redes do Pronatec oferecido pelo Instituto Federal Brasília (IFB), Jocilene Gomes de Oliveira, 39 anos, viu na capacitação uma forma de mudar de vida. Quando decidiu estudar, estava desempregada há dois anos e quatro meses. Após um mês e meio do início das aulas, ela já havia sido contratada por uma empresa de manutenção de redes em empresas. “Tomei coragem e resolvi investir nessa área na qual eu nunca havia trabalhado, mas que me fascinava”, conta. Apesar de acreditar que é um mercado masculino, ela sente que isso está mudando. A turma dela já é paritária: são cinco homens e cinco mulheres. “O trabalho feminino é valorizado, pois somos detalhistas e temos vontade de aprender,” comemora.

Acesso à educação
O Pronatec foi criado em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica no Brasil. Para se candidatar é preciso ter pelo menos 16 anos e ser inscrito no CadÚnico

onde buscar formação
 » Pronatec     0800-616161
 » Instituto Federal
Brasília (IFB)    (61) 2103-2154
 » Senac    (61) 3313-8877
 » Senai    (61) 3362-6000

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Bancada feminina se reúne



Rosangela Gomes recebe líderes no Rio de Janeiro


A presidenta nacional do PRB Mulher, deputada estadual Rosangela Gomes, recebeu a bancada feminina do Partido dos Trabalhadores de Nilópolis, na última semana. O principal assunto norteou o incentivo e a criação de políticas públicas destinadas às mulheres.  As líderes também compartilharam experiências e dificuldades enfrentadas por elas durante o percurso político.
"Praticamente percebi que as necessidades são as mesmas. Precisamos de valorização. Chega de discriminações. A cada eleição cresce ainda mais o número de mulheres na política, assim foi em 2012 e aumentará muito mais em 2014. Com mulheres no poder, conseguiremos fazer a diferença e desenvolver mais projetos para o nosso benefício", reflete Rosangela Gomes.
Durante o encontro, que reuniu as líderes Mary Correa, Angélica Moreira e Neuza Barcellos, Rosangela Gomes apresentou algumas propostas do PRB Mulher. Entre elas, a criação de creches de qualidade em tempo integral para àquelas que não têm com quem deixar seus filhos. Além disso, a republicana falou sobre a necessidade de maior inclusão de mulheres deficientes tanto no esporte, quanto na política.
Por Jamile Reis

Foto 01: Douglas Gomes. Foto 02: Ascom Rosangela Gomes

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Larissa Maciel será vingativa em série bíblica da Record


Desde que se tornou conhecida do grande público, como a protagonista da minissérie Maysa (Globo, 2009), Larissa Maciel mostrou ser mais do que uma bela mulher com olhar atraente. A exemplo de outros atores que trocaram a emissora pela Record, é nesse canal que a atriz aparecerá, em breve, no elenco da minissérie bíblica José — De escravo a governador, de Vivian de Oliveira. 


Quando estreou na Globo, entretanto, a atriz gaúcha já contabilizava 11 anos de carreira artística. E foi no teatro que chamou a atenção de um produtor de elenco da Globo, que a convidou para o teste de intérprete de Maysa Monjardim. 



“Apesar de eu já ter trabalhado com teledramaturgia na RBS TV (afiliada da Globo no Rio Grande do Sul), a série tinha um alcance muito maior. Minha vida mudou muito com a Maysa. Me casei, vim para o Rio de Janeiro e já estou super adaptada. É um trabalho que guardo no meu coração com muito carinho, relembra.

Fonte:  Correio Braziliense


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Mulheres assumem a culpa


Elas trazem para si a responsabilidade de toda a estrutura familiar



Sentir-se culpada parece um comportamento exclusivo das mulheres, ainda mais quando se tem filhos e responsabilidades financeiras. Segundo a psicóloga Izabel Santa Clara, esse sentimento negativo surge da pretensão que há de alcançar a perfeição e, quanto melhor uma pessoa quer ser, menos ela admite erros.
Ela esclarece também que, apesar da estrutura familiar de hoje em dia ter mudado, as mulheres ainda continuam se sentindo as principais responsáveis pelos filhos, marido e casamento. “Penso que até durante um período da relação mãe e filho, a culpa e a maternidade são indissociáveis. Devemos considerar que as mulheres adoram assumir responsabilidades e, consequentemente, culpas, que não são suas.”
A origem dessa culpa é cultural, pois se atribui à mãe a função de ser provedora da felicidade dos filhos. Ela é considerada além de uma referência de afeto, também uma educadora. “Mas quando essa felicidade, por alguma razão, é quebrada ou não acontece, a mãe se sente culpada”, ilustra Izabel.
Essa cultura de afirmar e de cobrar as diversas funções de uma mulher faz com que nasçam situações complicadas em seu dia a dia. “As múltiplas tarefas femininas criam circunstâncias ainda mais angustiantes, como falta de tempo e de disposição para ficar com os filhos, decorrente do estresse e da sobrecarga de trabalho, potencializando o sentimento de culpa.”


Ser mulher é diferente de ser culpada

Para conseguir conviver com os problemas sem se sentir culpada, o melhor a fazer é identificar a origem dessa lástima. “Se é uma cobrança realmente sua, de achar que não está sendo suficientemente boa de acordo com os  seus valores pessoais, sociais, religiosos, o caminho é reavaliá-los. Novos valores estão sendo acrescentados ao papel da mulher, talvez tenha chegado a hora de repensar valores antigos com esses novos”, ensina Izabel.
Outra forma é saber dividir as responsabilidades com o companheiro, para que os problemas também sejam repartidos. “Primeiro a mulher deve deixar de lado a onipotência de que a responsabilidade da relação conjugal e familiar é somente dela e começar a acreditar que o homem não é somente o provedor. Essa relação de homens e mulheres dividirem as tarefas de casa, as contas familiares e os cuidados com os filhos devem ser aprendida diariamente, pois é uma postura relativamente nova.”
Depois de aprender a não ser onipotente e deixar de se cobrar é preciso tomar outro cuidado. “Ela não pode deixar que o sentimento de culpa volte a ter espaço em sua vida. Isso é um processo de aprendizado diário, que precisa ser cultivado na relação e nas coisas mais elementares do dia a dia”, finaliza a psicóloga.


Fonte: Site Arca Universal


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Batalhão de choque da Polícia Militar do DF será comandado por uma mulher



Hoje (19), a primeira mulher a comandar uma tropa de choque da Polícia Militar no país toma posse em Brasília, no Distrito Federal. Trata-se da tenente-coronel da PMDF Cynthiane Maria da Silva Santos, que aos 40 anos assume o comando da Batalhão de Policiamento de Choque e o Patrulhamento Tático Móvel (Patamo).

Nesta quarta (17), a PMDF divulgou comunicado afirmando que “tem o orgulho de informar que pela primeira vez na história das polícias militares do país, uma tropa de choque será comandada por uma mulher” e convidando para a cerimônia de posse, no pátio da Unidade, localizado no Setor Policial, às 17h desta sexta (19).
Perfil - Cynthiane vai comandar uma equipe de 400 policiais, dentre os quais apenas nove são mulheres. Ela trabalha na Polícia Militar há 21 anos e em 1999 se especializou no Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da PM, tornando-se uma das poucas policiais femininas a concluir o Curso de Operações Especiais (COEsp). Entre 2007 e 2010, atuou na segurança do ex-presidente Lula e como oficial na Missão de Paz das Organizações das Nações Unidas (ONU) no Timor Leste.
Mulher na PMDF – Segundo informações da PMDF, há 29 anos entraram as primeiras policiais femininas na Polícia Militar do DF. “Na época foi uma quebra de paradigmas. Muitos não entendiam sua importância. A atividade policial sempre foi vista como masculina. Mas isso mudou e pode-se dizer que com a entrada da mulher ser policial hoje é ser mais humano”, registra o texto da PMDF.
A assessoria de comunicação da corporação ressalta ainda que atualmente uma policial feminina ocupa o segundo cargo mais importante da Corporação, o de Subcomandante Geral. 


Fonte: Câmara em Pauta

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Rebeca Gusmão fala da sua trajetória

REBECA GUSMÃO – Nascida no dia 24 de agosto de 1984, a mais nova parceira da Secretaria de Esporte é uma multi atleta. Mais conhecida pelas conquistas na piscina, Rebeca Gusmão também fez halterofilismo e foi jogadora de futebol.

Sua vida esportiva começou aos seis anos. Acompanhando seu pai, ex-presidente do antigo AUD - Associação dos usuários, que hoje faz parte do Complexo Ayrton Senna, Rebeca praticava todas as modalidades oferecidas, porém, aos 12 anos, quando viu Fern

ando Scherer, o Xuxa, ganhar a medalha de bronze nas Olimpíadas de 1996, em Atlanta, ela decidiu que queria ser nadadora.

Seus primeiros resultados vieram nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1999, e em Santo Domingo, em 2003, onde levou o bronze no revezamento 4x100 livre nas duas competições.

No Rio de Janeiro, em 2007, Rebeca Gusmão foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha de ouro em jogos pan-americanos, na prova dos 50 metros livres. Como se não bastasse o feito, Rebeca ainda levou mais um ouro na prova dos 100 metros livres. Na mesma competição, ela ainda ganhou mais duas medalhas nos revezamentos 4x100 livre e 4x100 medley.

Além da natação, Rebeca também se aventurou no futebol, onde foi campeã brasiliense pelo Cresspon, e no halterofilismo, onde foi campeã mundial no supino até 90 kg.

Hoje, Rebeca Gusmão é mais uma fera que compõe o time da Secretaria. “Eu estou achando maravilhoso poder contribuir com a minha visão de atleta. Quando eu posso ajudar um esportista que passou as mesmas dificuldades que eu, vale mais do que qualquer medalha olímpica”, ressaltou.





Fonte: Facebook da Secretaria de Esporte

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Ricarda Lima, Uma mulher diferenciada


Ricarda Lima, ex-jogadora de vôlei, que além de defender diversos times brasileiros, também jogou pela seleção brasileira. Assim como toda a equipe, o currículo de Ricarda é extenso. Ela foi medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000, onde foi eleita a melhor defensora da competição.
Nascida no dia 12 de setembro de 1970, em Taguatinga, Ricarda começou no esporte ao
s 15 anos, jogando aqui em Brasília. Aos 17 anos, ela se mudou para Blumenau para defender a equipe da Hering e desde então percorreu o Brasil inteiro defendendo grandes equipes. Em 1989 ela foi campeã sul-americana juvenil pela seleção atuando como atacante.
Após várias cirurgias no ombro, Ricarda teve que desistir da carreira no voleibol. Porém, quando criaram a posição de líbero, o talento e a dedicação a fizeram voltar a fazer bonito. Ela foi eleita a melhor líbero do Grand-Prix de 1999, em Yu Xi, na China, onde terminaram em 3° lugar. Pela seleção feminina de vôlei, foram mais um bronze e uma prata em Grand-Prix, e um bronze na Copa do Mundo de Vôlei.
Hoje,  executa a função de coordenadora dos Centros Olímpicos e faz parte deste time de feras que fomenta o esporte no Distrito Federal. “Espero que todos amem este trabalho. Porque eu amo isso tudo e acredito na importância que os Centros Olímpicos têm na vida das crianças, das famílias e de todos nós. Muitas pessoas estão envolvidas e o esforço de cada uma é que faz dos centros um lugar diferenciado”, afirma Ricarda Lima.

Fonte: Ascom Secretaria de Esporte

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