Em busca de um futuro promissor

Integrantes da nova classe média chegam às universidades com o objetivo de não repetir as profissões dos pais, muitos em atividades que dispensam qualificação



 A diarista Adeni Moura de Souza, 67 anos, está cumprindo à risca a sua promessa: diplomar todos os filhos. Para ela, não havia por que os seis rebentos repetirem a dureza do seu dia a dia, ainda que o trabalho honesto lhe tivesse garantido o sustento da família. A mais velha da tropa, Ednaciônia,44, prestará vestibular, neste ano para um curso de gestão público. Desde menina, a sua prioridade foi ajudar a mãe a educar os irmãos. Nesse esforço conjunto, teve, muitas vezes, de pegar a vassoura e o balde para fazer limpeza em várias residências. Sabia, porém, que, cedo ou tarde, romperia com o destino de seguir a profissão da mãe.
Cioni, como gosta de ser chamada, é só alegria. A sua libertação começou a se desenhar há pouco mais de dois, quando retomou os estudos. Determinada, mergulhou nos livros e acabou aprovada em um concurso para merendeira na cidade de Santo Antônio do Descoberto, entorno do Distrito Federal. “Nunca é tarde para irmos atrás do que queremos. Agora, estou com mais tempo para estudar”, diz. A mãe ainda não dá a missão por cumprida. “Quero pendurar o diploma dela na parede. Será a realização de um sonho”, afirma Adeni.
Como Cioni e os irmãos, mais e mais jovens, sobretudo os da nova classe média, estão recorrendo à educação como caminho seguro para mudar muitas histórias que pareciam estar com o fim sacramentado. Os que não tiveram a sorte de conseguir uma vaga em universidades públicas e não têm renda suficiente para bancar as mensalidades recorrem a financiamento bancários, certos de que, quando formados, ganharão o suficiente para honrar as dívidas.
Crédito
A maranhense Evarista Barbosa, 31, anos, não tem do que reclamar. Filha caçula de uma família com oito irmãos e natural de Paraibano – cidade situada a 503 Km da capital, São Luís, ela mudou- se para o Distrito Federal aos 18 anos, depois de concluir o ensino médio. Embora tivesse a convicção de que passaria sem dificuldades pelo processo seletivo da Universidade de Brasília (UNB), foi obrigada a buscar uma faculdade particular.
Até ingressar no curso de Letras, Evarista teve que dar duro. Trabalhou por mais de um ano em duas empresas, sem descanso nos finais de semana. Mas juntou dinheiro necessário para bancar a matrícula e parte das mensalidades. O complemento necessário veio por meio do Programa de Financiamento Estudantil (Fies), administrado pela Caixa Econômica Federal. Arcou com juros de 3,4% ao ano. “Mesmo com essa linha de crédito, não deixei de trabalhar. Tudo o que ganhava era para pagar a faculdade”.
Evarista foi a primeira pessoa em sua família a ter um diploma de terceiro grau. A determinação, conta, foi herdada da mãe, faxineira, e do pai, agricultor. “Éramos pobres e tivemos uma infância bastante difícil. Mas a prioridade sempre foi estudar”, afirma. O contato com a literatura veio quando, por volta dos cinco anos de idade, passou a acompanhar a mãe na rotina de limpar a única biblioteca da cidade em que moravam. “Eu dizia que ia ajuda-la, mas, quando chegávamos lá, ela me mandava ler livros. Acho que não desisti por ela e pelo meu pai”, diz. Formada em 2006 e trabalhando em uma seguradora, Evarista terá até 2018 para saldar o empréstimo com o FIES.
O analista de suportes Leandro Ribeiro, 30 anos, sabe muito bem o valor de um diploma. Aos 30 anos, o brasiliense ainda paga pelo estudo superior concluído há cinco anos. Sem condições de bancar integralmente a faculdade, ele também recorreu ao Fies para fazer o curso de sistema de informação em uma universidade. As parcelas, de R$ 216 mensais, só acabarão em 2015. Mas, para ele, esse custo é o menor dos problemas. “Para quem quer se formar, ter um diploma universitário e um futuro melhor, os juros são o que menos importa”, assinala.
Mas é preciso ter muito cuidado com as dívidas. ”Para fazer um financiamento, seja na Caixa ou em um banco privado, a pessoa tem que ser controlada. Sempre pensei: vou ter que pagar isso um dia”, diz Leandro. No caso dele, a receita para bancar os estudos sem sufoco foi fazer uma poupança durante toda a faculdade.
Fonte: Correio Braziliense





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Idealizando o príncipe encantado

Muitas mulheres se frustram por buscarem o homem perfeito

 A idealização de um homem perfeito tem feito com que muitas mulheres permaneçam sozinhas por anos. Elas mantêm dentro de si uma visão romântica do casamento e acreditam que um dia viverão um conto de fadas com o homem perfeito. A decepção vem quando, depois de casadas, percebem que seu príncipe não é tão perfeito quanto idealizou.
De acordo com a escritora e apresentadora do “The Love School”, Cristiane Cardoso, seres humanos jamais podem ser perfeitos, por mais que tentem. “Perfeição só existe em filmes e livros românticos, que, aliás, duram apenas algumas horas ou dias – não duram para sempre!”
Quem certamente concorda com a afirmação de Cristiane Cardoso é a sul-africana Moti Bernadino (foto), casada com pastor e que faz a obra de Deus atualmente em Londres, na Inglaterra. Em seu blog, ela conta a visão romântica que tinha sobre o casamento, antes de selar seu matrimônio.
“Eu cresci lendo livros de romance. Aos onze anos, pegava livros de romance da minha mãe e me perdia em suas páginas. De um herói para outro, eu aprendi uma coisa: em algum lugar por aí havia um homem que faria toda a minha vontade; diria tudo que eu queria que ele dissesse, da maneira que eu queria; me daria tudo que eu desejava receber; e seria tudo o que eu queria que fosse. E, no momento raro em que ele fizesse qualquer coisa contrária à minha vontade, rapidamente viria correndo para me pedir desculpas. Ah, eu mal podia esperar para conhecer esse príncipe encantado!”, detalha.
Moti afirma que ficou muito feliz ao se casar, pois finalmente viveria seu conto de fadas. “Queria ser encantada pelo meu príncipe. Mas o príncipe com quem me casei acabou por se revelar um sapo! (Assim parecia para a menina que acreditava em contos de fadas). Ele nunca fazia nada que eu esperava dele; sempre dizia a coisa errada; não explicava seu ponto de vista tão pacientemente e suavemente como aqueles heróis do Harlequin; nunca me permitia ter a última palavra; nunca conversava por horas a fio, como um melhor amigo. Agora, tudo isso é muito engraçado, mas naquela época era doloroso perceber que o homem perfeito que eu esperava não existia”, conta.
Era hora de acordar, para Moti. Ela faz um alerta àquelas que, assim como ela, vivem um conto de fadas, pois talvez também esteja na hora de acordar. “O verdadeiro amor não é um mero sentimento. Não é ter expectativas egoístas. Não é sentir aquele friozinho na barriga. Não! O verdadeiro amor é muito melhor, muito mais forte, muito mais superior que a ideia de amor retratada por Hollywood e pelos livros de romance. O verdadeiro amor é ação, sacrifício, é uma decisão - quanto mais cedo você aprender a separar amor dos seus sentimentos, mais cedo você pode experimentá-lo”, finaliza.

Fonte: Portal Arcauniversal

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Jovem e determinada, ela vai longe

Aos 20 anos, Thais Barbosa de Alencar já se formou em direito, passou na segunda fase da prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e também foi aprovada em dois concursos públicos. Seu sonho de ser delegada de polícia, pode estar próximo de ser concretizado, tamanha a dedicação.




A dedicação de Thais Barbosa Alencar, 20 anos, sempre a deixou à frente de outros colegas, desde criança. Aos 7, a jovem já cursava a quarta série do ensino fundamental. Aos 15, passou no vestibular para direito. O resultado na prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) não seria diferente. Recém – formada em direito e aprovada na segunda fase do teste da OAB. Thaís pode ser a mulher mais jovem a se tornar a advogada do Distrito Federal. O mais novo do DF até agora, um rapaz também de 20 anos, está inscrito na instituição desde agosto de 2011.

Para a jovem, que sonha ser delegada de polícia, o resultado da prova foi um presente de Natal. “Estudei bastante, me sentia preparada, mas fiquei receosa e com medo de não passar. Foi uma pressão muito grande sobre mim.” Ela colhe os frutos de tantos anos de estudo. Thaís encarou um exame temido por muitos estudantes de direito e imprescindível para o exercício da advocacia. “Acho que a idade não vai atrapalhar o início da minha carreira. Conviver com pessoas mais velhas que eu me ajudou a amadurecer mais cedo.” Neste mês, ela iniciou o processo para tirar a carteira profissional. Faltam apenas alguns documentos e a cerimônia, que deve ocorrer até março.

O incentivo para cursar direito veio da família. A mãe, Renata de Paula Barbosa, 36 anos, moradora de Ceilândia, trabalha há 13 anos em um escritório de advocacia. “Tenho um tio motorista que trabalha para um juiz e os outros dois filhos fizeram o mesmo que eu. Eles estão nos bastidores, mas foram decisivos para a minha escolha”. Hoje, a jovem é motivo de orgulho para a família e serve de exemplo aos mais novos. “Ela sempre nos deu alegrias. Desde cedo, quando começou a estudar, a gente via que tinha potencial. É muita emoção”, conta a mãe.

Preparação

Em 2006, aos 15 anos, Thaís fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Estava no 3º ano. Ela conseguiu uma nota boa para cursar uma faculdade e inscreveu-se no Programa Universidade para Todos (Prouni). Estava em dúvida entre os cursos de matemática e direito, e, por influência da família, escolheu ser advogada. “Fiquei em quinto lugar dos 10 oferecidos para entrar na Universidade Católica e ganhei uma bolsa de 100%. Entrei um pouco ressentida, com dúvidas, mas logo me encantei com o curso”, revela, orgulhosa.

No segundo ano da faculdade, Thais começou a estagiar. Trabalhou durante dois anos no Fórum de Brazlândia do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e 11 meses na Companhia Energética de Brasília (CEB). No ano passado, o último na faculdade, deixou o estágio para fazer a monografia e se preparar para a prova da OAB. O sonho da independência sempre a motivou a estudar. Em 2011, ela foi aprovada nos concursos que prestou para o Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF) e para o Ministério Público da União (MPU). Também passou na primeira fase do teste para ingressar no Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

Desde pequena, Thais teve seu potencial identificado pelos familiares. Orientados pela professora da escola, eles procuraram especialistas que diagnosticaram: a menina era superdotada. Foi quando os parentes decidiram muda-la de colégio, custeado pelo tio, o sargento Alessandro Roberto Barbosa, 35 anos. “Mas ela não enfrentou dificuldades, estava sempre adiantada e é motivo de muito orgulho para todos nós,” diz Alessandro.

Apesar de dedicar boa parte do dia aos estudos, ela guarda um tempo para ficar ao lado dos familiares, dos amigos e do namorado. Thais também praticou esporte quando criança: é faixa preta no caratê. Atualmente, faz parte de um grupo independente que ensina a prática a crianças carentes. O segredo para o sucesso, a jovem não sabe definir, garante que todos os frutos que colhe são resultado de anos de dedicação.

Fonte: Correio Braziliense


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Mulheres da Bíblia: Lia

Rejeitada, mas fiel e firme até o fim




Uma mulher que sentiu o desprezo do pai ao ser usada em benefício dele. E esse foi só o início do seu sofrimento.
Lia era desprovida de beleza. Filha mais velha de Labão (Gênesis 29: 16-17), foi a primeira esposa de Jacó, que foi obrigado a se casar com ela para conseguir a irmã de Lia, Raquel (Gênesis 29:25-27).
A história dela é marcada pela falta de consideração, de amor, de apreço. Seu pai a usou para ter mais dinheiro. Ao se casar, tinha um marido que não a amava. Depois, sua irmã casou-se com seu esposo e o amor dele era maior por ela (Gênesis 29:30). O desprezo era tanto, que Deus teve compaixão de Lia e a fez mãe antes de Raquel (Gênesis 29:31).
Essa é a prova de que Deus sabia do sofrimento de Lia e a colocou em posição de vantagem em relação a Raquel. O Senhor se mostrou no controle de todas as coisas ao conceder filhos a Lia, e deixou claro que, mesmo que Jacó não a amasse, Ele a amava, cuidava e ajudava a passar pelos sofrimentos.

As “Lias” de hoje
Há incontáveis “Lias” pelo mundo. Aquelas que sofrem pela falta do amor de seu companheiro, do seu pai, de seus amigos. São mulheres desprezadas por sua falta de beleza exterior, usadas por sua posição social ou por sua inteligência.
Um desprezo que as faz se sentirem sozinhas. Mas não estão. A história de Lia ensina que Deus sempre vê nossas aflições e nos ajuda a passar por cada uma delas, honrando, dando alegria e força.
Lia não desistiu. Ela enfrentou tudo aquilo porque amava seu marido. Raquel morre antes dela (Gênesis 35:19) e Deus lhe dá mais essa vantagem: viver mais tempo ao lado de seu amado.
Não desista no meio do caminho, mesmo com tanto sofrimento e desprezo. Deus não se esqueceu de você, Ele só está esperando o melhor momento de agir e de honrar a sua vida.

Fonte: Portal Arcauniversal

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Experiência que vale ouro


Quem vê a designer de interiores Ana Rufato tranquila, debruçada sobre projetos de jardins de casas e clubes de Brasília, não imagina a guinada que ela deu em sua vida profissional. Ainda na década de 1990, aos 45 anos, quando nem pensava em parar de trabalhar, a mineira alegre e falante de São Sebastião do Paraíso, a 400 km de Belo Horizonte, entrou em choque ao saber que, por determinação do governo, não podia mais continuar no serviço público, pois já era aposentada. “Eu estava no auge da minha carreira”, lembra. Na verdade, a ruptura seria o início de uma grande transformação. A 10 meses de completar 60 anos, Ana já passou por cinco empresas em suas idas e vindas de Brasília a São Paulo ao lado do marido. Agora, dedicada ao paisagismo, nem sequer cogita largar o batente.

Prestes a entrar na faixa etária que se denomina terceira idade, a designer é o retrato de um Brasil que está adiando cada vez mais a saída do mercado de trabalho. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram, que hoje, quase 30% dos 20,5 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais continuam na ativa. Entre os homens, a taxa chega a 43% e, entre as mulheres, fica em 19,5%. Muitos são como Ana, que continua na labuta por prazer. Mas, na maioria das vezes, a escolha busca complementar a aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje, com teto fixado em R$3,6 mil.

São brasileiros que, em uma rotina quase anônima, garantem a sobrevivência das famílias. “A maioria permanece trabalhando para manter um padrão de renda. É diferente do que ocorre na Europa, onde as pessoas chegam  à terceira idade, mas podem consumir e aproveitar essa fase sem ter de trabalhar”, afirma o economista Alexandre Shaia, professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper). Embora 30% continuem ocupados na terceira idade, somando os inativos, o número dos que carregam sobre os ombros a responsabilidade do lar é bem maior. Cerca de 45% dos idosos -  nada menos que 9,2 milhões de pessoas – vivem com seus filhos na condição de chefes de família. No Norte e no Nordeste, essa taxa chega a 50%.

Ana teve mais sorte. Casada com o engenheiro Adilson Rufato, 58 anos e mãe de três filhos, ela optou por se aposentar e continuar em atividade em uma estatal do ramo de energia elétrica em 1997. A surpresa, no entanto, veio com uma determinação da Advocacia- Geral da União (AGU) para que ela e os colegas na mesma situação aderissem aos planos de demissão voluntária do governo Collor. Sem saber que rumo tomar, Ana fez vestibular para filosofia e procurou uma firma de recrutamento de profissionais para fazer seu currículo.



Solução

Com a experiência conquistada ao longo de anos de estudo e trabalho, não demorou muito e ela foi contratada por uma empresa de intercâmbio cultural e, em seguida, como assistente da presidência de uma construtora. Em 2008, veio a grande virada. A mineira decidiu fazer o curso técnico em paisagismo, num rumo bem diferente de graduação em letras feita na juventude. “O que, para mim, era uma perda, se transformou em uma grande chance de recomeçar”, diz.

Se, para esses brasileiros, a terceira idade é um momento de reconstruir, para as empresas, ela é uma solução. Marcia Almstrom, diretora de Recursos Humanos da consultoria Manpower, explica que, diante da falta de pessoas qualificadas no mercado de trabalho, as companhias optam por estender a vida dos empregados em seus quadros e aproveitar o capital intelectual de quem tem mais de 50 ou 60 anos. “Olhar para profissionais maduros é uma prática mais presente do que era no passado. Para as organizações, a maturidade hoje não é um ponto de fraqueza”, diz a especialista. “Contratar os mais velhos é comprar competência e lidar com escassez, pois não estamos formando talentos na velocidade em que os idosos deixam o mercado.”

Na avaliação de Márcia, a tendência é que o processo de absorção da terceira idade pelas corporações se acelere. Com sua população em rápido envelhecimento, o Brasil possui hoje dois terços dos habitantes em idade produtiva, entre 15 e 64 anos, o que configura o bônus demográfico – fenômeno definido pela força de trabalho maior que o número de pessoas economicamente dependentes. Em 2022, o país viverá o auge desse processo. A partir daí, o contingente em idade de produzir vai começar a cair e crescimento populacional será guiado pelo aumento do número de idosos.

“As companhias só vão conseguir lidar com isso com mais flexibilidade no recrutamento, não apenas em relação aos idosos, mas também às mulheres e aos deficientes físicos”, analisa a especialista. José Eduardo Bilian, professor de economia da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), destaca que, nos cargos de nível técnico, a necessidade de pessoas capacitadas é muito maior do que nos de formação superior. “Temos observado que, no setor metalúrgico, por exemplo, os aposentados voltam à atividade justamente por causa da falta de mão de obra qualificada”, diz.



Qualificação

A despeito do novo cenário, Ana Rufato observa que o contrato com as empresas nem sempre é tarefa fácil. Depois de se aproveitar, não foram poucas às vezes em que ela foi descartada antes da entrevista por causa da idade. “Em uma ocasião, a moça marcou tudo e, depois de perguntar quantos anos eu tinha, disse que ligaria novamente para agendar uma conversa. Daí eu que disse que não queria mais. Se a empresa declina de uma proposta por causa da minha idade, ela não merece a minha experiência”, diz. Durante o curso de paisagismo, de dois anos e meio, Ana não conseguiu estágio. A seu ver, as corporações deveriam ficar mais atentas à qualidade dos profissionais que se aposentam. “No funcionalismo, por exemplo, os servidores públicos passam por processos de grande qualificação, uma mão de obra valiosíssima.”

 Fonte: Correio Braziliense


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ONU MULHERES

Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres

A ONU Mulheres é a nova liderança global em prol das mulheres e meninas. A sua criação, em 2010, foi aplaudida no mundo todo e proporciona a oportunidade histórica de um rápido progresso para as mulheres e as sociedades. A ONU Mulheres trabalha com as premissas fundamentais de que as mulheres e meninas ao redor do mundo têm o direito a uma vida livre de discriminação, violência e pobreza, e de que a igualdade de gênero é um requisito central para se alcançar o desenvolvimento.

Os Estados-Membros da ONU e os ativistas dos direitos das mulheres se uniram para criar a ONU Mulheres. Eles reconheceram que tornar as questões de gênero e igualdade reais nas vidas de mulheres e meninas demandava uma organização com alcance mundial, além de uma experiência consolidada e de consideráveis recursos. Por um tempo longo demais, as mulheres foram forçadas a permanecer à margem nas questões de liderança política, segurança em zonas de conflitos, proteção contra a violência e acesso aos serviços públicos. Hoje, as mulheres precisam estar no centro das decisões como líderes, defensoras e agentes de mudanças.

A ONU Mulheres está surgindo a partir de um forte embasamento, pela fusão de quatro organizações da ONU com um sólido histórico de experiência em pesquisa, programas e ativismo em quase todos os países. Essas organizações incluem a Divisão da ONU pelo Avanço das Mulheres, o Instituto Internacional de Pesquisa e Treinamento pelo Avanço das Mulheres, o Escritório da Assessora Especial para Questões de Gênero e o Avanço das Mulheres, e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres.

A ONU Mulheres defende a participação equitativa das mulheres em todos os aspectos da vida e enfoca cinco áreas prioritárias:

o    Aumentar a liderança e a participação das mulheres;

o    Eliminar a violência contra as mulheres e meninas;

o    Engajar as mulheres em todos os aspectos dos processos de paz e segurança;

o    Aprimorar o empoderamento econômico das mulheres;

o    Colocar a igualdade de gênero no centro do planejamento e dos orçamentos de desenvolvimento nacional.

A ONU Mulheres apoia os Estados-Membros da ONU no estabelecimento de padrões globais para alcançar a igualdade de gênero e trabalha junto aos governos e à sociedade civil para formular leis, políticas, programas e serviços necessários à implementação desses padrões. A ONU Mulheres coordena e promove o trabalho do Sistema ONU no avanço da igualdade de gênero.

A ex-presidenta chilena Michelle Bachelet é a Subsecretária Geral e Diretora Executiva da ONU Mulheres. Ela traz ao seu cargo um histórico exemplar como líder visionária e defensora da justiça social e dos direitos das mulheres.

Mais informações sobre a ONU Mulheres no Brasil

EQSW 103/104 Bloco C – Lote 1 – Sudoeste
CEP 70670-350 – Brasília, DF, Brasil

(61) 3038-9280 | Fax: (61) 3038-9289


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Gislene Coimbra é uma mulher que tem o olhar diferenciado


Sargento Gislene Coimbras, idealizadora do projeto Educs – Educação para Cidadania- falou como surgiu o projeto. “Em 1991, o Educs iniciou na Ceilândia com o objetivo de levar cidadania para a população. O projeto evoluiu, nós trabalhamos com parcerias, inclusive a principal aliada nesse ano de 2012 será a Secretária do Idoso”, explicou a Sargento Coimbras.
Gislene diz que o projeto visa levar para a comunidade segurança pública através da prevenção e educação. “O trabalho é realizado junto às famílias por meio de levantamentos. O Educador consegue informações sobre os moradores e procura estimular a comunidade através da cultura.”, afirmou.

Na oportunidade falou sobre o sucesso do Educs. “Os alunos alfabetizados pelo projeto estão prontos para serem encaminhados a rede pública de ensino e até podem fazer cursos técnicos”.

Emocionada, a sargento Coimbras comentou sobre a realização de seu grande sonho. “Estou feliz por ver o Educs se expandindo a cada dia”, completou.

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Violência contra mulheres

Programa Regional Cidades Seguras: Violência contra as Mulheres e Políticas Públicas - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador e Guatemala. Coordenado pelo UNIFEM Brasil e Cone Sul.



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Hoje na América Latina, muitas cidades são cenários de diversas manifestações de temos, exclusão e iniquidade, que são obstáculos à prática de uma cidadania ativa, condição essencial de uma convivência democrática. Neste contexto, mulheres de diferentes condições sociais, raças, etnias, religiões demandam novas e mais enfáticas políticas públicas e ações para diminuir o impacto da violência em suas vidas.
A tais preocupações responde no Programa Regional Cidades Seguras, cuja meta é contribuir em: “Fortalecer o exercício dos direitos cidadãos das mulheres na América Latina, a fim de reduzir a violência pública e privada que se exerce contra elas nas cidades”. Este Programa dá continuidade e aprofunda um processo de articulação entre organizações da sociedade civil e dos governos, já iniciado na região. Redes de mulheres e redes feministas vêm contribuindo nos últimos anos com o debate público, com a geração de propostas e com o avanço no conhecimento sobre violência de gênero, na perspectiva de incidir em políticas públicas, que em muitos casos demonstraram fraquezas e vazios que devem ser superados.
Fonte: site da ONUFEM
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Dica: 5 peças que nunca saem de moda



Veja o que não pode faltar no seu guarda-roupa

A moda sugere a cada estação o que as pessoas devem ou não usar: cores, detalhes, como babados e flores, tecidos e muito mais. Porém, há peças que são chamadas de “curingas”, por nunca saírem das prateiras e vitrines. Mas, quais são elas?
Segundo a produtora de moda Daniela Avesani, tendo ao menos cinco peças-chave no guarda-roupa, a mulher corre menos risco de errar na combinação:
Vestido preto – Fácil de ser usado em diversas ocasiões, esse tipo de vestido pode deixar a pessoa mais elegante e atraente. “O estilo longo deve ser usado desde situações formais até as mais chiques. Já o na altura do joelho é ideal para datas e momentos que exigem menos dos convidados, como um jantar. O que pode mudar a beleza do vestido preto é o uso de brincos, colores e até cintos. De qualquer forma, neste caso, o que vale é se sentir bem”, comenta Daniela.
Scarpin – É um modelo clássico de sapato alto que tem a estrutura fechada, de diferentes cores, desde as mais clássicas – como o preto e cinza chumbo – até as modernas – como os coloridos. De acordo com a produtora de moda, ele passa a sensação de elegância. E apesar de serem utilizados em festas, os scarpins podem ser combinados facilmente com uma calça jeans clara ou escura.
Calça jeans – Há vários tipos de modelagens, como as tradicionais, com o corte reto, mais agarradas, entre outras. Independentemente disso, ela se tornou uma referência em moda. “Não há quem não goste dessa peça ou que não tenha pelo menos uma no armário”, comenta a especialista.
T-shirt branca – Tradicionalmente conhecida como camiseta, elas são itens essenciais em um vestuário. Por conta da modernidade, o mercado disponibiliza diversas modelagens e estilos, mas, nunca saindo de moda. “Há as com gola normal, role e por aí vai. Depende muito de como cada um se sente bem.”
Acessórios - Colar, brinco e anel são acessórios que apenas mudam de estilo e variam de tamanho, mas que dão um toque especial ao look. “Geralmente, mesmo não tendo opções novas, as pessoas acabam mudando de gosto. Há pessoas que preferem dourado, em outras fases, o prata, e por aí vai”, finaliza Daniela.


Fonte: Portal Arca Universal


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Reumatismo uma doença que atinge todas as idades

A médica Helenice Alves, sempre procurou divulgar a especialidade para que o diagnóstico ocorra o quanto antes.

Doenças reumáticas são enfermidades que acometem o aparelho locomotor – ossos, articulações, cartilagens, músculos, tendões e ligamentos. Embora sejam mais freqüentes entre a população idosa, podem acontecer em qualquer idade e comprometer diversos órgãos
do corpo humano. Uma das pioneiras na área de Reumatologia em Brasília, a médica Helenice Alves Teixeira Gonçalves assegura que reumatismo não é “doença de velho”. 
Dra Helenice Alves


“Acomete qualquer idade. Por isso, sempre procurei divulgar a especialidade, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância de diagnosticar precocemente esses problemas, que podem levar a deformidades e qualidade de vida péssima”, diz. Desde 1970 em Brasília, doutora Helenice foi a primeira residente a se especializar em Reumatologia no Hospital de Base, e é uma das homenageadas do ano pelo  Prêmio       Saúde Brasília, concedido pela Associação Médica de Brasília (AMBr) e pelo Jornal de Brasília.

Natural de São Luís do Maranhão, a médica hoje é responsável por gerenciar alguns projetos no âmbito da Secretaria de Saúde do DF (SES) – embora não tenha deixado de atuar na assistência  médica. “Como gestora, minha visão é mais ampla, no sentido de atingir objetivos maiores”, resume. Sua experiência a credenciou para essa posição. Ela trabalhou no Hospital Sarah Kubitschek, referência na medicina do aparelho locomotor. Posteriormente, foi aprovada em concurso da Secretaria de Saúde, onde trabalhou como médica reumatologista no Hospital de Base. Helenice chegou a assumir a chefia de unidades importantes do complexo, como a de Reumatologia e de Medicina Física.


As principais doenças reumáticas são a artrite reumatóide, a osteoporose, fibromialgia, artrose, além de outras patologias que acometem a coluna vertebral. Estatísticas do Ministério da Saúde indicam que 15 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de reumatismo.
Se a doença for descoberta no início e tratada corretamente, o paciente pode levar uma vida normal e sem dores.

Atenção ao idoso
Mais recentemente, a doutora Helenice Alves assumiu a chefia do Núcleo  de Atenção Integral à Saúde do Idoso da Secretaria de Saúde. O foco de atuação do Núcleo é na promoção de saúde, reabilitação, prevenção e tratamento de agravos à saúde da população com idade
maior ou igual a 60 anos.“A expectativa de vida aumentou muito em todo o Brasil, mas especialmente aqui em Brasília. Mas não adianta viver 70 ou 80 anos sem qualidade de vida. Nosso objetivo é contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos idosos”, explica a médica. Dentro do Núcleo, um programa   chama atenção: a Escola de Avós. “Com esse projeto, buscamos tirar o idoso, o avô, de casa, para atuar não apenas na assistência médica, mas também na socialização, na educação, na cidadania.


Buscamos estratégias  para que ele não fique em casa, isolado”, diz Helenice, acrescentando que o programa já faz parte da agenda de seis regionais de
Saúde do DF. Na prática, são realizadas oficinas, onde o idoso passa por um circuito de Saúde, mas tem oportunidade de conhecer artesanato, culinária, informática.
“A finalidade é integrar netos com os avós, integrar as gerações”, destaca Helenice.




                                           Secretario do idoso Ricardo Quirino e Dra Elenice em recente seminário ( Instituto Fio Cruz-RJ)




“A Dra Elenice tem sido uma grande colaboradora no trabalho que tem sido desenvolvido  em parceria com Secretaria Especial do Idoso e da Secretaria de Saúde”.


 Secretario do Idoso Ricardo Quirino







Fonte: Jornal de Brasília
Edição:  Ascom- Secretaria Especial do Idoso

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Uma mulher nas artes marciais


Não é novidade que a mulher está dominando o mundo. Ela se destaca nas empresas, nas diretorias, gerencias e chefias. No esporte não é diferente. Daniele Pinheiro, 33 anos é campeã em artes marciais. Ela mostra que é uma mulher que tem o olhar diferenciado.
Em entrevista ao nosso blog, Daniele fala de sua paixão pelo Katatê. O esporte que pratica há oito anos com várias vitórias conquistadas dentre elas: o Campeonato Brasileiro de Karatê Interestilos.

Daniele, uma mulher com olhar diferenciado

A esportista moradora de Brasília, casada e campeã declara que o incentivo pelo esporte veio do irmão que hoje é seu professor e que seus pais no inicio não aceitavam a idéia: “Aos sete anos de idade, sempre acompanhava meu irmão junto com meu pai nos eventos e campeonatos os quais ele participava. Eu sempre quis treinar. Na época também minha mãe era contra, mas com passar do tempo insisti nesse sonho e hoje estou contando os dias para ser faixa preta”, contou Daniele entusiasmada.

“O Karatê provém das técnicas de defesa sem armas, ele não podem ser confundido com um mero esporte”. Daniele diz ainda que o esporte traz grandes benefícios dentre eles: autocontrole, equilíbrio interior, disciplina e respeito. “Além dos benefícios físicos, trata-se de um caminho para a saúde perfeita, correção de postura, respiração, coordena o bem-estar físico, emocional e mental do praticante. É uma filosofia de vida, quem começa e não pára nunca”, explicou.
A mulher sempre sofreu discriminação em tudo que fazia. Hoje estamos conquistando a cada dia o nosso espaço. Como mulher é muito gratificante ser praticante deste esporte, diz a Karateca.

Daniele treina jovens do projeto Força Jovem Brasil e fala que já ver resultados a cada treino. “Percebo como estão progredindo, isso é muito gratificante!”, falou com alegria Daniele, que já tem planos para o próximo ano. “O ano de 2012 promete novidades, pois iremos participar de competições e eventos importantes como: a 1ª troca de faixas no mês de março, o Campeonato Zonal Centro-Oeste de Karatê Interestilos em Abril, na cidade de Goiânia, dentre outros ao longo do ano”.


Quem quiser participar dos treinos partir de 13 anos de idade, adolescentes, adultos e idosos. Os treinos acontecem aos sábados no espaço do Força Jovem localizado no SDS CONIC - a partir das 9h30
Mais informações: 2103-4038


 

 

Por Socorro Araújo



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Espaço conquistado com suavidade



 A luta das mulheres por igualdade profissional vem de longa  data. Melhores   salários, oportunidades parelhas às dos homens, mas, acima de tudo, respeito no  ambiente profissional.   Porém, apesar da participação da mulher no mercado de trabalho ter crescido nos últimos anos, ela continua a receber salário menor que o do homem.
                                                                                                      foto: Josemar Gonçalves
De acordo com a Pesquisa sobre Emprego e Desemprego  (PED) no Distrito Federal, divulgada pela Codeplan, em setembro, 59% dos desempregados eram do sexo  feminino. Esse percentual vem apresentando queda, porém, de forma pouco significativa, sendo  que em janeiro de 2011 estava na faixa de 61%.

Segundo a coordenadora do estudo, Adalgisa Amaral, é  preciso analisar os números com intervalos de tempo maiores. ”Ao olharmos as estatísticas mês a mês, realmente a queda será baixa. Mas se compararmos com os últimos 12 meses, por exemplo, veremos que a queda já é bastante expressiva”, explica.

Segundo a presidente  da  Codeplan, velise Longhi,  mesmo a mulher sendo maioria  entre a população brasileira  (51,3%),  respondendo  atualmente  por 48,8% dos postos de trabalho, ainda existe uma grande desigualdade salarial entre os sexos: as mulheres ganham 83%, em média, do que recebem os homens.

RENDIMENTO MÉDIO
O rendimento médio por hora trabalhada das mulheres passou de R$ 6,56 para R$ 6,72, enquanto o dos homens saltou de R$ 8,22 para R$ 8,94. As mulheres com ensino  superior recebem, em média, R$ 15,70 pela hora de trabalho, enquanto as que não têm curso superior recebem R$ 4,60 por hora. “Essas informações evidenciam que completar o Ensino Superior significa, de fato, alcançar postos mais qualificados e mais bem remunerados”, avalia Adalgiza.

Além do crescimento  quantitativo de mulheres no  mercado de trabalho,  a  pesquisa  também observou que outras oportunidades de inserção produtiva estão se abrindo para as mulheres mais escolarizadas.”Apesar da área da educação ainda ser o principal segmento a abrigar as trabalhadoras, cresceu a participação feminina no setor  de serviços especializados, como advogadas, contadoras e engenheiras, superando o setor de saúde”, reitera Adalgiza.

A coordenadora afirma ainda que falta compromisso do Estado em auxiliar as trabalhadoras. “Precisa mos conquistar políticas públicas. O Estado deve combater a discriminação e criar leis que protejam a mulher no trabalho. Além disso, é preciso que haja auxílios para elas, como creche e escolas integrais”.



Fonte: Jornal de Brasília
Edição: Socorro Araújo

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Primeira-dama Ilza Queiroz é uma mulher com o Olhar Diferenciado

Ilza Queiroz fala sobre os desafios que enfrentará ao lado do marido e governador eleito do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, para melhorar a vida dos brasilienses nas áreas de saúde, segurança, educação e os principais serviços aos cidadãos.

Fotos: Arquivo pessoal e Dinah FeitozaNo Natal de 2009.
   
A baiana Ilza Queiroz que em 1° de janeiro  assumiu  o posto de primeira-dama do Distrito que  também é médica como o marido, o governador , Agnelo Queiroz. Ginecologista, obstetra e acupunturista, ela conta que desde criança já brincava de ser médica com uma malinha de instrumentos. “No próximo ano, já vou completar 30 anos de profissão”, lembra, com orgulho. Destes, mais de 25 anos foram dedicados à Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. “Gosto de trabalhar e adoro exercer a minha atividade”, declara.
Casada há 29 anos com o também baiano Agnelo Queiroz, ela revela que eles se conheceram durante o estágio de medicina. “Foi em abril de 1979, durante os plantões de obstetrícia que fazíamos em uma maternidade de Salvador”, relembra. Sobre as principais qualidades do marido, Ilza destaca a sua determinação. “O Agnelo é uma pessoa muito responsável e perseverante. Ele sempre acredita no que faz e nunca desiste”, elogia.

O casal veio para Brasília há quase 30 anos e, na capital federal, tiveram dois filhos: Fernanda, de 24 anos, e Guilherme, de 21. Atualmente, a filha estuda relações exteriores e o filho, jornalismo. “A Fernanda já exerceu a profissão de modelo e até morou fora do Brasil por conta do trabalho. Ela já esteve em quase todos os países asiáticos e Tóquio foi um dos lugares que mais trabalhou, além de cidades europeias, entre outros locais que a profissão de modelo a levou a conhecer”, detalha a mãe corujá.
Primeira-dama
 Ilza Queiroz é uma mulher dinâmica e muito companheira do marido, entretanto, ela faz questão de salientar que prefere ficar nos bastidores. Sobre os trabalhos como primeira-dama,  afirma a intenção de dar uma atenção especial aos idosos, que serão destaque em suas ações sociais. 
No que diz respeito ao  mandato do  governador, Ilza está confiante que, com a determinação de Agnelo Queiroz, ele irá melhorar ainda mais a vida dos brasilienses. “Com certeza, ele vai buscar o que há de melhor em todas as áreas para atender à população”, ressalta. Ela comenta que a saúde é  uma das prioridades do governo, mas ressalta que a segurança e a educação também tem cuidado primordial, pois todos esses serviços têm que funcionar juntos, já que são interligados e fundamentais em qualquer boa gestão.

Momentos de lazer
Nas horas livres, primeira-dama gosta de dedicar-se à pratica do tênis, um dos seus hobbies preferidos. “Costumo jogar duas vezes por semana. É uma ótima distração, além de ser um excelente exercício físico”. Para contribuir com a saúde e bem-estar, ela ainda frequenta regularmente as aulas de pilates. Ilza também diz que adora cozinhar para a família. “Desde pequena, sempre gostei de cozinhar. Costumo preparar a comida sem ter uma receita específica, sigo o meu bom senso e gosto”, ensina. “O Agnelo aprecia muito peixe e tenho satisfação em fazer diferentes pratos com a iguaria para ele”, finaliza.

 Por Ilza Queiroz
Música: música popular brasileira
Cor: azul
Flor: rosas
Paisagem: vista do mar
Referência: sua mãe, Maria da Glória
Esporte: gosto de assistir basquete e praticar tênis
Hábito: pontualidade
Primeira-dama: dona Marisa Letícia
Sonho: que todas as pessoas tenham pelo menos o básico na vida
Slogan pessoal: fazer para os outros o que eu gostaria que fizessem para mim

Fonte: Jornal da Comunidade
Edição: Socorro Araújo

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Angola leva 1º Miss Universo no Brasil

Leila Lopes recebe a coroa das mãos de Ximena Navarrete Leila Lopes, a Miss Angola, conquistou público e júri e foi eleita Miss Universo 2011 no concurso realizado em São Paulo neste segunda, 12. Emocionada, ela recebeu a coroa e a faixa da mexicana Ximena Navarrete, eleita a mais bonita do mundo em 2010, e foi aplaudida e saudada pelas torcidas de todo mundo.

A angolana, preferida do público que lotava a casa de show paulistana, superou a ucraniana Olesia Stefano, que ficou em segundo lugar. A brasileira Priscila Machado ficou em terceiro lugar e agradeceu ao público pelo carinho. Completam o Top 5 a Miss Filipinas Shamcey Supsup e a chinesa Luo Zilin.

A venezuelana Vanessa Gonçalves ficou apenas entre as 16 melhores e quando seu nome não foi anunciado entre as dez melhores vaias se ouviram da plateia. A torcida venezuelana era uma das maiores no local.

Na hora da sabatina, as cinco finalistas, em geral, se saíram bem. Contudo, Leila Lopes, a Miss Angola, foi a mais aplaudida. "Estou muito satisfeita do jeito que Deus me fez. Gosto de mim assim. Me considero uma menina bonita por dentro, tenho meus princípios, meus valores, que adquiri da minha família. Fui muito bem educada e quero ser assim a vida toda", disse ao ser indagada se mudaria algo em si mesma.
Já à brasileira coube responder a tradicional questão sobre guerra. Priscila teve que dizer o que faria se tivesse que lutar por algo que não acreditasse. "Primeiro de tudo, ia explicar as pessoas que a principal qualidade do ser humano é o respeito. Qualquer guerra é baseada na falta de respeito, de educação e de humanidade. Como ser humano deve respeitar o outro ser humano", disse Priscila.

A ucraniana disse que trocaria de lugar com Cleópatra, a rainha do Egito, por considerá-la uma mulher forte, uma líder. A chinesa falou sobre as praias de nudismo: "Cada país tem suas leis. Devemos respeitar e entender."

A filipina também foi bastante aplaudida ao responder se mudaria de religião por amor. "A pessoa que amo é Deus, que me criou. Se a pessoa me amar terá que amar meu Deus também."

Atrações musicais
Claudia Leitte lançou em primeira mão no Miss Universo 2011 sua primeira música em inglês, "Locomotion Batucada". A cantora se apresentou no palco do concurso - transmitido para 2 milhões de pessoas no mundo todo - enquanto as 16 misses finalistas desfilaram em trajes de banho.

"São dois milhões de pessoas me assistindo, é uma oportunidade para eu mostrar meu samba, minha batucada, minha brasilidade. É a primeira vez que canto minha música em inglês na TV", disse ela.

Bebel Gilberto foi a outra atração musical da noite. Ela cantou "Close your eyes" enquanto as dez melhores misses desfilaram em trajes de gala.

Tapete vermelho
Um tapete vermelho foi estendido no Credicard Hall, onde estrelas nacionais e internacionais como a atriz Vivica Fox e os apresentadores Natalie Morales e Andy Cohen desfilaram seus modelitos pré-show. Natalie, que é filha de uma mineira e apresentadora do canal NBC, escolheu um vestido da marca brasileira Vivaz e conversou com a imprensa em português. "Morei no Rio dos 7 aos 10 anos", explicou ela.

Entre os brasileiros, Claudia Leitte foi uma das que mais chamaram atenção. Usando um Reinaldo Lourenço, a cantora falou sobre o nervosismo de cantar em inglês ao vivo para o mundo todo. "São dois milhões de pessoas me assistindo, é uma oportunidade para eu mostrar meu samba, minha batucada, minha brasilidade. É a primeira vez que canto minha música em inglês na TV", contou ela, fazendo referência à música "Locomotion Batucada".

Bem-humorada, Claudinha confessou que não leva a menor jeito para Miss. "Já fui miss de quermesse, miss do meu ônibus na Disney, mas não nasci para ser miss, não. Vou dar minha pinta de miss no palco", falou dando o tradicional tchauzinho de miss.

Isabeli Fontana, jurada do concurso, também apareceu linda em um Dolce & Gabbana e disse que nunca pensou em concursos de beleza. "Nunca tive esse sonho,nem sabia que miss existia", disse ela. Apesar disso, ela sabe da responsabilidade julgar o concurso e diz que é difícil por estar acostumada com outro padrão de beleza. "Vou me basear na elegância e na personalidade, porque beleza não é muito fundamental", falou. "O corpo não é muito importante, o importante é o conteúdo", completou.

Fonte://www.gp1.com.br

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