Mulher na Advocacia

A MULHER CONQUISTA A ADVOCACIA

       A advocacia brasileira ainda é marcada por uma maioria masculina. Aproximadamente 44% dos 648.753 inscritos na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) são mulheres. Em São Paulo, a participação feminina também é menor do que a dos homens. As 102.217 advogadas paulistas somam 45% do total computado pela entidade de classe.
Dra Juliana Sant'Ana Machado
       No Distrito Federal, os números do recadastramento feito pelo Conselho Federal da OAB apontavam o seguinte: 7.132 advogados contra 4.563 advogadas. Mas é interessante observar que na faixa com até cinco anos de profissão, o número de advogados no Distrito Federal é de 2.447, contra 2.009 advogadas
     A tendência, no entanto, é que esse número seja invertido em favor das mulheres daqui a alguns anos.  Na advocacia, 289 mil mulheres representam 44% inscritos na OAB.
       Esta provável inversão que colocará as mulheres como maioria na advocacia também pode ser indicada pelo percentual feminino entre os estagiários de direito. Mais de 52% dos 86.935 estagiários inscritos na OAB representam mulheres no início de suas carreiras jurídicas.
       As mulheres conseguiram grandes conquistas no mercado de trabalho, principalmente na área jurídica. Mas, ainda há questões que precisam ser superadas, como a equiparação salarial entre homens e mulheres, que é uma grande realidade na advocacia.
       O fato é que está havendo uma valorização cada vez maior do sexo feminino no mercado de trabalho, e as advogadas estão acompanhando esta tendência. A cada ano o número de mulheres formadas em Direito que entram no mercado torna-se mais expressivo, e isto é um forte indicador de que as mulheres poderão ultrapassar em breve o número de advogados.

       O trabalho da mulher tem demonstrado grande relevância, sobretudo em ações cuja sensibilidade é mais exigida, embora ela esteja apta a desenvolver suas atividades em qualquer campo profissional do Direito. Mas as áreas que sinalizam a maior presença feminina na advocacia são relacionadas ao Direito de Família, a exemplo de processos envolvendo crianças, adolescentes e os pais.
        Ressalta-se também, uma acentuada motivação das mulheres em participar de treinamentos e desenvolvimento pessoal, o que certamente justifica esta ascensão feminina em cargos de destaque nos setores jurídicos.
       Portanto, fica cada vez mais nítida esta nova realidade no mundo da advocacia: as mulheres estão conquistando espaço e poder neste setor que antes era dominado majoritariamente por homens.

JULIANA SANT ANA MACHADO- ADVOGADA
OAB/DF 21.758


“Mulheres como a Dra Juliana tem um olhar diferenciado”
Deputado Ricardo Quirino

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Major Priscilla é uma Mulher que tem o olhar diferenciado

 
    “Pretendo comandar Batalhões da PM”

As unidades de Policia Pacificadora (UPPs) constituem-se de policiamento permanente em comunidades do Rio de Janeiro, que visam à ocupação de áreas antes dominadas por traficantes. A primeira foi instalada pela PM no ano de 2008 no morro Santa Marta, em Botafogo(Zona Sul). A  major Priscilla de Oliveira Azevedo, de 32 anos, é a comandante do posto desde a inauguração-ocorrida em dezembro daquele ano.

Major Priscilla

Ela é a primeira oficial do sexo feminino a exercer esta função e estão sob  sua supervisão 120 policiais Militares e ela afirma não haver qualquer preconceito por parte dos homens, que a tratam com admiração e respeito.
Major Priscilla nasceu em Laranjeiras- Zona Sul, bairro vizinho de Botafogo e  há doze anos ingressou na Policia do Rio, que nunca encontrou dificuldades para trabalhar em Botafogo.
Uma das dificuldades encontradas na Comunidade de Santa Marta,  segundo a  Major    foi  a questão Cultural, onde foram   gerados  alguns conflitos mas garantiu  que não foram em ordem armada ressaltou a Major.
Em entrevista a revista Plenitude a Major Priscilla cita alguns exemplos da Integração dos PMs e Moradores.
PLENITUDE- Cite um exemplo da integração dos PMs com os moradores.Eles estão interagindo com vocês?
Major Priscilla-  Um exemplo que aconteceu foi no dia das Crianças, onde  organizamos uma festa no marcanãzinho, na Zona Norte. Foram Distribuídos presentes e brindes para a garotada. Aqui na UPP preparamos os convites e eu, pessoalmente, fiz questão de entregá-los, em mãos aos moradores do Dona Marta. A comunidade reagiu bem e deu retorno compareceu. Tive exemplos no ano passado e, em 2009,quando fiquei muito satisfeita e feliz, e tenho certeza de que as crianças e seus familiares também.



Fonte: Revista Plenitude

Publicado por Socorro Araújo

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Mulheres Policiais-AMPOL

Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil-AMPOL


   





O deputado Ricardo Quirino prestigiou o encontro da Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil (AMPOL), que aconteceu na Câmara dos Deputados, na manhã da última quarta-feira, 13.
Um café da manhã abriu os trabalhos do encontro, que tem o objetivo de discutir e reivindicar políticas voltadas a  proteção das mulheres policiais em todo o Brasil. 
A inspetora Lídia da Mata, explicou que a AMPOL reúne agentes da polícia Federal, Rodoviária Federal, Civil, Militar e do Corpo de Bombeiros com o intuito de lutar pela aposentadoria especial de 25 anos de carreira.
Dentre as proposições prioritárias e de interesse da mesma, estão PEC-34, que tramita no Senado Federal e concede a compensação securitária aos policias que recebem salários na forma do subsídio. No encontro o deputado declarou que é um parceiro da Segurança Pública.

Por Socorro Araújo







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Instalação da Frente Parlamentar do Esporte

Deputado Ricardo Quirino participa da Instalação da Frente Parlamentar do Esporte na Câmara Legislativa


Deputado Ricardo Quirino discursando
            O Deputado Ricardo Quirino compareceu nessa manhã de quarta-feira (06), da Solenidade realizada no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito  Federal, onde  prestigiou a  instalação da Frente Parlamentar do Esporte, idealizada  pelo  Deputado Distrital Evandro Garla do (PRB-DF). A frente contou com presença de atletas como: Pipoca, Ricarda, representantes de federações esportivas, representantes do Governo, e atletas de todo o Distrito Federal.
Na oportunidade, Quirino ressaltou  que o esporte é a maior porta de inclusão social, sendo uma ação para  quebra de preconceitos onde não há espaço para o racismo,“ No esporte o atleta pobre  divide o mesmo espaço com o rico, da mesma forma o negro com o branco, e compartilham o mesmo suor na camisa quando se  comemora a vitória  de seu time com um abraço, esse é o grande valor do esporte”, disse Quirino.
O Presidente da Frente Evandro Garla  que faz parte da Força Jovem Brasil afirmou que O esporte e a família são os grandes aliados do jovem na luta contra o crack, por isso o  incentivo à prática esportiva são essenciais em áreas carentes onde a vulnerabilidade do jovem é maior, “O esporte é uma ferramenta fundamental de inserção social, qualidade de vida e realização de sonhos”, Afirmou.
Além de Ricardo Quirino e Evandro Garla, compuseram a mesa o deputado Federal Acelino Popó (PRB-BA), o secretário de Estado de Esporte do distrito Federal Célio René, o secretário de Esporte de Planaltina de Goiás André Luiz, a presidente da Federação de atletismo de Brasília, Carmem Oliveira, e o presidente do Clube do Golfe de Brasília, Péricles Toledo.

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Atleta Ricarda Lima

Ex-jogadora de vôlei conta a sua trajetória de sucesso como mulher no esporte e hoje como gestora da Vila Olímpica “Rei Pelé”, em Samambaia

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Socorro Araújo

A ex-jogadora de vôlei e atual administradora na Vila Olímpica “Rei Pelé” de Samambaia, Ricarda Lima, é um exemplo de garra e sucesso no esporte de Brasília. A sua história no esporte teve um “ponta pé” quando começou jogando vôlei na cidade satélite de Taguatinga.

 Depois de algum tempo, ex-atleta chegou à seleção brasileira de vôlei, aonde conquistou a medalha de Bronze nas Olimpíadas de Sidnei.

Por já ter uma vasta historia no esporte Ricarda sabe a real importância para um jogador em poder usufruir de um espaço de qualidade para realizar os treinos.

A ex-atleta diz que o esporte contribui para a formação do caráter de uma pessoa e foi fundamental em sua vida.Para ela, a vila olímpica “Rei Pelé” é um ambiente saudável educacional e socializador.

“Trabalhamos todos os valores olímpicos dentro do que os esportes nos ensina desenvolvendo todas as competências emocionais, positivas e físicas.

Também temos muita saúde e qualidade de vida. A vila está cumprindo seu papel” comentou Ricarda. Como atleta, ela declara a importância que o esporte tem para a formação do caráter de uma pessoa. “O esporte exige toda disciplina educacional, ensina o jovem a falar não para as coisas erradas e faz com que eles entendam que são os responsáveis por suas escolhas.”
           
Em relação ao projeto “Instituto Amigos do Vôlei”, a administradora revela que o objetivo é trabalhar muito esse ano para dar continuidade às ações. Existem vários parceiros que sempre incentivaram e acreditaram nesse sonho que não é só dela mas como também da Leila, também ex- jogadora de vôlei, mulher Brasiliense que fez sucesso em todo o mundo atuando na seleção Brasileira.
         
Ricarda disse ainda, que o instituto recebeu um convite da secretaria de segurança para que ela pudesse fazer a gestão de mais dois grandes projetos, sendo eles: Picasso não pinchava e o esporte a meia noite.

“Ricarda Lima, é uma mulher que tem o  olhar Diferenciado”...!!!

 Deputado Ricardo Quirino ao lado de Ricarda Lima

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Mulher e suas conquistas

 A mulher e suas conquistas de espaço na Sociedade



Mais de 50% das mulheres do Distrito Federal são chefes de família, sendo que muitas são organizadoras logísticas de suas casas, responsável por contribuir com sentimentos, na formação dos lares, além de trabalhar fora para o sustento da família, revelou a Diretora da delegacia especial de Atendimento a Mulher (DEAM) Mônica Chmielewiski Ferreira Loureiro e também a Secretária de Estado da Mulher Ogamir Amancia Ferreira.

Dra Mônica C. F. Loureiro
Esses dados fazem com que as especialistas questionem qual seria papel da mulher na sociedade?
 
            A maioria das mulheres do Distrito Federal tem escolaridade superior ao homem em termos de pós-graduação e ensino superior as mulheres estão na frente.Elas são uma parcela muito importante na sociedade onde há  necessidade de investimento no cuidado e na valorização das mesmas.
             
Dra Mônica conta que seu principal desafio dentro da DEAM é sensibilizar a sociedade que estamos em pleno século XXI e que as mulheres não podem mais serem vitimas de violência e maus tratos. “O desafio é sensibilizar a sociedade de que hoje existe a Lei Maria da Penha e ela tem que ser aplicada”, disse

Olgamir disse que pelo fato da mulher assumir papéis diferenciados na sociedade, ela não traduz ainda sua participação efetiva e real, pois os espaços alcançados estão muito além daquilo que tem condições de ocupar, explicou a secretária.
Secretária de Estado Ogamir Amancia Ferreira

Em relação à discriminação, a secretária declarou ser ainda muito grande por força do processo de dominação da cultura machista na sociedade, de forma que ela a –mulher- é chamada para ocupar espaços de execução e não os de gestão.
 “A maioria das mulheres que estão hoje no processo produtivo que é em torno de 46%, tem nível de escolaridade muito mais elevado que os homens, entretanto elas continuam trabalhando nas atividades operacionais.Porém quem estar nas atividades de planejamentos nas produtividades de mando de decisão são os homens. Nós ainda não conseguimos inverter essas lógicas”. Revelou Ogamir.

Ogamir Ferreira e a Mônica Loureiro são Mulheres com olhar Diferenciado.
                                                                         


Frase do Deputado

“A eleição e a presidenta Dilma Roussef,  ainda sobre os olhares preconceituosos de muitos, representa uma grande mudança do sentimento predominante mente   machista .Torço para que outras mulheres em breve cheguem as mesmas posições de destaque em todo o mundo.Nós teremos um mundo mais justo e igualitário a partir do momento em que a mulher  tiver liberdade para desenvolver o talento e a capacidade que ela tem. Principalmente pelo caráter materno e acolhedor.”

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Etiqueta - Independência


Eu não sei dirigir, você pode me levar ao supermercado, por favor?'

‘Eu não falo Inglês, você pode ir comigo ao médico e servir de intérprete na minha consulta com ele?’

‘Eu não sei como usar o computador, você pode abrir uma conta de e-mail para mim? '

Hoje, esses talentos não são opcionais, mas necessários. Se você quer ser agradável, você também precisa aprender a conviver neste mundo moderno. Ser independente em alguns aspectos. Quando você costuma depender dos outros, muitas vezes você pode se tornar importuna também.

Uma das maneiras que me faz feliz ser independente, é sobre a maneira de me vestir e cuidar da minha aparência. Eu aprendi que estilo de roupa fica bem para o meu tipo de corpo, como fazer meu cabelo, minhas sobrancelhas, minha maquiagem e unhas. Eu não preciso do conselho de um estilista para saber o que usar nos dias de hoje ... Eu uso o que gosto.

Quando você é independente das outras pessoas e de suas opiniões, é como se você tivesse chegado onde deveria estar. Você se torna uma pessoa confiante.

As vezes recebo comentários desagradáveis aqui no meu blog e em outros lugares, e você sabe de uma coisa? Eu não me importo de forma alguma sobre o que as pessoas pensam de mim ou de minha família. Eu me encontrei quando me encontrei com Deus. Eu não preciso de popularidade ou de aprovação de ninguém para me sentir aprovada.

Esforce-se para ser independente e você saberá exatamente o que quero dizer ... ninguém pode derrubá-la e nada pode impedi-la de crescer e fazer mais para Deus.



Frase do Deputado:

 A PIOR COISA NO MUNDO É FICAR NA DEPENDÊNCIA DOS OUTROS. INFELIZMENTE EXISTEM PESSOAS QUE NEGAM CONHECIMENTO AS OUTRAS,OU NÃO AS PERMITEM CRESCER PARA QUE NÃO VENHAM TORNA-SE INDEPENDENTES. NÓS PODEMOS TUDO, É IMPERANTE ACREDITAR NISSO.DEPENDA MAIS DA SUA CAPACIDADE E DE DEUS,E IRÁS LONGE. CONTE CONOSCO.
 


Deputado Federal RICARDO QUIRINO - PRB-DF














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Comissão da Verdade

 Ministra Maria do Rosário defende o projeto que cria a Comissão da Verdade


A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, defendeu ontem (17-03) a instalação da "Comissão da Verdade", que terá como objetivo investigar crimes cometidos por agentes do Estado durante o regime militar, assim como também,  às circunstâncias das mortes e dos desaparecimentos de pessoas na ditadura.
Na oportunidade, a ministra pediu aos parlamentares que promovam o "encontro" da nação com a verdade, aprovando o Projeto de Lei (PL) Nº 7673/10 apresentado pelo Executivo que cria a Comissão da Verdade e esclarece as violações de direitos humanos praticadas durante a ditadura.
         Maria do Rosário destacou ainda, que mais de 40 países realizaram comissões da verdade e que essa experiência no Brasil é, sobretudo, um experimento de paz e terá como referência a Constituição e seus pressupostos.

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Lei Maria da Penha

Bancada feminina realizou debate da criação 
de juizados contra violência doméstica


A bancada feminina debateu na manhã desta terça-feira no Plenário da Câmara dos Deputados a aplicabilidade da Lei Maria da Penha onde se discutiu a necessidade de instalação de Juizados nos estados de Violência Doméstica e familiar contra a Mulher.
Estiveram Presente no Debate a vice - procuradora geral da República Deborah Duprat, Secretária-Executiva da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) Analba Brazão, Deputada Elcione Barbalho do (PMDB-PA), Deputada Benedita da Silva (PT/RJ), Representando o coordenador da Secretaria da Reforma do judiciário do Ministério da Justiça Eduardo Dias.
     


          Na ocasião a deputada Rosinha da Adefal (PTdoB/AL)declarou  que a   lei Maria da penha foi uma da maiores conquistas na vida das mulheres nos últimos cinco anos, e que ainda  existem carências nas delegacias. Para ela é fundamental que a bancada feminina fortaleça o orçamento.
A coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Pietá (PT-SP), em depoimento à nossa página no Blog Olhar da Mulher Diferenciada, declarou que a lei Maria da Penha é a terceira lei mundial considerada em excelência.Para ela o que está faltando no Brasil é sua aplicação.
Além disso, ela acredita que uma das questões que faltam a real aplicabilidade da lei nos estados de Santa Catarina, Paraíba e Rondônia, pois são carentes de medidas reais para sanar o problemas contra a violência da mulher e do descumprimento da lei Maria da Penha. .
A bancada procuradoria tem que trabalhar junto aos governadores para que os juizados sejam aplicados de preferência em cada região do estado e avançando posteriormente para cada cidade essa é nossa meta”, disse Pietá.
 Janete agradeceu a oportunidade para dar o seu depoimento ao Blog criado pela equipe do Deputado Ricardo Quirino e enfatizou  a atuação do  deputado na defesa  dos direitos da mulher. Ela acrescentou que conta com apoio de Quirino como um parceiro na luta das mulheres  na aplicação da lei Maria da Penha.


“Toda e qualquer atividade e ação que for necessária para efetivação dos Direito da Mulher será apoiado por mim sem precedentes”
Deputado Federal Ricardo Quirino










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MULHERES NO PODER


Evento: Mulheres no Poder
Mulher, você é a nossa convidada especial para abrilhantar este evento em Brasília. Venha participar deste grande debate sobre a presença da mulher nas esferas do Poder, sua participação no cenário político e na elaboração de políticas públicas que amparem a mulher trabalhadora, do lar, aposentada, estudante, mãe, jovem, ou simplesmente Mulher.
Para as mulheres que vierem de outros estados (favor preencher ficha), estaremos disponibilizando uma van no aeroporto Juscelino Kubistchek para conduzi-las à Câmara dos Deputados, local do evento.

Maiores informações:
Telefone: (61) 3215 9882
Email: lid.prb@camara.gov.br
Realização:
PRB Mulher
Partido Republicano Brasileiro
Liderança do PRB na Câmara dos Deputados

FICHA DE INSCRIÇÃO – ACESSE: www.prb10.org.br

CONVIDE AS MULHERES QUE VOCÊ CONHEÇA PARA PARTICIPAR CONOSCO

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Visita a Penitenciária Feminina

Deputado Ricardo Quirino visita a Penitenciária Feminina do Distrito Federal



 Ao visitar o presídio Feminino de Brasília-DF, o deputado Ricardo Quirino  parabenizou a atual Delegada Deuselita Pereira Martins na última sexta-feira (04) pelo trabalho realizado  junto às detentas. O trabalho desenvolvido busca, prioritariamente, profissionalizá-las para a ressocialização junto a suas famílias e à sociedade.
A delegada viabiliza dentro do presídio feminino a realização de cursos, assistência médica e Jurídica. Dessa forma, declara a Delegada que há chance para todas aquelas que cumprem pena terem uma profissão e chances de se inserirem no mercado de trabalho e não retornarem ao mundo do crime.
Na ocasião Ricardo Quirino ficou muito interessado e feliz com o projeto desenvolvido por Deuselita e, com o propósito de fortalecer essa ação, o deputado se propôs em ajudar no que for preciso, caso haja necessidade, ir em busca de patrocínio para auxiliar nas necessidades básicas.
O deputado, que faz parte da comissão dos Direitos Humanos na Câmara dos Deputados, conheceu todas as instalações do presídio e manifestou preocupação com a superlotação carcerária. O momento foi propício, pois ele destacou a importância em investir na ressocialização
Atualmente o presídio é composto por seiscentas detentas, número grande para um local que possui pouco espaço. A superlotação acaba acarretando na queda do desenvolvimento, pois na cela que deveria conter apenas doze, geralmente vivem vinte detentas.
Mas isso não desanima e nem diminui a vontade de ensinar e tentar de uma forma ou de outra fazer com que as presidiárias tenham momentos de lazer.  Entre os cursos oferecidos existem as aulas de violão, corte e costura, artesanato e aulas para alunas que ainda não concluíram o ensino básico.


A maioria das mulheres que chega ao presídio teveram uma história de vida sofrida na infância, em meio às drogas e sem estrutura acabaram entrando no mundo do crime. “O presídio atua na vida das presidiárias como a única chance de ressocialização, por isso a delegada investe nos trabalhos que estão sendo realizados”, disse Deuselita.

Deylan da Silva, uma das detentas, deve ficar no presido por mais um ano e três meses, mas já adianta que ao sair vai colocar em prática tudo que aprendeu no curso de corte e costura. “O material que criamos como bolsas, colchas de cama, porta-notebooks, panos de pratos entre outros, quando encontramos oportunidade, são levados aos ministérios para exposições. Os trabalhos possuem ótimo acabamento. A metade do dinheiro arrecadado com os artesanatos é nossa e a outra parte é para a compra do material”, revelou.

Deuselita diz que o presídio ainda é pequeno para tantas atividades. Além disso falta mão de obra para ensinar. O trabalho realizado dentro do presídio poderia ser ampliado, mas não temos estrutura no presídio que se torna pequeno, pois não foi construído para ser uma penitenciária, falta também mão de obra, se tivesse um espaço maior e mais servidor poderíamos ampliar esse trabalho”, declarou.

Disse ainda que ficou feliz com a visita do deputado Ricardo Quirino e  agradeceu a disposição do deputado em querer ajudar.


“Penso que cada governante e até a presidenta eleita Dilma Roussef deveria pelo menos uma vez dentro de sua agenda anual visitar as unidades prisionais espalhadas pelo nosso País”
Deputado Ricardo Quirino



Por Socorro Araújo
Publicado Wagner Alves

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Exposição 5 Anos

Exposição 5 anos da Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha completa 5 anos. É uma conquista da sociedade brasileira na luta para combater a violência contra as mulheres.

Não deveria ser preciso haver uma lei como essa; não deveria haver mulheres sendo agredidas e sofrendo violência, principalmente no ambiente doméstico. Mas a violência contra as mulheres é um mal que aflige nossa sociedade, por isso é fundamental termos a Lei nº 11.340 de 2006 – Lei Maria da Penha – que tramitou no Congresso Nacional (PL nº 4559/2004) de 3 de dezembro de 2004 a 22 de março de 2006, tendo sido sancionada pelo Presidente Lula em 7 de agosto de 2006.

Faço esse brevíssimo histórico para ressaltar a relevância dessa legislação e a importante conquista que representa. De fato, foi uma enorme vitória a tramitação e aprovação de uma lei que combate a violência contra as mulheres. Através do nosso trabalho nos movimentos sociais, nos espaços de poder, na sociedade em geral, na visibilização do tema nos meios de comunicação, avançamos no sentido de a violência doméstica seja percebida como ela é, ou seja, como um ato de violação aos direitos humanos.
Proclamemos sempre: "Sem direitos das mulheres, os direitos não são humanos".
Obviamente é uma situação dramática com enormes repercussões na vida da família. Conviver com uma situação de violência doméstica é terrível para a esposa, a companheira, os filhos do casal. Ainda mais complicado é a vítima ter condições de romper o ciclo de violência e fazer a denúncia.
Sabemos dos constrangimentos e diversos mecanismos que servem de desestímulo para a denúncia das vítimas. Também sabemos que, em muitos casos, a agressão física se dá em uma escalada, iniciando com o que se considera "leve".
Ora, não há agressão banal. Não há violência leve. Toda violência é um ato que agride a pessoa na sua mais profunda condição e as políticas públicas devem fazer valer o princípio da mais absoluta integridade física e moral de cada indivíduo. Por isso, é fundamental o fortalecimento da uma lei que combate toda uma cultura patriarcal que tem colocado as mulheres em uma situação de vulnerabilidade.
Por isso é importante registrar os avanços da Lei Maria da Penha. Primeiro, a Lei Maria da Penha deixa muito claro: em briga de marido e mulher, o Estado mete a colher. Segundo, com essa legislação, conseguimos caracterizar a violência contra a mulher, não apenas como física, mas também como psicológica e moral, patrimonial e institucional. Igualmente destaca-se o Artigo 17 que veda penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária em caso de violência contra as mulheres, com isso, impede-se a banalização da violência.
Entendendo o caráter permanente desse enfrentamento para promover condições de igualdade e combate à violência contra as mulheres, acho importante apontar as novas metas a serem conquistadas:
- Incorporação da transversalidade de gênero nas políticas públicas;
- Criação de mais juizados especiais de violência contra a mulher;
- Apoio para casas abrigo e centros de referência;
- Capacitação de profissionais;
- Ampliação e fortalecimento de Conselhos Municipais de Direitos da Mulher.
Creio que esses avanços serão conquistados através da intervenção do Estado e seus mecanismos como políticas públicas. Entretanto acho que é um componente fundamental desse processo o papel da sociedade civil organizada divulgando a lei e educando toda a sociedade, como forma de empoderar as mulheres e eliminar toda forma de violência.


Bancada Feminina na Câmara dos Deputados

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